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Amom Mandel revela convites de vários partidos e admite possível mudança

O deputado federal Amom Mandel, atualmente filiado ao Cidadania, afirmou nesta quarta-feira (18/02) em entrevista ao programa Conexão Onda, da Rede Onda Digital, que tem recebido convites de diferentes partidos e que as conversas fazem parte de articulações políticas que já ocorrem há mais de dois anos.

“Seja com o Republicanos, seja com outros partidos, porque não é a única discussão que tem na mesa. E outros partidos já me fizeram convites”, disparou.

Segundo o parlamentar, as articulações envolvem negociações em âmbito nacional e incluem diferentes siglas, como Republicanos, Podemos, PSD e o Avante, em âmbito nacional.

“O próprio Republicanos já fez convite independentemente da possibilidade de federações, o PSD fez convites, o Podemos fez convites, tudo isso a nível nacional. Já teve gente, por exemplo, do MDB, até do próprio Avante, que já tentou falar comigo a nível nacional e que eu rejeitei”, pontuou.

Mandel destacou que apesar de ter essas conversas, ainda não há uma definição, pois, segundo ele, a decisão depende de fatores estruturais e políticos.

“São articulações que já vêm acontecendo há mais de dois anos e que não têm ali uma conclusão definida ainda, porque tudo isso depende também de outras circunstâncias a nível nacional, de outros contextos partidários e de condições relacionadas tanto a questões de recursos partidários, não para a minha campanha, mas para outras pessoas de chapas, como também de espaço dentro da Câmara dos Deputados”, explicou o parlamentar.

Amom também ressaltou que busca uma legenda que ofereça maior projeção e condições de atuação na Câmara dos Deputados.

“Eu quero ir para um partido que me dê mais condições do que o próprio Cidadania me dê. Que me dê mais espaço nas comissões da Câmara dos Deputados, a possibilidade de uma presidência”, completou.

Assista:

 


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O parlamentar lidera a articulação para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar o chamado “cartel do asfalto” e durante a entrevista afirmou que segue na fase de coleta de assinaturas necessárias para protocolar o pedido no Congresso Nacional.

Além disso, o deputado federal comentou sobre os projetos para reduzir privilégios no poder público, como controlar gastos da cota parlamentar e impedir salários acima do teto, especialmente no judiciário.

“Nós temos ali, por exemplo, alguns projetos de resolução para mudar o regimento da Câmara dos Deputados para controlar melhor ali, por exemplo, o gasto do cotão. Nós temos alguns projetos que eu assinei para impedir ali aqueles penduricalhos, então são projetos que devem impedir salários acima do teto, tanto para o judiciário, que hoje já é um absurdo, está acontecendo em todo o canto, a gente vê esse tipo de coisa acontecendo, são os salários astronômicos, dependendo do funcionário público, que às vezes é um juiz que é concursado e que deveria receber no máximo 40 mil reais por mês, que por sinal já é um salário muito alto”, explicou.

Outro ponto também relatado no programa, foi o envolvimento do parlamentar na defesa da Zona Franca de Manaus, com apoio da Suframa. Ele também é a favor da PEC que limita o número de políticos (federais e estaduais) para reduzir gastos e melhorar serviços públicos.

“Eu sou autor de uma PEC para isso, de um requerimento de PEC, então é óbvio que eu sou a favor de limitar a quantidade de deputados, não só estaduais, mas também federais e a quantidade de políticos em geral no nosso Brasil. A gente tem muitos políticos para pouco serviço efetivo sendo feito, muito dinheiro escorrendo pelo ralo, seja para ir para o salário dos políticos ou para a corrupção, e eu acho que a gente poderia ter um sistema mais eficiente, ter uma reforma política e administrativa no nosso país que fizesse a diferença nessa questão dos cargos eletivos, reduzindo ali os penduricalhos, reduzindo os privilégios”, disse Amom.

Em relação à educação, deputado federal cita projetos para fornecer água potável nas escolas, visando diminuir a evasão escolar e tornar as escolas centros comunitários de apoio, inspirados em experiências para reduzir a violência.

