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Usina nuclear ucraniana, Zaporizhia é ameaça maior que Fukushima

O representante chinês na Organização das Nações Unidas (ONU), Zhang Jun, alertou, nesta sexta-feira (12), o Conselho de Segurança de que um acidente na central nuclear de Zaporizhia poderá ser mais grave do que o ocorrido em Fukushima, em 2011.

Segundo comunicado da missão chinesa na ONU, Zhang lembrou que Zaporizhia, no Leste da Ucrânia, é a maior central nuclear da Europa e disse que não quer que “o mesmo risco” se repita.

O acidente nuclear de Fukushima, no Japão, ocorreu em 11 de março de 2011, depois de intenso terremoto de 9 graus na escala Richter, que provocou ondas de cerca de 15 metros de altura e matou quase 18 mil pessoas.

Em reunião de emergência do Conselho de Segurança, convocada pela Rússia, o representante chinês apelou a russos e ucranianos que exerçam “contenção, atuem com prudência, evitem tomar medidas que comprometam a segurança nuclear”.

Tropas russas controlam atualmente Zaporizhia, que tem sido alvo de bombardeios nesta semana, com Kiev e Moscou a trocando acusações sobre os recentes incidentes de segurança na central.

O diplomata chinês manifestou apoio à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) para desempenhar “papel ativo” na promoção de questões de segurança e proteção nuclear.

Zhang Jun pediu também à Rússia e à Ucrânia que removam “obstáculos” à visita de uma equipe de especialistas da AIEA a Zaporizhia.

 

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O representante chinês na Organização das Nações Unidas (ONU), Zhang Jun, alertou, nesta sexta-feira (12), o Conselho de Segurança de que um acidente na central nuclear de Zaporizhia poderá ser mais grave do que o ocorrido em Fukushima, em 2011.

Segundo comunicado da missão chinesa na ONU, Zhang lembrou que Zaporizhia, no Leste da Ucrânia, é a maior central nuclear da Europa e disse que não quer que “o mesmo risco” se repita.

O acidente nuclear de Fukushima, no Japão, ocorreu em 11 de março de 2011, depois de intenso terremoto de 9 graus na escala Richter, que provocou ondas de cerca de 15 metros de altura e matou quase 18 mil pessoas.

Em reunião de emergência do Conselho de Segurança, convocada pela Rússia, o representante chinês apelou a russos e ucranianos que exerçam “contenção, atuem com prudência, evitem tomar medidas que comprometam a segurança nuclear”.

Tropas russas controlam atualmente Zaporizhia, que tem sido alvo de bombardeios nesta semana, com Kiev e Moscou a trocando acusações sobre os recentes incidentes de segurança na central.

O diplomata chinês manifestou apoio à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) para desempenhar “papel ativo” na promoção de questões de segurança e proteção nuclear.

Zhang Jun pediu também à Rússia e à Ucrânia que removam “obstáculos” à visita de uma equipe de especialistas da AIEA a Zaporizhia.

 

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