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Amom diz que Azul vai reduzir preços de passagens para o Festival de Parintins

O deputado federal Amom Mandel (Republicanos) afirmou na segunda-feira (6) que a Azul Linhas Aéreas se comprometeu a reduzir os preços das passagens para o Festival de Parintins deste ano após pressão de seu mandato. Segundo ele, a empresa prometeu ampliar a oferta de voos mais próximos ao evento, o que pode baratear as tarifas, atualmente alvo de críticas por valores considerados abusivos.

A medida ocorre após o parlamentar acionar a Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, para investigar o alto preço das passagens aéreas durante o Festival de Parintins.

Em entrevista ao programa Onda News, Amom Mandel criticou a postura da Agência Nacional de Aviação Civil, que, segundo ele, teria atribuído os valores à lógica de mercado, baseada em oferta e demanda. Para Amom, no entanto, os preços praticados são abusivos e não se justificam.

Com isso, segundo Amom, a Azul entrou em contato com seu mandato para pedir desculpas e garantir a ampliação na oferta de voos no período antecedente ao festival, que acontece em junho.

Apesar disso, o deputado disse que vai acompanhar a situação e cobrar providências caso a promessa não se concretizem. Segundo ele, se houver divergência entre o que foi informado pelas companhias e a prática no mercado, o caso será novamente levado às autoridades de defesa do consumidor.

Concorrência

Na ocasião, Mandel criticou  a falta de concorrência no setor aéreo, o que, de acordo com ele, prejudica diretamente a população do Amazonas.

O parlamentar apontou ainda que o mercado aéreo na região é concentrado nas empresas Azul Linhas Aéreas, Gol Linhas Aéreas e LATAM Airlines, o que, segundo ele, configura um “oligopólio” que limita a concorrência e mantém os preços elevados.

Amom afirmou que, apesar do discurso favorável ao livre mercado, essas companhias atuariam nos bastidores para dificultar a entrada de novas empresas no país. Para ele, a ampliação da concorrência, inclusive com empresas estrangeiras, poderia aumentar a oferta de voos e reduzir o custo das passagens.

O deputado também criticou o que classificou como “capitalismo predatório” e defendeu maior atuação de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Aviação Civil, para facilitar o acesso de novas companhias ao mercado.


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Impacto população local

Segundo o parlamentar, o impacto dos preços altos vai além da economia e atinge a cultura local. Ele destacou que muitos moradores do Amazonas acabam impedidos de participar do festival em Parintins, um dos maiores eventos culturais do país.

“A consequência disso é que a população do Amazonas, que deveria ter o seu acesso facilitado a um festival feito por pessoas daqui do Amazonas e para pessoas do Amazonas, embora todo mundo do Brasil possa e seja mais do que convidado a ir lá prestigiar, isso e ajudar a aumentar a economia de Parintins, a gente não pode excluir o amazonense da própria produção cultural dele”, afirmou, ao defender medidas que garantam acesso mais amplo da população ao festival.
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O deputado federal Amom Mandel (Republicanos) afirmou na segunda-feira (6) que a Azul Linhas Aéreas se comprometeu a reduzir os preços das passagens para o Festival de Parintins deste ano após pressão de seu mandato. Segundo ele, a empresa prometeu ampliar a oferta de voos mais próximos ao evento, o que pode baratear as tarifas, atualmente alvo de críticas por valores considerados abusivos.

A medida ocorre após o parlamentar acionar a Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, para investigar o alto preço das passagens aéreas durante o Festival de Parintins.

Em entrevista ao programa Onda News, Amom Mandel criticou a postura da Agência Nacional de Aviação Civil, que, segundo ele, teria atribuído os valores à lógica de mercado, baseada em oferta e demanda. Para Amom, no entanto, os preços praticados são abusivos e não se justificam.

Com isso, segundo Amom, a Azul entrou em contato com seu mandato para pedir desculpas e garantir a ampliação na oferta de voos no período antecedente ao festival, que acontece em junho.

Apesar disso, o deputado disse que vai acompanhar a situação e cobrar providências caso a promessa não se concretizem. Segundo ele, se houver divergência entre o que foi informado pelas companhias e a prática no mercado, o caso será novamente levado às autoridades de defesa do consumidor.

Concorrência

Na ocasião, Mandel criticou  a falta de concorrência no setor aéreo, o que, de acordo com ele, prejudica diretamente a população do Amazonas.

O parlamentar apontou ainda que o mercado aéreo na região é concentrado nas empresas Azul Linhas Aéreas, Gol Linhas Aéreas e LATAM Airlines, o que, segundo ele, configura um “oligopólio” que limita a concorrência e mantém os preços elevados.

Amom afirmou que, apesar do discurso favorável ao livre mercado, essas companhias atuariam nos bastidores para dificultar a entrada de novas empresas no país. Para ele, a ampliação da concorrência, inclusive com empresas estrangeiras, poderia aumentar a oferta de voos e reduzir o custo das passagens.

O deputado também criticou o que classificou como “capitalismo predatório” e defendeu maior atuação de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Aviação Civil, para facilitar o acesso de novas companhias ao mercado.


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