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Presidente ucraniano aceita negociar com a Rússia após aumento da pressão militar

Ucrânia e Rússia devem negociar um acordo para cessarem as hostilidades. O presidente ucraniano Volodimir Zelensky aceitou negociar acordo para interrupção da guerra deflagrada pelo presidente russo Vladimir Putin na última quinta, 24.

Veja mais:

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“Nunca seremos russos”, diz jovem ucraniana sobre a guerra em seu país

Nesta madrugada, o governo russo anunciou que uma delegação fora enviada para Gomel, cidade em Belarus a 40 km da fronteira ucraniana. “Estamos prontos para iniciar as negociações”, disse o porta-voz de Putin, Dmitri Peskov. A princípio o presidente ucraniano disse que não seria possível conversar em Belarus, mas na manhã de hoje mudou de discurso e anunciou que irá a Gomel.

No sábado, tropas russas entraram na segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, e o exército mantém o bombardeio a Kiev, a capital. Já essa movimentação para um acordo vem depois de o Ocidente ter aumentado a pressão sobre a Rússia, com mais punições financeiras ao cortar os bancos do país do sistema internacional de transações financeiras chamado Swift.

Enquanto isso, o mundo aguarda para ver se um acordo pode pôr fim ao conflito.

Via Folha de S. Paulo.

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Ucrânia e Rússia devem negociar um acordo para cessarem as hostilidades. O presidente ucraniano Volodimir Zelensky aceitou negociar acordo para interrupção da guerra deflagrada pelo presidente russo Vladimir Putin na última quinta, 24.

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No sábado, tropas russas entraram na segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, e o exército mantém o bombardeio a Kiev, a capital. Já essa movimentação para um acordo vem depois de o Ocidente ter aumentado a pressão sobre a Rússia, com mais punições financeiras ao cortar os bancos do país do sistema internacional de transações financeiras chamado Swift.

Enquanto isso, o mundo aguarda para ver se um acordo pode pôr fim ao conflito.

Via Folha de S. Paulo.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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