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“Não tem uma pessoa tão perseguida”, diz Delegado Péricles sobre Bolsonaro após denúncia da PGR

Em entrevista ao programa “Meio-dia com Jefferson Coronel”, na Rede Onda Digital, o deputado estadual Delegado Péricles (PL), falou sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), contra do ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro.

Crédito: Marcio James
Crédito: Marcio James

Péricles disse que esteve com Bolsonaro na última segunda-feira (17/2) para tratar sobre questões partidárias, antes da divulgação da denúncia, e contou que Bolsonaro já esperava pela ação.

“Ele falou que já sabia que seria denunciado. Na verdade todos nós sabemos dessa perseguição que existe sobre o Bolsonaro”, disse ele.

O deputado também pontuou que Jair é perseguido pela relevância política no Brasil, e que a fama do ex-presidente gerou incômodo em outros políticos e no ministro Alexandre de Moraes.

Imagem: Reprodução da Internet
Imagem: Reprodução da Internet

“Talvez na história, não tenha tido uma pessoa tão perseguida quanto o presidente Bolsonaro. Ninguém vê um político andando na rua e sendo o tempo todo ovacionado. Isso acontece em todo o lugar do Brasil. E isso incomodou muita gente, outros políticos, como nós chamamos o sistema, e incomodou o ministro, Alexandre de Moraes”, declarou.

Segundo Péricles, a última terça-feira (18/2), dia da divulgação da denúncia, entrará para a história da política nacional.

“É um dia que vai entrar pra história como perseguição a uma pessoa. Que essa pessoa é a maior liderança que temos no país hoje”, contou.

Ao ser questionado sobre o que pensa a respeito das acusações, o deputado disse: “Não tem fundamento nenhum. Não tem provas”.


Leia também:

URGENTE: PGR denuncia ex-presidente por tentativa de golpe

VÍDEO: Deputado Péricles diz que buscará a reeleição e que apoiará Alberto Neto para o Senado


Crimes imposto a Bolsonaro

A denúncia feita pela PGR cita inúmeros crimes, entre eles, a “Liderança de Organização Criminosa Armada” por parte do ex-presidente durante o fatídico 8 de janeiro de 2023.

“Cadê a arma? Hove apreensão naquele 8 de janeiro de alguma arma? O que se viu foram pessoas idosas que pegaram 17 anos de cadeia. Bolsonaro nem estava no país”, questionou o deputado, reafirmando a possibilidade de “perseguição” a Bolsonaro.

Imagem: Reprodução da Internet
Imagem: Reprodução da Internet

Péricles também questionou a falta de provas sobre as acusações.

“Causou estranheza também outras imagens não sendo disponibilizadas pelo Ministério da Justiça dizendo que não existia. Como um fato tão grave como aqueles não tem imagem?”, comentou ele.

Ao final da abordagem ao tema, o deputado deu sua opinião:

“Na minha opinião são vários baderneiros que chegaram lá para quebrar o patrimônio público e tem que ser punidos. Já existiram fatos muito piores”, declarou ele.

Bolsonaro é denunciado pela PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nesta terça-feira (18/2), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento numa trama golpista apontada pela Polícia Federal.

Bolsonaro é acusado pelos seguintes crimes:

  • Organização criminosa armada;
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • Golpe de Estado;
  • Dano qualificado pela violência e grave ameça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
  • Deterioração de patrimônio tombado.

Esta é a primeira vez que Bolsonaro é denunciado criminalmente perante o Supremo Tribunal Federal (STF) desde que se tornou presidente. Assinada pelo procurador-geral Paulo Gonet, a denúncia foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes.

A acusação representa a etapa mais avançada de uma investigação contra o ex-presidente no STF. Ao longo dos últimos anos, a Polícia Federal concluiu que o político cometeu crimes em ao menos cinco investigações que tramitam no tribunal. Em três delas, Bolsonaro foi indiciado.

A PF concluiu que ex-presidente cometeu crimes e o indiciou na investigação que apura fraude em seu cartão de vacinação, na apuração que mira a venda de joias sauditas presenteadas ao governo e, posteriormente, negociadas nos Estados Unidos, e nesta sobre a trama golpista.

