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Acordo Mercosul–União Europeia avança e segue para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25/2) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O texto segue agora para análise do Senado, última etapa antes da ratificação pelo Brasil.

O tratado prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação que abrangem mais de 90% do comércio entre os dois blocos. A proposta, negociada ao longo de mais de 25 anos e assinada em janeiro no Paraguai, pode formar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, conectando um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas e movimentando aproximadamente 22 trilhões de dólares em Produto Interno Bruto (PIB).

Antes da votação, o relator da matéria na Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), reuniu-se com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e com o presidente da Casa, Hugo Motta. Parlamentares manifestaram preocupação com mecanismos de salvaguarda previstos no acordo, especialmente em relação ao setor do agronegócio.


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O acordo estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios. A expectativa do governo é que a medida amplie o fluxo de bens e serviços, reduza custos para exportadores e fortaleça a integração econômica entre América do Sul e Europa.

Apesar da aprovação no Brasil, o tratado ainda precisa ser ratificado por todos os países do Mercosul, conforme os procedimentos legislativos de cada nação. Na Europa, o acordo enfrenta questionamentos e foi encaminhado ao Tribunal de Justiça da União Europeia, o que pode atrasar sua implementação definitiva.

No Senado brasileiro, a Comissão de Relações Exteriores aprovou a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a tramitação e os impactos do acordo. O colegiado deverá analisar os efeitos da abertura comercial em diferentes setores da economia antes da votação final.

(*)Com informações do G1

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25/2) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O texto segue agora para análise do Senado, última etapa antes da ratificação pelo Brasil.

O tratado prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação que abrangem mais de 90% do comércio entre os dois blocos. A proposta, negociada ao longo de mais de 25 anos e assinada em janeiro no Paraguai, pode formar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, conectando um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas e movimentando aproximadamente 22 trilhões de dólares em Produto Interno Bruto (PIB).

Antes da votação, o relator da matéria na Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), reuniu-se com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e com o presidente da Casa, Hugo Motta. Parlamentares manifestaram preocupação com mecanismos de salvaguarda previstos no acordo, especialmente em relação ao setor do agronegócio.


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No Senado brasileiro, a Comissão de Relações Exteriores aprovou a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a tramitação e os impactos do acordo. O colegiado deverá analisar os efeitos da abertura comercial em diferentes setores da economia antes da votação final.

(*)Com informações do G1

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