“Bom, nós temos ali alguns projetos para que já foram aprovados, inclusive, por exemplo para o fornecimento de água potável nas escolas. Nós temos um estudo que mostra que a evasão escolar, especialmente na Amazônia e estados da região do Nordeste, um dos principais motivos para a evasão escolar é a falta de insumos básicos também em casa, por exemplo, falta de água potável, falta de alimentação, dentre outras questões, é por isso que os estudos mostram que quando a gente tem mais refeições sendo realizadas nas escolas, menor é a evasão escolar. Então com o projeto que foi aprovado para o fornecimento de água potável nas escolas, aqui na Amazônia”, explicou.

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O deputado federal Amom Mandel, atualmente filiado ao Cidadania, afirmou nesta quarta-feira (18/02) em entrevista ao programa Conexão Onda, da Rede Onda Digital, que tem recebido convites de diferentes partidos e que as conversas fazem parte de articulações políticas que já ocorrem há mais de dois anos.

“Seja com o Republicanos, seja com outros partidos, porque não é a única discussão que tem na mesa. E outros partidos já me fizeram convites”, disparou.

Segundo o parlamentar, as articulações envolvem negociações em âmbito nacional e incluem diferentes siglas, como Republicanos, Podemos, PSD e o Avante, em âmbito nacional.

“O próprio Republicanos já fez convite independentemente da possibilidade de federações, o PSD fez convites, o Podemos fez convites, tudo isso a nível nacional. Já teve gente, por exemplo, do MDB, até do próprio Avante, que já tentou falar comigo a nível nacional e que eu rejeitei”, pontuou.

Mandel destacou que apesar de ter essas conversas, ainda não há uma definição, pois, segundo ele, a decisão depende de fatores estruturais e políticos.

“São articulações que já vêm acontecendo há mais de dois anos e que não têm ali uma conclusão definida ainda, porque tudo isso depende também de outras circunstâncias a nível nacional, de outros contextos partidários e de condições relacionadas tanto a questões de recursos partidários, não para a minha campanha, mas para outras pessoas de chapas, como também de espaço dentro da Câmara dos Deputados”, explicou o parlamentar.

Amom também ressaltou que busca uma legenda que ofereça maior projeção e condições de atuação na Câmara dos Deputados.

“Eu quero ir para um partido que me dê mais condições do que o próprio Cidadania me dê. Que me dê mais espaço nas comissões da Câmara dos Deputados, a possibilidade de uma presidência”, completou.

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“Nós temos ali, por exemplo, alguns projetos de resolução para mudar o regimento da Câmara dos Deputados para controlar melhor ali, por exemplo, o gasto do cotão. Nós temos alguns projetos que eu assinei para impedir ali aqueles penduricalhos, então são projetos que devem impedir salários acima do teto, tanto para o judiciário, que hoje já é um absurdo, está acontecendo em todo o canto, a gente vê esse tipo de coisa acontecendo, são os salários astronômicos, dependendo do funcionário público, que às vezes é um juiz que é concursado e que deveria receber no máximo 40 mil reais por mês, que por sinal já é um salário muito alto”, explicou.

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“Eu sou autor de uma PEC para isso, de um requerimento de PEC, então é óbvio que eu sou a favor de limitar a quantidade de deputados, não só estaduais, mas também federais e a quantidade de políticos em geral no nosso Brasil. A gente tem muitos políticos para pouco serviço efetivo sendo feito, muito dinheiro escorrendo pelo ralo, seja para ir para o salário dos políticos ou para a corrupção, e eu acho que a gente poderia ter um sistema mais eficiente, ter uma reforma política e administrativa no nosso país que fizesse a diferença nessa questão dos cargos eletivos, reduzindo ali os penduricalhos, reduzindo os privilégios”, disse Amom.

Em relação à educação, deputado federal cita projetos para fornecer água potável nas escolas, visando diminuir a evasão escolar e tornar as escolas centros comunitários de apoio, inspirados em experiências para reduzir a violência.

“Bom, nós temos ali alguns projetos para que já foram aprovados, inclusive, por exemplo para o fornecimento de água potável nas escolas. Nós temos um estudo que mostra que a evasão escolar, especialmente na Amazônia e estados da região do Nordeste, um dos principais motivos para a evasão escolar é a falta de insumos básicos também em casa, por exemplo, falta de água potável, falta de alimentação, dentre outras questões, é por isso que os estudos mostram que quando a gente tem mais refeições sendo realizadas nas escolas, menor é a evasão escolar. Então com o projeto que foi aprovado para o fornecimento de água potável nas escolas, aqui na Amazônia”, explicou.

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