O furacão Melissa, de categoria 5, atingiu Jamaica, Haiti e Cuba na última terça-feira (28/10), deixando mais de 30 mortos e provocando ventos de até 295 km/h. No mesmo dia, agentes da Associação Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) enfrentaram momentos de tensão ao atravessar o olho do Melissa durante uma missão científica.
Imagens captadas a bordo mostram a equipe “caçadora de furacões” em um início de voo relativamente tranquilo. Em questão de segundos, a aeronave é surpreendida por uma turbulência intensa que dura cerca de um minuto. Um dos cientistas chega a se apoiar no painel de controle enquanto o avião mergulha no interior do olho do furacão.
“Dá para ter uma ideia do nível de turbulência e mostra como os pilotos e a tripulação são incríveis para manter o avião estável. Também queria agradecer à equipe de manutenção por manter o Kermit [o avião] em boas condições durante a sequência. Não tivemos um único voo cancelado durante o que acabou sendo quase uma semana de missões”, afirmou Andy Hazelton, integrante da equipe do NOAA.
A missão mostra não apenas a coragem dos cientistas, mas também a importância de estudar furacões de grande intensidade para compreender melhor os fenômenos climáticos extremos.
Veja o vídeo:
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O furacão Melissa, de categoria 5, atingiu Jamaica, Haiti e Cuba na última terça-feira (28/10), deixando mais de 30 mortos e provocando ventos de até 295 km/h. No mesmo dia, agentes da Associação Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) enfrentaram momentos de tensão ao atravessar o olho do Melissa durante uma missão científica.
Imagens captadas a bordo mostram a equipe “caçadora de furacões” em um início de voo relativamente tranquilo. Em questão de segundos, a aeronave é surpreendida por uma turbulência intensa que dura cerca de um minuto. Um dos cientistas chega a se apoiar no painel de controle enquanto o avião mergulha no interior do olho do furacão.
“Dá para ter uma ideia do nível de turbulência e mostra como os pilotos e a tripulação são incríveis para manter o avião estável. Também queria agradecer à equipe de manutenção por manter o Kermit [o avião] em boas condições durante a sequência. Não tivemos um único voo cancelado durante o que acabou sendo quase uma semana de missões”, afirmou Andy Hazelton, integrante da equipe do NOAA.
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