A denúncia contra o ex-presidente será analisada pela Primeira Turma do STF. O colegiado é presidido pelo ministro Cristiano Zanin, a quem cabe marcar a pauta de julgamentos.

A expectativa é a de que a denúncia seja recebida pelo colegiado e que o ex-presidente se torne réu ainda neste primeiro semestre. Compõem a Primeira Turma os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux Ministro e Flávio Dino.

Se a denúncia for aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro se tornará réu e passará a responder a um processo penal no tribunal.

Também foram denunciados o ex-ministro e ex-vice na chapa de Bolsonaro, o general Braga Netto; e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Ao todo, são 34 denunciados.

 

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Em entrevista ao programa “Meio-dia com Jefferson Coronel”, na Rede Onda Digital, o deputado estadual Delegado Péricles (PL), falou sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), contra do ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro.

Crédito: Marcio James
Crédito: Marcio James

Péricles disse que esteve com Bolsonaro na última segunda-feira (17/2) para tratar sobre questões partidárias, antes da divulgação da denúncia, e contou que Bolsonaro já esperava pela ação.

“Ele falou que já sabia que seria denunciado. Na verdade todos nós sabemos dessa perseguição que existe sobre o Bolsonaro”, disse ele.

O deputado também pontuou que Jair é perseguido pela relevância política no Brasil, e que a fama do ex-presidente gerou incômodo em outros políticos e no ministro Alexandre de Moraes.

Imagem: Reprodução da Internet
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“Talvez na história, não tenha tido uma pessoa tão perseguida quanto o presidente Bolsonaro. Ninguém vê um político andando na rua e sendo o tempo todo ovacionado. Isso acontece em todo o lugar do Brasil. E isso incomodou muita gente, outros políticos, como nós chamamos o sistema, e incomodou o ministro, Alexandre de Moraes”, declarou.

Segundo Péricles, a última terça-feira (18/2), dia da divulgação da denúncia, entrará para a história da política nacional.

“É um dia que vai entrar pra história como perseguição a uma pessoa. Que essa pessoa é a maior liderança que temos no país hoje”, contou.

Ao ser questionado sobre o que pensa a respeito das acusações, o deputado disse: “Não tem fundamento nenhum. Não tem provas”.


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“Cadê a arma? Hove apreensão naquele 8 de janeiro de alguma arma? O que se viu foram pessoas idosas que pegaram 17 anos de cadeia. Bolsonaro nem estava no país”, questionou o deputado, reafirmando a possibilidade de “perseguição” a Bolsonaro.

Imagem: Reprodução da Internet
Imagem: Reprodução da Internet

Péricles também questionou a falta de provas sobre as acusações.

“Causou estranheza também outras imagens não sendo disponibilizadas pelo Ministério da Justiça dizendo que não existia. Como um fato tão grave como aqueles não tem imagem?”, comentou ele.

Ao final da abordagem ao tema, o deputado deu sua opinião:

“Na minha opinião são vários baderneiros que chegaram lá para quebrar o patrimônio público e tem que ser punidos. Já existiram fatos muito piores”, declarou ele.

Bolsonaro é denunciado pela PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nesta terça-feira (18/2), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento numa trama golpista apontada pela Polícia Federal.

Bolsonaro é acusado pelos seguintes crimes:

  • Organização criminosa armada;
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • Golpe de Estado;
  • Dano qualificado pela violência e grave ameça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
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Esta é a primeira vez que Bolsonaro é denunciado criminalmente perante o Supremo Tribunal Federal (STF) desde que se tornou presidente. Assinada pelo procurador-geral Paulo Gonet, a denúncia foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes.

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A PF concluiu que ex-presidente cometeu crimes e o indiciou na investigação que apura fraude em seu cartão de vacinação, na apuração que mira a venda de joias sauditas presenteadas ao governo e, posteriormente, negociadas nos Estados Unidos, e nesta sobre a trama golpista.

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