Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Bloqueio do X prejudica trabalho jornalístico e afeta liberdade de imprensa, afirma ANJ

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) expressou sua preocupação com as consequências do bloqueio da rede social X (antigo Twitter) no Brasil para o trabalho da imprensa. A decisão, tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), impede o acesso à plataforma desde 30 de agosto, o que, segundo a ANJ, tem dificultado o cumprimento da missão jornalística de monitorar e verificar informações. A entidade também solicita que a medida seja revista, ressaltando o impacto direto no dever de informar a população com precisão e pluralidade.

O bloqueio do X foi ordenado por Moraes após o empresário Elon Musk, proprietário da rede social, se recusar a nomear um representante legal no Brasil. A determinação permanecerá até que o X designe uma porta-voz no país e pague as multas, que ultrapassaram R$ 18 milhões, por descumprimento de decisões judiciais, incluindo a não suspensão de perfis solicitados. A Primeira Turma do STF manteve a suspensão da rede social no início de setembro, de forma unânime.

Em nota oficial, a ANJ enfatiza que a imigração não exige apenas o acesso a diferentes visões e relatos, essenciais ao jornalismo investigativo, mas também atinge a capacidade de confrontar declarações públicas com dados e fatos reais. Segundo a associação, o trabalho jornalístico baseia-se na verificação de informações distribuídas por diversas fontes, incluindo redes sociais, o que torna o bloqueio uma barreira significativa ao exercício da profissão.


Saiba mais:


A organização destacou que os jornalistas enfrentaram desafios para acessar informações cruciais por meio do X, uma das plataformas mais populares para discussões públicas e declarações oficiais. A ANJ reforça que, sem essa ferramenta, a diversidade de fontes e a capacidade de divulgar informações verificadas ficam comprometidos.

A entidade ainda criticou a proibição de acesso à rede social por meio de VPNs, com multa de R$ 50 mil para quem violar a decisão. Na visão da ANJ, essa medida agrava ainda mais a situação e configura uma ameaça ao trabalho da imprensa, que depende do monitoramento das redes sociais para manter o público bem informado.

Leia a nota na íntegra:

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta sua profunda preocupação com as restrições ao trabalho da imprensa diante da proibição do STF de acesso à rede social X (ex-Twitter) mesmo por meio de VPNs e da ameaça de multa a veículos que precisam, por força de sua missão, monitorar o que ocorre dentro da plataforma.

A entidade tem recebido uma série de informes de veículos e jornalistas que deixaram de ter acesso a visões, relatos e pensamentos de diferentes fontes de notícias, dentro e fora do Brasil, e que são corriqueiramente distribuídos por meio da plataforma. Uma das missões da imprensa é exatamente acompanhar o que se passa nas redes e fazer a devida verificação de versões e declarações, confrontando-as com fatos e dados reais.

A proibição de acesso, portanto, atinge diretamente o dever do jornalismo profissional de restabelecer a verdade dos fatos, quando necessário. Diante destas restrições ao livre trabalho da imprensa, a ANJ espera que o STF reveja a proibição e a eventual punição por acesso a qualquer rede social ou outra fonte de notícias.

11 de setembro de 2024

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) expressou sua preocupação com as consequências do bloqueio da rede social X (antigo Twitter) no Brasil para o trabalho da imprensa. A decisão, tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), impede o acesso à plataforma desde 30 de agosto, o que, segundo a ANJ, tem dificultado o cumprimento da missão jornalística de monitorar e verificar informações. A entidade também solicita que a medida seja revista, ressaltando o impacto direto no dever de informar a população com precisão e pluralidade.

O bloqueio do X foi ordenado por Moraes após o empresário Elon Musk, proprietário da rede social, se recusar a nomear um representante legal no Brasil. A determinação permanecerá até que o X designe uma porta-voz no país e pague as multas, que ultrapassaram R$ 18 milhões, por descumprimento de decisões judiciais, incluindo a não suspensão de perfis solicitados. A Primeira Turma do STF manteve a suspensão da rede social no início de setembro, de forma unânime.

Em nota oficial, a ANJ enfatiza que a imigração não exige apenas o acesso a diferentes visões e relatos, essenciais ao jornalismo investigativo, mas também atinge a capacidade de confrontar declarações públicas com dados e fatos reais. Segundo a associação, o trabalho jornalístico baseia-se na verificação de informações distribuídas por diversas fontes, incluindo redes sociais, o que torna o bloqueio uma barreira significativa ao exercício da profissão.


Saiba mais:


A organização destacou que os jornalistas enfrentaram desafios para acessar informações cruciais por meio do X, uma das plataformas mais populares para discussões públicas e declarações oficiais. A ANJ reforça que, sem essa ferramenta, a diversidade de fontes e a capacidade de divulgar informações verificadas ficam comprometidos.

A entidade ainda criticou a proibição de acesso à rede social por meio de VPNs, com multa de R$ 50 mil para quem violar a decisão. Na visão da ANJ, essa medida agrava ainda mais a situação e configura uma ameaça ao trabalho da imprensa, que depende do monitoramento das redes sociais para manter o público bem informado.

Leia a nota na íntegra:

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta sua profunda preocupação com as restrições ao trabalho da imprensa diante da proibição do STF de acesso à rede social X (ex-Twitter) mesmo por meio de VPNs e da ameaça de multa a veículos que precisam, por força de sua missão, monitorar o que ocorre dentro da plataforma.

A entidade tem recebido uma série de informes de veículos e jornalistas que deixaram de ter acesso a visões, relatos e pensamentos de diferentes fontes de notícias, dentro e fora do Brasil, e que são corriqueiramente distribuídos por meio da plataforma. Uma das missões da imprensa é exatamente acompanhar o que se passa nas redes e fazer a devida verificação de versões e declarações, confrontando-as com fatos e dados reais.

A proibição de acesso, portanto, atinge diretamente o dever do jornalismo profissional de restabelecer a verdade dos fatos, quando necessário. Diante destas restrições ao livre trabalho da imprensa, a ANJ espera que o STF reveja a proibição e a eventual punição por acesso a qualquer rede social ou outra fonte de notícias.

11 de setembro de 2024

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

Mais lidas

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]