Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Arcabouço fiscal é aprovado em comissão e segue para votação no Senado

Proposta do arcabouço fiscal deve ser votada no plenário do Senado ainda hoje, e passará por nova rodada na Câmara.

Com 19 votos a favor e 6 contrários, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (21) a proposta de nova regra fiscal conhecida como “arcabouço fiscal”. O senador Omar Aziz (PSD-AM) é o relator do texto aprovado.

A proposta, que vai substituir o teto de gastos, estabelece um piso para crescimento das despesas públicas, que só poderão subir se também houver aumento da receita.

Entre as medidas previstas no relatório, estão a instituição de um teto para o crescimento das despesas do governo, com o intuito de controlar os gastos públicos e reduzir o déficit fiscal. Durante a votação realizada por blocos partidários, o relatório recebeu apoio massivo da base do governo, que vê o marco fiscal como uma saída para garantir a estabilidade econômica do País.


Leia mais:

Senador Omar vai retirar Fundeb do limite de gastos do Arcabouço Fiscal

Arcabouço fiscal: entenda efeitos práticos na economia e próximos passos após aprovação na Câmara


Agora, o texto segue para votação no plenário do Senado. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai pautar a matéria ainda nesta quarta.

Aziz excluiu dos limites do arcabouço fiscal o Fundo Constitucional do DF, o Fundeb e gastos com ciência e tecnologia de forma geral.

Durante a votação, Aziz afirmou:

“Os itens principais que retirei do arcabouço, como o Fundo Constitucional do Distrito Federal e o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) são todas questões técnicas e políticas, mas também que visam não prejudicar a boa administração nos Estados. Acredito sim que o Brasil vai voltar a crescer, e todos nós, independente de questões ideológicas, trabalhamos para isso”.

Durante a sessão na CAE, foram rejeitadas duas emendas com possíveis mudanças ao texto. A primeira estabelecia gatilhos de contenção de despesas que seriam disparados com base na relação entre o Produto Interno Bruto (PIB) e a Dívida Pública.

A segunda excluía os gastos com o piso da enfermagem do rol de despesas submetidas ao arcabouço.

Como o texto sofreu mudanças durante a tramitação no Senado, terá de passar também por nova rodada de votação na Câmara. A expectativa é que a Câmara volte a analisar a proposta do arcabouço fiscal na primeira semana de julho.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Com 19 votos a favor e 6 contrários, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (21) a proposta de nova regra fiscal conhecida como “arcabouço fiscal”. O senador Omar Aziz (PSD-AM) é o relator do texto aprovado.

A proposta, que vai substituir o teto de gastos, estabelece um piso para crescimento das despesas públicas, que só poderão subir se também houver aumento da receita.

Entre as medidas previstas no relatório, estão a instituição de um teto para o crescimento das despesas do governo, com o intuito de controlar os gastos públicos e reduzir o déficit fiscal. Durante a votação realizada por blocos partidários, o relatório recebeu apoio massivo da base do governo, que vê o marco fiscal como uma saída para garantir a estabilidade econômica do País.


Leia mais:

Senador Omar vai retirar Fundeb do limite de gastos do Arcabouço Fiscal

Arcabouço fiscal: entenda efeitos práticos na economia e próximos passos após aprovação na Câmara


Agora, o texto segue para votação no plenário do Senado. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai pautar a matéria ainda nesta quarta.

Aziz excluiu dos limites do arcabouço fiscal o Fundo Constitucional do DF, o Fundeb e gastos com ciência e tecnologia de forma geral.

Durante a votação, Aziz afirmou:

“Os itens principais que retirei do arcabouço, como o Fundo Constitucional do Distrito Federal e o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) são todas questões técnicas e políticas, mas também que visam não prejudicar a boa administração nos Estados. Acredito sim que o Brasil vai voltar a crescer, e todos nós, independente de questões ideológicas, trabalhamos para isso”.

Durante a sessão na CAE, foram rejeitadas duas emendas com possíveis mudanças ao texto. A primeira estabelecia gatilhos de contenção de despesas que seriam disparados com base na relação entre o Produto Interno Bruto (PIB) e a Dívida Pública.

A segunda excluía os gastos com o piso da enfermagem do rol de despesas submetidas ao arcabouço.

Como o texto sofreu mudanças durante a tramitação no Senado, terá de passar também por nova rodada de votação na Câmara. A expectativa é que a Câmara volte a analisar a proposta do arcabouço fiscal na primeira semana de julho.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]