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Bosco Saraiva diz que ZFM vive marco de segurança jurídica e anuncia 1.080 novos empregos no PIM em 2024

O superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Bosco Saraiva (SDD), em entrevista ao programa “Meio Dia com Jefferson Coronel”, da Rede Onda Digital, nesta terça-feira (05/03), afirmou que a ZFM vive um marco de segurança jurídica que atrai investimentos e deve garantir mais 1.080 empregos na região este ano.

Bosco Saraiva menciona que o texto da reforma tributária, que garante benefícios da Zona Franca pelos próximos 50 anos, aprovado em dezembro, trouxe a segurança jurídica necessária para aquecer o ambiente empresarial da região. Segundo ele, a Suframa desde então vem recebendo muitas consultas para averiguar a viabilidade de criação de novas indústrias na região, além de pedidos de ampliação das empresas já residentes.

“Quando em dezembro conquistamos aquele texto na reforma tributária, que nos beneficia de fato pelos próximos 50 anos, estabelecendo o que temos de ganho no texto condicional. Aí, em janeiro, clareia, passa a noite, clareia o dia, clareou o céu azul. Nós estamos recebendo muitas consultas de muitas empresas e ampliações, hoje mesmo (05/03) tive uma reunião nesta manhã com a Motorola. Motorola vai ampliar as plantas dela […] recebi a direção nacional da Motorola. Ampliação grande da produção aqui na nossa cidade”, diz o superintendente da Suframa.

O superintendente declara que a ZFM vive uma nova fase e que o tempo de insegurança acabou definitivamente.

“Isso é resultado da segurança jurídica que agora eles têm no texto constitucional. Aquela frase da ‘há uma insegurança jurídica na Zona Franca’ acabou definitivamente, porque agora é a Constituição embaixo do braço e qualquer coisa”, disse Bosco Saraiva. “Não está aqui, não tem mais qualquer lei secundária que seja tentada contra o polo industrial de Manaus. Ela vai ser rechaçada pela Constituição”, declara.

Bosco menciona a expectativa de mais 1.080 empregos novos na Zona Franca até o final de 2024.

“A perspectiva de cerca de 1.080 empregos diretos, porque com a modernização, com a inteligência artificial, com a mecanização, tudo isso que foi acontecendo. Indústria 4.0, os postos de trabalho foram diminuindo”, diz Saraiva.

O superintendente também fala sobre o ano passado, que, apesar da instabilidade relacionada à reforma tributária e problemas logísticos devido à maior seca da história do Amazonas, o polo industrial ainda teve um saldo positivo de 2.500 empregos gerados em 2023.

“Mas, incrivelmente, nós iniciamos janeiro de 2023 com 110.000 trabalhadores dentro das fábricas e fechamos o ano com 112.500 trabalhadores. Olha só, aumentou 2.500 postos de trabalho durante o ano difícil. De retração econômica. De dúvidas com relação à reforma tributária. Ninguém sabia o que ia acontecer até a última semana de dezembro do Congresso, todo mundo com o pé atrás, literalmente. E, por último, com o trimestre final daquela seca medonha que retraiu todo mundo, não tinha como entregar as vendas, não tinha como vender, então isso prejudicou sobremaneira o faturamento das empresas, é verdade, como a gente já falou aqui, virou de cabeça para baixo. Toda a logística atrasou todos os setores, adiantou-se férias coletivas, mas as empresas resistiram, não demitiram”, comenta Bosco Saraiva.

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O superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Bosco Saraiva (SDD), em entrevista ao programa “Meio Dia com Jefferson Coronel”, da Rede Onda Digital, nesta terça-feira (05/03), afirmou que a ZFM vive um marco de segurança jurídica que atrai investimentos e deve garantir mais 1.080 empregos na região este ano.

Bosco Saraiva menciona que o texto da reforma tributária, que garante benefícios da Zona Franca pelos próximos 50 anos, aprovado em dezembro, trouxe a segurança jurídica necessária para aquecer o ambiente empresarial da região. Segundo ele, a Suframa desde então vem recebendo muitas consultas para averiguar a viabilidade de criação de novas indústrias na região, além de pedidos de ampliação das empresas já residentes.

“Quando em dezembro conquistamos aquele texto na reforma tributária, que nos beneficia de fato pelos próximos 50 anos, estabelecendo o que temos de ganho no texto condicional. Aí, em janeiro, clareia, passa a noite, clareia o dia, clareou o céu azul. Nós estamos recebendo muitas consultas de muitas empresas e ampliações, hoje mesmo (05/03) tive uma reunião nesta manhã com a Motorola. Motorola vai ampliar as plantas dela […] recebi a direção nacional da Motorola. Ampliação grande da produção aqui na nossa cidade”, diz o superintendente da Suframa.

O superintendente declara que a ZFM vive uma nova fase e que o tempo de insegurança acabou definitivamente.

“Isso é resultado da segurança jurídica que agora eles têm no texto constitucional. Aquela frase da ‘há uma insegurança jurídica na Zona Franca’ acabou definitivamente, porque agora é a Constituição embaixo do braço e qualquer coisa”, disse Bosco Saraiva. “Não está aqui, não tem mais qualquer lei secundária que seja tentada contra o polo industrial de Manaus. Ela vai ser rechaçada pela Constituição”, declara.

Bosco menciona a expectativa de mais 1.080 empregos novos na Zona Franca até o final de 2024.

“A perspectiva de cerca de 1.080 empregos diretos, porque com a modernização, com a inteligência artificial, com a mecanização, tudo isso que foi acontecendo. Indústria 4.0, os postos de trabalho foram diminuindo”, diz Saraiva.

O superintendente também fala sobre o ano passado, que, apesar da instabilidade relacionada à reforma tributária e problemas logísticos devido à maior seca da história do Amazonas, o polo industrial ainda teve um saldo positivo de 2.500 empregos gerados em 2023.

“Mas, incrivelmente, nós iniciamos janeiro de 2023 com 110.000 trabalhadores dentro das fábricas e fechamos o ano com 112.500 trabalhadores. Olha só, aumentou 2.500 postos de trabalho durante o ano difícil. De retração econômica. De dúvidas com relação à reforma tributária. Ninguém sabia o que ia acontecer até a última semana de dezembro do Congresso, todo mundo com o pé atrás, literalmente. E, por último, com o trimestre final daquela seca medonha que retraiu todo mundo, não tinha como entregar as vendas, não tinha como vender, então isso prejudicou sobremaneira o faturamento das empresas, é verdade, como a gente já falou aqui, virou de cabeça para baixo. Toda a logística atrasou todos os setores, adiantou-se férias coletivas, mas as empresas resistiram, não demitiram”, comenta Bosco Saraiva.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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