O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (8) que pretende enviar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os dados mais recentes sobre a redução do desmatamento na Amazônia.
Durante evento com movimentos sociais em São Paulo, Lula disse que os números contradizem um dos argumentos utilizados pelos Estados Unidos para justificar a adoção de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
“Quero preparar os números e mandar para o meu amigo Trump, para ele saber que quem informou não informou sobre a verdade”, afirmou o presidente.
Segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia registrou, entre agosto de 2025 e julho de 2026, a menor área sob alerta de desmatamento da série histórica iniciada em 2016.
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Repercussão internacional
Lula pretende usar os números para reforçar, no cenário internacional, a atuação do Brasil no combate à devastação da floresta. A questão ambiental ganhou ainda mais relevância nas relações entre Brasília e Washington depois que o governo norte-americano citou o combate ao desmatamento entre os argumentos relacionados às medidas comerciais contra o Brasil.
Ao destacar os dados, Lula também buscou defender a política ambiental de seu governo e apresentar a redução da devastação na Amazônia como um dos resultados da atuação brasileira na proteção da floresta.
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“Quero preparar os números e mandar para o meu amigo Trump, para ele saber que quem informou não informou sobre a verdade”, afirmou o presidente.
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