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Primeiro-ministro de Israel chama de “erro trágico” ataque que matou 45 refugiados

Benjamin Netanyahu comentou resultado do bombardeio de domingo (26), que seria resposta aos mísseis do Hamas atingindo Tel Aviv.

Nesta segunda (27/5), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou de “erro trágico” o ataque israelense a um acampamento de refugiados em Rafah, na faixa de Gaza. O ataque aconteceu no domingo (26/05).

Nas últimas 48 horas, Israel lançou 60 ataques em Gaza, mesmo contrariando determinação do Tribunal Penal Internacional, também conhecido como Tribunal de Haia, que ordenou ao país que cessasse os ataques em Rafah. A decisão é obrigatória, mas o tribunal não dispõe de força policial para garantir que o país a cumpra.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo grupo extremista Hamas, cerca de 45 pessoas morreram durante o ataque, na noite de domingo. Há relatos de mulheres, crianças e idosos entre as vítimas, muitas delas carbonizadas.


Leia mais:

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Em um discurso ao Parlamento israelense, Netanyahu afirmou:

“Apesar dos nossos máximos esforços para não ferir civis inocentes, na noite passada, houve um erro trágico. Nós estamos investigando o incidente e vamos obter uma conclusão, pois essa é a nossa postura”.

Rafah é a cidade para onde fugiram cerca de 1,5 milhão de palestinos devido aos ataques de Israel no resto do território palestino. A área atingida era um acampamento para onde parte da população de Rafah havia acabado de se mudar por conta do início da ofensiva israelense na cidade.

Inicialmente, Israel afirmou que o alvo do ataque aéreo era um complexo do Hamas em Rafah e que os locais atingidos “eram legítimos sob as leis internacionais”. Dois líderes do grupo terrorista foram mortos na operação, de acordo com o Exército do país.

Israel também disse que uma investigação inicial mostrou que as vítimas foram mortas por incêndios causados pelo bombardeio. O porta-voz do governo, Avi Hyman, afirmou que uma investigação maior sobre o caso está sendo feita.

Ainda neste domingo, o grupo terrorista Hamas lançou foguetes contra a cidade israelense de Tel Aviv, fazendo com que as sirenes de alerta fossem acionadas pela primeira vez em quatro meses. O ataque das forças israelenses seria uma retaliação contra esses lançamentos.

Com informações de G1.

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Nesta segunda (27/5), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou de “erro trágico” o ataque israelense a um acampamento de refugiados em Rafah, na faixa de Gaza. O ataque aconteceu no domingo (26/05).

Nas últimas 48 horas, Israel lançou 60 ataques em Gaza, mesmo contrariando determinação do Tribunal Penal Internacional, também conhecido como Tribunal de Haia, que ordenou ao país que cessasse os ataques em Rafah. A decisão é obrigatória, mas o tribunal não dispõe de força policial para garantir que o país a cumpra.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo grupo extremista Hamas, cerca de 45 pessoas morreram durante o ataque, na noite de domingo. Há relatos de mulheres, crianças e idosos entre as vítimas, muitas delas carbonizadas.


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Rafah é a cidade para onde fugiram cerca de 1,5 milhão de palestinos devido aos ataques de Israel no resto do território palestino. A área atingida era um acampamento para onde parte da população de Rafah havia acabado de se mudar por conta do início da ofensiva israelense na cidade.

Inicialmente, Israel afirmou que o alvo do ataque aéreo era um complexo do Hamas em Rafah e que os locais atingidos “eram legítimos sob as leis internacionais”. Dois líderes do grupo terrorista foram mortos na operação, de acordo com o Exército do país.

Israel também disse que uma investigação inicial mostrou que as vítimas foram mortas por incêndios causados pelo bombardeio. O porta-voz do governo, Avi Hyman, afirmou que uma investigação maior sobre o caso está sendo feita.

Ainda neste domingo, o grupo terrorista Hamas lançou foguetes contra a cidade israelense de Tel Aviv, fazendo com que as sirenes de alerta fossem acionadas pela primeira vez em quatro meses. O ataque das forças israelenses seria uma retaliação contra esses lançamentos.

Com informações de G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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