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Alberto Neto e outros políticos de direita do AM se manifestam após operação da PF contra Bolsonaro

A operação da Polícia Federal (PF) realizada na manhã desta sexta-feira (18/7) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mobilizou a classe política no Amazonas. Agentes federais cumpriram mandados na residência de Bolsonaro e na sede nacional do Partido Liberal (PL), em Brasília.

No estado, políticos do Partido Liberal (PL), como o deputado federal Capitão Alberto Neto, os deputados estaduais Débora Menezes e Delegado Péricles, além de vereadores como Coronel Rosses e Raiff Matos, se manifestaram publicamente em defesa do ex-presidente e contra o que consideram uma “perseguição política”.

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), líder da oposição na Câmara, divulgou uma nota classificando a operação como um grave abuso de poder.

“O Brasil ultrapassou mais um limite perigoso. Trata-se de um episódio grave de abuso de poder, marcado pela instrumentalização das instituições para fins de perseguição política. […] É urgente que os organismos internacionais de defesa dos direitos humanos, da democracia e do Estado de Direito se manifestem diante dos abusos que se acumulam. A atuação do ministro Alexandre de Moraes já extrapolou todos os limites do aceitável, configurando uma ameaça direta às liberdades civis e à normalidade democrática no Brasil”, afirmou Alberto Neto.

A deputada estadual Débora Menezes também usou as redes sociais para criticar a operação, publicando um vídeo em que cita declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Quando Trump afirma que o regime instalado no Brasil persegue Bolsonaro, não exagera. A operação da PF hoje contra JB, motivada por uma ação do PT, sob relatoria de Alexandre de Moraes, com parecer favorável da PGR, visa proibi-lo de usar redes sociais, acessar embaixadas, usar tornozeleira e outros absurdos. Que país é esse?”, escreveu na legenda.

Outro que se manifestou foi o deputado estadual Delegado Péricles. Ele afirmou que a operação representa um “capítulo vergonhoso de perseguição política no Brasil”. Em publicação, declarou:

 “A operação da PF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, com tornozeleira, censura nas redes e restrições de liberdade, é mais um capítulo vergonhoso de perseguição política no Brasil. Trata-se de uma clara retaliação por ele continuar sendo uma liderança respeitada e apoiada por autoridades mundiais, inclusive pelo presidente dos EUA. Como delegado e parlamentar, defendo o devido processo legal, o respeito à Constituição e à presunção de inocência. O que estamos vendo é autoritarismo disfarçado de legalidade”.

Entre os vereadores, Coronel Rosses compartilhou uma imagem de Bolsonaro em tom de protesto.

“Perseguição escancarada. […] O sistema continua atacando o maior líder da direita, isso precisa acabar”, escreveu na legenda da publicação.

O vereador Raiff Matos também se posicionou contra a medida judicial que impôs tornozeleira eletrônica ao ex-presidente. Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele questionou a decisão:

“Tornozeleira em um ex-presidente do Brasil? O que estamos vendo ultrapassa qualquer limite do bom senso”.

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A operação da Polícia Federal (PF) realizada na manhã desta sexta-feira (18/7) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mobilizou a classe política no Amazonas. Agentes federais cumpriram mandados na residência de Bolsonaro e na sede nacional do Partido Liberal (PL), em Brasília.

No estado, políticos do Partido Liberal (PL), como o deputado federal Capitão Alberto Neto, os deputados estaduais Débora Menezes e Delegado Péricles, além de vereadores como Coronel Rosses e Raiff Matos, se manifestaram publicamente em defesa do ex-presidente e contra o que consideram uma “perseguição política”.

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), líder da oposição na Câmara, divulgou uma nota classificando a operação como um grave abuso de poder.

“O Brasil ultrapassou mais um limite perigoso. Trata-se de um episódio grave de abuso de poder, marcado pela instrumentalização das instituições para fins de perseguição política. […] É urgente que os organismos internacionais de defesa dos direitos humanos, da democracia e do Estado de Direito se manifestem diante dos abusos que se acumulam. A atuação do ministro Alexandre de Moraes já extrapolou todos os limites do aceitável, configurando uma ameaça direta às liberdades civis e à normalidade democrática no Brasil”, afirmou Alberto Neto.

A deputada estadual Débora Menezes também usou as redes sociais para criticar a operação, publicando um vídeo em que cita declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Quando Trump afirma que o regime instalado no Brasil persegue Bolsonaro, não exagera. A operação da PF hoje contra JB, motivada por uma ação do PT, sob relatoria de Alexandre de Moraes, com parecer favorável da PGR, visa proibi-lo de usar redes sociais, acessar embaixadas, usar tornozeleira e outros absurdos. Que país é esse?”, escreveu na legenda.

Outro que se manifestou foi o deputado estadual Delegado Péricles. Ele afirmou que a operação representa um “capítulo vergonhoso de perseguição política no Brasil”. Em publicação, declarou:

 “A operação da PF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, com tornozeleira, censura nas redes e restrições de liberdade, é mais um capítulo vergonhoso de perseguição política no Brasil. Trata-se de uma clara retaliação por ele continuar sendo uma liderança respeitada e apoiada por autoridades mundiais, inclusive pelo presidente dos EUA. Como delegado e parlamentar, defendo o devido processo legal, o respeito à Constituição e à presunção de inocência. O que estamos vendo é autoritarismo disfarçado de legalidade”.

Entre os vereadores, Coronel Rosses compartilhou uma imagem de Bolsonaro em tom de protesto.

“Perseguição escancarada. […] O sistema continua atacando o maior líder da direita, isso precisa acabar”, escreveu na legenda da publicação.

O vereador Raiff Matos também se posicionou contra a medida judicial que impôs tornozeleira eletrônica ao ex-presidente. Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele questionou a decisão:

“Tornozeleira em um ex-presidente do Brasil? O que estamos vendo ultrapassa qualquer limite do bom senso”.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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