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VÍDEO: Putin agradece Lula por “esforços pela paz” e cita desafios para o cessar-fogo na Ucrânia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, agradeceu ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por seus “esforços pela paz” na guerra da Ucrânia. A declaração foi dada durante um encontro com jornalistas na quinta-feira (13/03). Putin também mencionou a contribuição dos demais líderes do Brics, incluindo China, Índia e África do Sul, destacando que todos desempenham um papel fundamental nas negociações pela resolução do conflito.

Durante sua fala, Putin enfatizou a importância dos países do Brics nas negociações de paz.

“Temos nossas próprias questões atualmente, mas muitos líderes, como o presidente da República Popular da China, o primeiro-ministro da Índia e os presidentes do Brasil e da África do Sul, estão se dedicando a essa questão. Somos todos gratos a eles, pois essa atividade busca uma missão nobre: o cessar das hostilidades e das perdas humanas”, declarou o presidente russo.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin e o presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert: reprodução)
O presidente da Rússia, Vladimir Putin e o presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert: reprodução)

Putin estava acompanhado do presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e reafirmou que qualquer solução para o conflito deve ser duradoura. O líder russo ressaltou que a participação dos países do Brics é essencial para encontrar uma resolução equilibrada e viável para a guerra.

Putin também citou o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), por seu envolvimento na busca por um acordo de paz. O presidente russo afirmou que apoia a proposta de cessar-fogo feita pelos norte-americanos, mas destacou que qualquer trégua precisa garantir uma “paz duradoura” e resolver questões pendentes que levaram ao início do conflito em 2022.

“Concordamos com as propostas de cessar-fogo, mas acreditamos que ele deve levar a uma paz a longo prazo e eliminar as causas da crise inicial. Em princípio, aceitamos a trégua de 30 dias, mas muitas questões técnicas ainda precisam ser esclarecidas”, afirmou Putin.

O líder russo também destacou que o acordo proposto pelos EUA não trata dos custos da trégua nem de como monitorar sua implementação.


Saiba mais:


Putin fala dos desafios para o cessar-fogo na Ucrânia

Outro ponto levantado por Putin foi a dificuldade de fiscalização ao longo da extensa fronteira entre Rússia e Ucrânia.

“Quem determinará onde e quem violou um possível acordo de cessar-fogo em uma fronteira de 2.000 quilômetros?”, questionou o presidente russo.

Putin também mencionou a situação em Kursk, uma região sob controle ucraniano que Moscou deseja “libertar completamente”.

Em entrevista de fim de ano, Putin desafia Ocidente para "duelo de mísseis"
O presidente russo Vladimir Putin em coletiva de imprensa (Foto: REUTERS/Maxim Shemetov).

Ele questionou se as tropas ucranianas abandonariam a região pacificamente ou se seria necessário um novo acordo para garantir sua retirada.

“Se concordarmos com uma trégua de 30 dias, todos lá [em Kursk] sairão sem lutar? Devemos deixá-los sair depois que cometeram crimes em massa contra civis? Ou a liderança ucraniana ordenará que eles deponham suas armas e simplesmente se rendam? Isso continua sem resposta”, afirmou Putin.

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, agradeceu ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por seus “esforços pela paz” na guerra da Ucrânia. A declaração foi dada durante um encontro com jornalistas na quinta-feira (13/03). Putin também mencionou a contribuição dos demais líderes do Brics, incluindo China, Índia e África do Sul, destacando que todos desempenham um papel fundamental nas negociações pela resolução do conflito.

Durante sua fala, Putin enfatizou a importância dos países do Brics nas negociações de paz.

“Temos nossas próprias questões atualmente, mas muitos líderes, como o presidente da República Popular da China, o primeiro-ministro da Índia e os presidentes do Brasil e da África do Sul, estão se dedicando a essa questão. Somos todos gratos a eles, pois essa atividade busca uma missão nobre: o cessar das hostilidades e das perdas humanas”, declarou o presidente russo.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin e o presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert: reprodução)
O presidente da Rússia, Vladimir Putin e o presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert: reprodução)

Putin estava acompanhado do presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e reafirmou que qualquer solução para o conflito deve ser duradoura. O líder russo ressaltou que a participação dos países do Brics é essencial para encontrar uma resolução equilibrada e viável para a guerra.

Putin também citou o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), por seu envolvimento na busca por um acordo de paz. O presidente russo afirmou que apoia a proposta de cessar-fogo feita pelos norte-americanos, mas destacou que qualquer trégua precisa garantir uma “paz duradoura” e resolver questões pendentes que levaram ao início do conflito em 2022.

“Concordamos com as propostas de cessar-fogo, mas acreditamos que ele deve levar a uma paz a longo prazo e eliminar as causas da crise inicial. Em princípio, aceitamos a trégua de 30 dias, mas muitas questões técnicas ainda precisam ser esclarecidas”, afirmou Putin.

O líder russo também destacou que o acordo proposto pelos EUA não trata dos custos da trégua nem de como monitorar sua implementação.


Saiba mais:


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“Quem determinará onde e quem violou um possível acordo de cessar-fogo em uma fronteira de 2.000 quilômetros?”, questionou o presidente russo.

Putin também mencionou a situação em Kursk, uma região sob controle ucraniano que Moscou deseja “libertar completamente”.

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O presidente russo Vladimir Putin em coletiva de imprensa (Foto: REUTERS/Maxim Shemetov).

Ele questionou se as tropas ucranianas abandonariam a região pacificamente ou se seria necessário um novo acordo para garantir sua retirada.

“Se concordarmos com uma trégua de 30 dias, todos lá [em Kursk] sairão sem lutar? Devemos deixá-los sair depois que cometeram crimes em massa contra civis? Ou a liderança ucraniana ordenará que eles deponham suas armas e simplesmente se rendam? Isso continua sem resposta”, afirmou Putin.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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