Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, no seu manifesto divulgado em carta nesta quarta (28/10) que liderará a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos. O candidato derrotado nas eleições presidenciais deste ano chegou a Miami acompanhado da esposa e das filhas na manhã desta quarta.
“Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu Flávio.
No documento, ele também citou o senador e líder da oposição, Rogério Marinho (PL), a quem chamou de “meu candidato à Presidência do Senado”.
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“Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos”, declarou Flávio.
Ele acrescentou que a mobilização ocorrerá “por todos os meios pacíficos e legítimos”.
O senador deixou o país na madrugada de segunda para terça, apesar da Polícia Federal ter pedido o cancelamento dos seus passaportes. O documento é sua primeira manifestação após sair do Brasil. Nele, ele também contestou o resultado eleitoral e acusou autoridades brasileiras de perseguição política.
Leia a carta na íntegra:
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Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, no seu manifesto divulgado em carta nesta quarta (28/10) que liderará a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos. O candidato derrotado nas eleições presidenciais deste ano chegou a Miami acompanhado da esposa e das filhas na manhã desta quarta.
“Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu Flávio.
No documento, ele também citou o senador e líder da oposição, Rogério Marinho (PL), a quem chamou de “meu candidato à Presidência do Senado”.
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Ele acrescentou que a mobilização ocorrerá “por todos os meios pacíficos e legítimos”.
O senador deixou o país na madrugada de segunda para terça, apesar da Polícia Federal ter pedido o cancelamento dos seus passaportes. O documento é sua primeira manifestação após sair do Brasil. Nele, ele também contestou o resultado eleitoral e acusou autoridades brasileiras de perseguição política.
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