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Em reunião extraordinária, 4 países condenam plano militar de Israel

Plano corre o risco de violar o direito humanitário internacional, afirmam os países europeus

O novo plano israelita para o enclave originou uma reunião extraordinária neste domingo (10/8), envolvendo Reino Unido, a Dinamarca, a França, a Grécia e a Eslovênia, que emitiram uma declaração conjunta condenando a decisão de Israel de expandir as operações em Gaza. Eles pedem que o plano seja revertido antes da reunião de hoje do Conselho de Segurança da ONU.

“Esse plano corre o risco de violar o direito humanitário internacional“, afirmam os países europeus.

“O Conselho de Segurança tem pedido constantemente a libertação incondicional e imediata dos reféns. E estamos certos de que o Hamas deve se desarmar e não desempenhar nenhum papel futuro na governança de Gaza, onde a Autoridade Palestina deve ter um papel central. Mas essa decisão do governo israelense não fará nada para garantir o retorno dos reféns e corre o risco de colocar ainda mais em risco suas vidas”, completou no comunicado.

A declaração também pede que Israel suspenda as restrições às entregas de ajuda. Israel tem afirmado que não há restrições à entrada de ajuda em Gaza.


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A ONU declarou em julho que as forças israelenses mataram mais de 1.000 palestinos que tentavam obter ajuda alimentar desde que uma entidade controversa, respaldada pelos Estados Unidos e Israel, a Fundação Humanitária de Gaza, iniciou suas operações no fim de maio, substituindo uma ampla resposta humanitária coordenada pela ONU.

*Com informações da Agência Brasil e G1

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O novo plano israelita para o enclave originou uma reunião extraordinária neste domingo (10/8), envolvendo Reino Unido, a Dinamarca, a França, a Grécia e a Eslovênia, que emitiram uma declaração conjunta condenando a decisão de Israel de expandir as operações em Gaza. Eles pedem que o plano seja revertido antes da reunião de hoje do Conselho de Segurança da ONU.

“Esse plano corre o risco de violar o direito humanitário internacional“, afirmam os países europeus.

“O Conselho de Segurança tem pedido constantemente a libertação incondicional e imediata dos reféns. E estamos certos de que o Hamas deve se desarmar e não desempenhar nenhum papel futuro na governança de Gaza, onde a Autoridade Palestina deve ter um papel central. Mas essa decisão do governo israelense não fará nada para garantir o retorno dos reféns e corre o risco de colocar ainda mais em risco suas vidas”, completou no comunicado.

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