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Estudo aponta os “Rios de Cocaína” usados pelo tráfico, no Amazonas

Segundo estudo, maior intervenção pela FAB levou facções a intensificarem transporte de drogas pelos rios do Amazonas.

Um estudo feito pelo projeto ‘Amazonia2030’ identificou dez rios no estado que fazem parte da rota marítima usada pelas facções criminosas responsáveis pelo tráfico de drogas na Amazônia. São os chamados “Rios de Cocaína”, e o termo foi usado por pesquisadores responsáveis pelo levantamento que foi divulgado na última quinta-feira (30), e foi consolidado entre 2005 e 2020.

Segundo os pesquisadores, uma política de intervenção de aviões pela Força Aérea Brasileira (FAB), intensificou o uso de barcos para escoamento da droga. A lei aprovada em 1998 foi autorizada a abater aeronaves suspeitas de transportar drogas vindas dos países vizinhos.

Diz um trecho do estudo:

“O deslocamento para as rotas fluviais trouxe novos desafios: os barcos, ao contrário dos aviões, precisam de apoio logístico em diversas localidades. Isso significa que as comunidades ao longo das rotas estão sendo cada vez mais expostas às organizações criminosas e à violência”.


Leia mais:

Justiça do AM decreta prisão definitiva da “dama do tráfico” que visitou Ministério da Justiça em 2023

Polícia prende 4 homens e apreende adolescente por envolvimento com o tráfico de drogas no Amazonas


Veja abaixo a lista dos rios do estado que são usados pelos traficantes como rotas para o escoamento de drogas com origem em países como o Peru e Colômbia:

  • Rio Amazonas
  • Rio Japurá
  • Rio Javari
  • Rio Envira
  • Rio Madeira
  • Rio Negro
  • Rio Purus
  • Rio Tarauacá
  • Rio Uaupés
  • Rio Xiê

As estimativas do estudo indicam que a mudança na logística para movimentar a droga ocasionou, entre 2005 e 2020, 27% do total de 5.337 mortes em 67 cidades da região Oeste da Amazônia. A maioria das mortes ocorreu entre homens de 20 a 49 anos por uso de arma de fogo ou faca.

Segundo os pesquisadores, algumas políticas públicas precisam ser implementadas para combater a violência nessas localidades do estado que são:

  1. Fortalecer o monitoramento das rotas fluviais
  2. Promover a educação e capacitação nas comunidades locais
  3. Investir em alternativas sustentáveis para a região
  4. Ampliar a cooperação internacional

Com informações de G1.

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Um estudo feito pelo projeto ‘Amazonia2030’ identificou dez rios no estado que fazem parte da rota marítima usada pelas facções criminosas responsáveis pelo tráfico de drogas na Amazônia. São os chamados “Rios de Cocaína”, e o termo foi usado por pesquisadores responsáveis pelo levantamento que foi divulgado na última quinta-feira (30), e foi consolidado entre 2005 e 2020.

Segundo os pesquisadores, uma política de intervenção de aviões pela Força Aérea Brasileira (FAB), intensificou o uso de barcos para escoamento da droga. A lei aprovada em 1998 foi autorizada a abater aeronaves suspeitas de transportar drogas vindas dos países vizinhos.

Diz um trecho do estudo:

“O deslocamento para as rotas fluviais trouxe novos desafios: os barcos, ao contrário dos aviões, precisam de apoio logístico em diversas localidades. Isso significa que as comunidades ao longo das rotas estão sendo cada vez mais expostas às organizações criminosas e à violência”.


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Veja abaixo a lista dos rios do estado que são usados pelos traficantes como rotas para o escoamento de drogas com origem em países como o Peru e Colômbia:

  • Rio Amazonas
  • Rio Japurá
  • Rio Javari
  • Rio Envira
  • Rio Madeira
  • Rio Negro
  • Rio Purus
  • Rio Tarauacá
  • Rio Uaupés
  • Rio Xiê

As estimativas do estudo indicam que a mudança na logística para movimentar a droga ocasionou, entre 2005 e 2020, 27% do total de 5.337 mortes em 67 cidades da região Oeste da Amazônia. A maioria das mortes ocorreu entre homens de 20 a 49 anos por uso de arma de fogo ou faca.

Segundo os pesquisadores, algumas políticas públicas precisam ser implementadas para combater a violência nessas localidades do estado que são:

  1. Fortalecer o monitoramento das rotas fluviais
  2. Promover a educação e capacitação nas comunidades locais
  3. Investir em alternativas sustentáveis para a região
  4. Ampliar a cooperação internacional

Com informações de G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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