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Rússia acusa Ucrânia de rejeitar acordos diplomáticos para o fim da guerra

Segundo Peskov, todas as tentativas russas de iniciar conversas foram ignoradas ou recusadas

O Kremlin voltou a afirmar neste domingo (27) que a Rússia está aberta a uma saída política para o conflito com a Ucrânia. De acordo com a imprensa estatal russa, o porta-voz Dmitry Peskov declarou que Moscou ainda “prefere uma resolução por vias diplomáticas”, mas que essa alternativa teria sido descartada tanto por Kiev quanto pelos aliados ocidentais.

Segundo Peskov, todas as tentativas russas de iniciar conversas foram ignoradas ou recusadas — embora nenhuma prova concreta tenha sido apresentada por ele para sustentar a alegação.

Desde o início da invasão em fevereiro de 2022, a Rússia já ocupa cerca de 20% do território ucraniano. Ainda naquele ano, o presidente Vladimir Putin anunciou a anexação unilateral de quatro regiões: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.


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Enquanto as tropas russas continuam avançando lentamente pelo leste da Ucrânia, o cenário permanece tenso. Moscou dá sinais de que não pretende recuar em seus principais objetivos militares, enquanto o atual presidente dos EUA, Donald Trump, pressiona nos bastidores por um possível acordo de paz.

Do outro lado, a Ucrânia tem intensificado ataques dentro do território russo, mirando instalações militares e logísticas. Em resposta, o Kremlin vem ampliando sua ofensiva aérea, incluindo ataques com drones.

Ambos os lados negam estar atingindo civis diretamente, mas o saldo da guerra já é devastador: milhares de mortos — a maioria civis ucranianos — e estimativas norte-americanas apontam para até 1,2 milhão de mortos ou feridos desde o início da guerra. Apesar disso, nem Rússia nem Ucrânia divulgam números oficiais de baixas militares.

(*)Com informações da CNN Brasil

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O Kremlin voltou a afirmar neste domingo (27) que a Rússia está aberta a uma saída política para o conflito com a Ucrânia. De acordo com a imprensa estatal russa, o porta-voz Dmitry Peskov declarou que Moscou ainda “prefere uma resolução por vias diplomáticas”, mas que essa alternativa teria sido descartada tanto por Kiev quanto pelos aliados ocidentais.

Segundo Peskov, todas as tentativas russas de iniciar conversas foram ignoradas ou recusadas — embora nenhuma prova concreta tenha sido apresentada por ele para sustentar a alegação.

Desde o início da invasão em fevereiro de 2022, a Rússia já ocupa cerca de 20% do território ucraniano. Ainda naquele ano, o presidente Vladimir Putin anunciou a anexação unilateral de quatro regiões: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.


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(*)Com informações da CNN Brasil

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