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Um dos maiores serial killers do Brasil é preso trabalhando como garçom em Cabo Frio

O assassino só foi descoberto e preso após se envolver em uma briga numa festa, onde acabou confessando o homicídio da turista paulista.

Com uma operação de inteligência que durou aproximadamente uma semana, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um dos maiores serial killers do Brasil, procurado pelas forças policiais há dois anos.

Roberto Marcelo Paiva Ramos, foi condenado a 60 anos de prisão por matar pelo menos sete mulheres em Minas Gerais e Bahia. Trabalhando como garçom, em Cabo Frio, a investigação indicou que Roberto chegou à região há pelo menos 45 dias e vivia em uma casa alugada.

Segundo o delegado responsável, Sergio Caldas, da 126ª DP, através do setor de inteligência e trocas de informações com outros estados, foi encontrado o possível paradeiro do criminoso.

“Ele estava foragido de Minas, depois de ter ficado preso mais de 20 anos. Percebemos que ele tinha uma extensa ficha criminal, crimes contra a vida e focado em mulheres, por isso nos dedicamos para cumprir os mandados em aberto.” disse o delegado.

Segundo o delegado, após a identificação, houve o trabalho para definir como seria a melhor abordagem para prender Roberto. Ainda conforme a polícia, quando foi preso, o assassino estava próximo de um mercado de peixe e após ser abordado, não apresentou resistência.


Leia mais:

“Serial Killer do Amazonas” é preso após mortes brutais

Homem mata seis gatos ao atear fogo na casa da ex-companheira


Segundo o TJMG, há 15 processos na Justiça mineira contra o homem, sendo 13 em Juiz de Fora, um em Muriaé e outro em Varginha. Entre as ocorrências estão: homicídio qualificado, furto, roubo, latrocínio, além de envolvimento com tráfico de drogas e armas.

Ao ser levado para a delegacia, Ramos repetiu a versão de que não é responsável pelo assassinato da turista paulista Adriana Chamie Nunes, com 32 anos na época, em uma pousada em Arraial D’Ajuda, Bahia.

Adriana teria sido estrangulada por Ramos com um fio elétrico e depois foi agredida na cabeça com um porrete. O assassino só foi descoberto e preso após se envolver em uma briga numa festa, onde acabou confessando o homicídio da turista paulista. Na época, ele já era foragido da Justiça de Minas Gerais, onde cumpria pena por homicídio.

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Com uma operação de inteligência que durou aproximadamente uma semana, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um dos maiores serial killers do Brasil, procurado pelas forças policiais há dois anos.

Roberto Marcelo Paiva Ramos, foi condenado a 60 anos de prisão por matar pelo menos sete mulheres em Minas Gerais e Bahia. Trabalhando como garçom, em Cabo Frio, a investigação indicou que Roberto chegou à região há pelo menos 45 dias e vivia em uma casa alugada.

Segundo o delegado responsável, Sergio Caldas, da 126ª DP, através do setor de inteligência e trocas de informações com outros estados, foi encontrado o possível paradeiro do criminoso.

“Ele estava foragido de Minas, depois de ter ficado preso mais de 20 anos. Percebemos que ele tinha uma extensa ficha criminal, crimes contra a vida e focado em mulheres, por isso nos dedicamos para cumprir os mandados em aberto.” disse o delegado.

Segundo o delegado, após a identificação, houve o trabalho para definir como seria a melhor abordagem para prender Roberto. Ainda conforme a polícia, quando foi preso, o assassino estava próximo de um mercado de peixe e após ser abordado, não apresentou resistência.


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