Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Alcolumbre promete votar PEC do fim da escala 6×1 após eleições

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 será votada no plenário da Casa após as eleições. A declaração foi dada nesta quarta-feira (3), durante sessão, após um apelo do senador Paulo Paim (PT-RS), um dos principais defensores da mudança.

“Aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa, vem me dar um abraço para dizer para a vossa excelência e para o Brasil, senador Paulo Paim, que vossa excelência estará aqui votando após as eleições ao fim da escala 6×1 no plenário do Senado Federal”, afirmou Alcolumbre.

A promessa ocorre após uma sequência de movimentos que destravaram a proposta no Senado. A PEC 221/2019, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, estava parada na Casa desde maio. Em agosto, Alcolumbre encaminhou o texto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta avançou nesta semana.

Com a aprovação na CCJ, a matéria está apta a seguir para o plenário. No entanto, a decisão de Alcolumbre de deixar a análise para depois do primeiro turno das eleições adiou a expectativa de uma votação imediata. A PEC precisa ser aprovada em dois turnos pelo Senado antes de seguir para a etapa seguinte.

O que prevê o fim da escala 6×1

A proposta acaba com o modelo em que o trabalhador exerce atividades durante seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso. O texto aprovado na Câmara prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, além de dois dias de descanso por semana.

A mudança representa uma das principais pautas trabalhistas em discussão no Congresso e tem sido defendida por centrais sindicais, parlamentares de esquerda e integrantes do governo Lula.

Em julho, Alcolumbre recebeu representantes de centrais sindicais e parlamentares para discutir a proposta. Na ocasião, segundo Paim, o presidente do Senado avaliou a possibilidade de reduzir o período de transição de 14 meses previsto no texto aprovado pela Câmara.


Leia mais

Como a crise Moraes-Vorcaro pode afetar a votação do fim da escala 6×1 no Senado

CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1; PEC vai ao plenário


Governo queria votação antes das eleições

A decisão de deixar a votação para depois do primeiro turno contraria a expectativa do governo federal, que trabalhava para acelerar a análise da proposta antes do período eleitoral. A avaliação política é que a votação da 6×1 tem forte potencial de repercussão entre os trabalhadores e pode se tornar uma das pautas de maior visibilidade da campanha presidencial.

No dia 26 de agosto, o presidente Lula (PT) chegou a se reunir com Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, e Alcolumbre, o que explicitou a reaproximação do governo com o presidente do Congresso, e garantiu que o tema seria colocado em tramitação com a “urgência que o país merece”.

A proposta também divide opiniões entre setores empresariais e representantes dos trabalhadores. Enquanto sindicatos defendem a redução da jornada como forma de melhorar a qualidade de vida e ampliar o tempo de descanso, setores produtivos demonstram preocupação com os custos e os impactos da mudança sobre as empresas.

Com o calendário definido por Alcolumbre, a disputa agora se desloca para o plenário do Senado. A expectativa é que, encerrado o primeiro turno das eleições, os senadores retomem a discussão sobre uma das mudanças mais relevantes na legislação trabalhista dos últimos anos.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 será votada no plenário da Casa após as eleições. A declaração foi dada nesta quarta-feira (3), durante sessão, após um apelo do senador Paulo Paim (PT-RS), um dos principais defensores da mudança.

“Aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa, vem me dar um abraço para dizer para a vossa excelência e para o Brasil, senador Paulo Paim, que vossa excelência estará aqui votando após as eleições ao fim da escala 6×1 no plenário do Senado Federal”, afirmou Alcolumbre.

A promessa ocorre após uma sequência de movimentos que destravaram a proposta no Senado. A PEC 221/2019, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, estava parada na Casa desde maio. Em agosto, Alcolumbre encaminhou o texto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta avançou nesta semana.

Com a aprovação na CCJ, a matéria está apta a seguir para o plenário. No entanto, a decisão de Alcolumbre de deixar a análise para depois do primeiro turno das eleições adiou a expectativa de uma votação imediata. A PEC precisa ser aprovada em dois turnos pelo Senado antes de seguir para a etapa seguinte.

