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Homem é morto a flechadas por indígenas no Amazonas

Um homem, até o momento não identificado, foi morto a flechadas por indígenas da etnia Pirahã, na região do quilômetro 45 da BR-230, a Transamazônica, no sul do Amazonas.

O crime teria ocorrido nesta semana, mas veio à tona, na quarta-feira (17/09), após os moradores interditarem a rodovia para cobrar ações efetivas da Polícia Federal e órgãos competentes.


Leia mais 

Indígena violentada por PMs em delegacia aguarda laudo da Funai para deixar abrigo em Manaus

Agora é lei: Amazonas cria sistema de prevenção à tortura após estupro de indígena em delegacia


De acordo com informações de testemunhas, a vítima estava com outras pessoas em uma canoa quando foi atingida por uma flecha. Ela morreu no local e outra ficou ferida, sendo socorrida para o Hospital Regional de Humaitá.

Ainda de acordo com os relatos, os indígenas Pirahã recebem assistência da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), mas quando falta apoio eles acabam entrando em confronto com comunidades próximas.

Respostas

A Funai informou que está acompanhando a situação em conjunto com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e está avaliando todo o contexto do conflito. As forças de segurança já foram acionadas e estão em diálogo com as equipes regionais da Funai para evitar conflitos.

Ao ser questionada sobre a falta de assistência aos indígenas, que teria ocasionado no crime, a Fundação destacou que “não executa diretamente as políticas de segurança pública. A autarquia é responsável por orientar a política indigenista, em parceria com outros órgãos da União, dos estados, do DF e dos municípios. Nesse contexto, a Funai pode acionar as forças de segurança quando necessário, bem como realizar articulações para garantir a segurança pública nas comunidades indígenas. Assim sendo, cabe aos órgãos de segurança competentes a investigação e perícia do ocorrido”.

Confira a nota na íntegra;
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) informa que tomou conhecimento dos fatos recentemente divulgados. E, em conjunto com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), acompanha a situação na região da Transamazônica e está avaliando todo o contexto do conflito. As forças de segurança já foram acionadas e estão em diálogo com as equipes regionais da Funai para evitar conflitos.
Cabe reforçar que a Funai não executa diretamente as políticas de segurança pública. A autarquia é responsável por orientar a política indigenista, em parceria com outros órgãos da União, dos estados, do DF e dos municípios. Nesse contexto, a Funai pode acionar as forças de segurança quando necessário, bem como realizar articulações para garantir a segurança pública nas comunidades indígenas. Assim sendo, cabe aos órgãos de segurança competentes a investigação e perícia do ocorrido. Clique aqui e saiba mais sobre o papel da Funai na segurança das comunidades indígenas.
É necessária a cooperação de todos para que a investigação possa prosseguir, havendo a devida apuração dos fatos e a garantia do devido processo legal, não se atribuindo responsabilidades sem comprovação. A Funai reitera a solidariedade a todos os afetados bem como reafirma seu compromisso com a legalidade, o respeito ao devido processo e a proteção dos direitos dos povos indígenas e repudia qualquer ato de preconceito contra indígenas em decorrência do caso.

A equipe da Rede Onda Digital também solicitou informações das polícias Federal e Civil, e até o momento não houve posicionamento.

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Um homem, até o momento não identificado, foi morto a flechadas por indígenas da etnia Pirahã, na região do quilômetro 45 da BR-230, a Transamazônica, no sul do Amazonas.

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Ainda de acordo com os relatos, os indígenas Pirahã recebem assistência da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), mas quando falta apoio eles acabam entrando em confronto com comunidades próximas.

Respostas

A Funai informou que está acompanhando a situação em conjunto com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e está avaliando todo o contexto do conflito. As forças de segurança já foram acionadas e estão em diálogo com as equipes regionais da Funai para evitar conflitos.

Ao ser questionada sobre a falta de assistência aos indígenas, que teria ocasionado no crime, a Fundação destacou que “não executa diretamente as políticas de segurança pública. A autarquia é responsável por orientar a política indigenista, em parceria com outros órgãos da União, dos estados, do DF e dos municípios. Nesse contexto, a Funai pode acionar as forças de segurança quando necessário, bem como realizar articulações para garantir a segurança pública nas comunidades indígenas. Assim sendo, cabe aos órgãos de segurança competentes a investigação e perícia do ocorrido”.

Confira a nota na íntegra;
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) informa que tomou conhecimento dos fatos recentemente divulgados. E, em conjunto com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), acompanha a situação na região da Transamazônica e está avaliando todo o contexto do conflito. As forças de segurança já foram acionadas e estão em diálogo com as equipes regionais da Funai para evitar conflitos.
Cabe reforçar que a Funai não executa diretamente as políticas de segurança pública. A autarquia é responsável por orientar a política indigenista, em parceria com outros órgãos da União, dos estados, do DF e dos municípios. Nesse contexto, a Funai pode acionar as forças de segurança quando necessário, bem como realizar articulações para garantir a segurança pública nas comunidades indígenas. Assim sendo, cabe aos órgãos de segurança competentes a investigação e perícia do ocorrido. Clique aqui e saiba mais sobre o papel da Funai na segurança das comunidades indígenas.
É necessária a cooperação de todos para que a investigação possa prosseguir, havendo a devida apuração dos fatos e a garantia do devido processo legal, não se atribuindo responsabilidades sem comprovação. A Funai reitera a solidariedade a todos os afetados bem como reafirma seu compromisso com a legalidade, o respeito ao devido processo e a proteção dos direitos dos povos indígenas e repudia qualquer ato de preconceito contra indígenas em decorrência do caso.

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