Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Defesa de Bolsonaro pede ao STF anulação do acordo de delação de Mauro Cid

O pedido foi baseado em reportagens publicadas pela revista Veja, que apontam que Mauro Cid teria usado perfis em redes sociais para divulgar informações sigilosas

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou nesta segunda-feira (16/6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e também réu na investigação sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.

O pedido foi baseado em reportagens publicadas pela revista Veja, que apontam que Mauro Cid teria usado perfis em redes sociais para divulgar informações sigilosas sobre o acordo de colaboração e feito críticas à atuação dos investigadores.

Bolsonaro e Cid respondem no STF por crimes como organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta que ambos atuaram para tentar manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota nas eleições de 2022.

A defesa de Mauro Cid negou que ele seja o responsável pelos perfis que divulgaram as informações e pediu ao STF que apure o caso.


Leia mais

Em meio a conflito no Oriente Médio, Bolsonaro se manifesta: “Deus abençoe Israel”

Bolsonaro convoca apoiadores para novo ato na Paulista em 29 de junho: “A luta continua”


Na última sexta-feira (13/6), o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Meta, empresa responsável pelo Instagram, preserve os conteúdos de dois perfis suspeitos de terem sido usados por Mauro Cid. Moraes também solicitou os dados cadastrais vinculados às contas, como nome do responsável, e-mail, telefone e outras informações.

Os advogados de Bolsonaro afirmam que, se confirmada, a divulgação de informações viola os termos do acordo de delação e compromete sua validade. Na petição, argumentam que há “falta de voluntariedade” e “ausência de credibilidade” no acordo, o que, segundo eles, torna nulos tanto os depoimentos quanto as provas obtidas.

Apesar do pedido, o entendimento consolidado no STF é que, se for comprovada a quebra do acordo, o delator perde os benefícios negociados, mas as provas produzidas permanecem válidas para o processo.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou nesta segunda-feira (16/6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e também réu na investigação sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.

O pedido foi baseado em reportagens publicadas pela revista Veja, que apontam que Mauro Cid teria usado perfis em redes sociais para divulgar informações sigilosas sobre o acordo de colaboração e feito críticas à atuação dos investigadores.

Bolsonaro e Cid respondem no STF por crimes como organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta que ambos atuaram para tentar manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota nas eleições de 2022.

A defesa de Mauro Cid negou que ele seja o responsável pelos perfis que divulgaram as informações e pediu ao STF que apure o caso.


Leia mais

Em meio a conflito no Oriente Médio, Bolsonaro se manifesta: “Deus abençoe Israel”

Bolsonaro convoca apoiadores para novo ato na Paulista em 29 de junho: “A luta continua”


Na última sexta-feira (13/6), o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Meta, empresa responsável pelo Instagram, preserve os conteúdos de dois perfis suspeitos de terem sido usados por Mauro Cid. Moraes também solicitou os dados cadastrais vinculados às contas, como nome do responsável, e-mail, telefone e outras informações.

Os advogados de Bolsonaro afirmam que, se confirmada, a divulgação de informações viola os termos do acordo de delação e compromete sua validade. Na petição, argumentam que há “falta de voluntariedade” e “ausência de credibilidade” no acordo, o que, segundo eles, torna nulos tanto os depoimentos quanto as provas obtidas.

Apesar do pedido, o entendimento consolidado no STF é que, se for comprovada a quebra do acordo, o delator perde os benefícios negociados, mas as provas produzidas permanecem válidas para o processo.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Sidney Leite entra na lista do PSD para o Ministério da Pesca, diz Folha

O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) entrou na lista de nomes cotados para integrar o primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula...

Lula deseja êxito ao novo presidente do Paraguai após impeachment

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desejou êxito ao novo presidente do Paraguai, Pedro Alliana, nesta sexta-feira (6). Em mensagem publicada nas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...

Sidney Leite entra na lista do PSD para o Ministério da Pesca, diz Folha

O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) entrou na lista de nomes cotados para integrar o primeiro escalão do governo do presidente Luiz Inácio Lula...

Lula deseja êxito ao novo presidente do Paraguai após impeachment

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desejou êxito ao novo presidente do Paraguai, Pedro Alliana, nesta sexta-feira (6). Em mensagem publicada nas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]