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Primeiro-ministro da França apresenta formalmente a Macron o pedido de demissão

O primeiro ministro de França, Michel Barnier, apresentou formalmente o seu pedido de demissão ao Presidente francês Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu na manhã desta quinta-feira (5/12). A decisão surge na sequência da moção de censura aprovada na véspera pela maioria dos deputados da Assembleia Nacional.

O anúncio do pedido formal de demissão acontece depois de uma reunião com o Macron e Barnier, publicado pelo gabinete da Presidência, informando que Emmanuel Macron tinha “tomado nota” da decisão, do primeiro ministro, agora demissionário.

“Michel Barnier e os membros do Governo ocupar-se-ão dos assuntos correntes até à nomeação de um novo Governo”, diz o comunicado.


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Apresentada pela França Insubmissa, a moção de censura aprovada na quarta-feira recebeu os votos favoráveis dos partidos que compõem o bloco de esquerda, a Nova Frente Popular, e do partido de direita radical e extrema União Nacional, de Marine Le Pen, assim como os seus aliados do grupo parlamentar UDR, antiga ala pró-Le Pen d’Os Republicanos.

Cargo relâmpago 

Barnier, nomeado há apenas três meses por Macron, foi alvo de uma moção de censura, mecanismo pelo qual deputados podem retirar um primeiro ministro do cargo, na quarta-feira (4). Em uma união inédita entre a esquerda e a extrema direita, ambas insatisfeitas com a indicação de Macron, a moção foi aprovada.

O primeiro ministro deposto pelo Parlamento francês, deve continuar no cargo até um novo nome para o posto ser indicado.

*Com informações de Público

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O primeiro ministro de França, Michel Barnier, apresentou formalmente o seu pedido de demissão ao Presidente francês Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu na manhã desta quinta-feira (5/12). A decisão surge na sequência da moção de censura aprovada na véspera pela maioria dos deputados da Assembleia Nacional.

O anúncio do pedido formal de demissão acontece depois de uma reunião com o Macron e Barnier, publicado pelo gabinete da Presidência, informando que Emmanuel Macron tinha “tomado nota” da decisão, do primeiro ministro, agora demissionário.

“Michel Barnier e os membros do Governo ocupar-se-ão dos assuntos correntes até à nomeação de um novo Governo”, diz o comunicado.


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*Com informações de Público

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