O que prevê o fim da escala 6×1

A proposta acaba com o modelo em que o trabalhador exerce atividades durante seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso. O texto aprovado na Câmara prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, além de dois dias de descanso por semana.

A mudança representa uma das principais pautas trabalhistas em discussão no Congresso e tem sido defendida por centrais sindicais, parlamentares de esquerda e integrantes do governo Lula.

Em julho, Alcolumbre recebeu representantes de centrais sindicais e parlamentares para discutir a proposta. Na ocasião, segundo Paim, o presidente do Senado avaliou a possibilidade de reduzir o período de transição de 14 meses previsto no texto aprovado pela Câmara.


Leia mais

Como a crise Moraes-Vorcaro pode afetar a votação do fim da escala 6×1 no Senado

CCJ do Senado aprova fim da escala 6×1; PEC vai ao plenário


Governo queria votação antes das eleições

A decisão de deixar a votação para depois do primeiro turno contraria a expectativa do governo federal, que trabalhava para acelerar a análise da proposta antes do período eleitoral. A avaliação política é que a votação da 6×1 tem forte potencial de repercussão entre os trabalhadores e pode se tornar uma das pautas de maior visibilidade da campanha presidencial.

No dia 26 de agosto, o presidente Lula (PT) chegou a se reunir com Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, e Alcolumbre, o que explicitou a reaproximação do governo com o presidente do Congresso, e garantiu que o tema seria colocado em tramitação com a “urgência que o país merece”.

A proposta também divide opiniões entre setores empresariais e representantes dos trabalhadores. Enquanto sindicatos defendem a redução da jornada como forma de melhorar a qualidade de vida e ampliar o tempo de descanso, setores produtivos demonstram preocupação com os custos e os impactos da mudança sobre as empresas.

Com o calendário definido por Alcolumbre, a disputa agora se desloca para o plenário do Senado. A expectativa é que, encerrado o primeiro turno das eleições, os senadores retomem a discussão sobre uma das mudanças mais relevantes na legislação trabalhista dos últimos anos.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Fachin retira acusações de Moraes contra Mendonça do inquérito das Fake News

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (4/9) a retirada das acusações feitas por Alexandre de Moraes contra André...

Datafolha: Lula mantém liderança, mas vantagem sobre Flávio diminui no 1º turno

A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (3/9), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial no primeiro...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Campanha de Wilson Lima é alvo de ataque a tiros; PM é baleado

A campanha do ex-governador do Amazonas e candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) foi alvo de um atentado a tiros na noite de...

PF produziu relatório de inteligência sobre atuação de André Mendonça no caso Master

A Polícia Federal (PF) produziu um relatório de inteligência de 50 páginas para analisar decisões e condutas do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Vanda Witoto defende participação indígena nas decisões sobre a BR-319

A candidata a deputada federal Vanda Witoto, do MDB, defendeu que povos indígenas e comunidades que vivem no entorno da BR-319 tenham participação nas...

Vorcaro diz que R$ 5 milhões doados a Tarcísio e Bolsonaro em 2022 eram propina

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em uma proposta de delação premiada, que os R$ 5 milhões doados às campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos)...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Fachin retira acusações de Moraes contra Mendonça do inquérito das Fake News

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (4/9) a retirada das acusações feitas por Alexandre de Moraes contra André...

Datafolha: Lula mantém liderança, mas vantagem sobre Flávio diminui no 1º turno

A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (3/9), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial no primeiro...

Campanha de Wilson Lima é alvo de ataque a tiros; PM é baleado

A campanha do ex-governador do Amazonas e candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) foi alvo de um atentado a tiros na noite de...

PF produziu relatório de inteligência sobre atuação de André Mendonça no caso Master

A Polícia Federal (PF) produziu um relatório de inteligência de 50 páginas para analisar decisões e condutas do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal...

Vanda Witoto defende participação indígena nas decisões sobre a BR-319

A candidata a deputada federal Vanda Witoto, do MDB, defendeu que povos indígenas e comunidades que vivem no entorno da BR-319 tenham participação nas...

Vorcaro diz que R$ 5 milhões doados a Tarcísio e Bolsonaro em 2022 eram propina

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em uma proposta de delação premiada, que os R$ 5 milhões doados às campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos)...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]