Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

CCJ do Senado aprova relatório que regulamenta reforma tributária

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, na nesta quarta-feira (11/12), o relatório final da regulamentação da reforma tributária. Com isso, o texto segue para votação no plenário.

A proposta manteve as carnes na cesta básica com alíquota zero e excluiu as armas no imposto seletivo. Antes de o projeto seguir para votação no plenário principal da Casa, os membros do colegiado votarão trechos em separado — os chamados destaques.

O projeto unifica cinco impostos (PIS, Cofins, IPI, ISS e ICMS) em um Imposto de Valor Agregado (IVA), dividido em dois tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será compartilhado entre estados e municípios. O CBS será composto por impostos federais, enquanto o IBS englobará as alíquotas estaduais e municipais.

A previsão é que o projeto seja votado no plenário da Casa na quinta-feira (12). Por causa das mudanças no texto, ele precisa voltar a ser analisado na Câmara dos Deputados.


Leia mais:

Reforma tributária com impacto no IVA é lida na CCJ do Senado; votação será quarta (11)

Relator da reforma tributária, Eduardo Braga inclui armas e munições em Imposto Seletivo


O projeto também institui o imposto seletivo, apelidado de “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos considerados nocivos à saúde, como bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos em geral, apostas esportivas e cassinos.

No Senado, Braga acrescentou a cobrança de imposto sobre armas e munições, contrariando o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Além disso, o relator elevou para 0,25% a taxa sobre a extração de minérios.

Principais pontos do texto definem os alimentos da cesta básica com alíquota zero, e o “cashback”. Trata-se da devolução de uma parte do imposto pago em produtos e serviços para famílias de baixa renda registradas no CadÚnico.

Outro ajuste no projeto foi a retirada do rol de 383 medicamentos com imposto zero. O Senado argumentou que cabe ao Ministério da Saúde determinar quais medicamentos devem receber isenção tributária.

No setor imobiliário, o texto prevê o aumento do redutor social de R$ 400 para R$ 600, além de isentar de tributação as vendas e locações de até três imóveis.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, na nesta quarta-feira (11/12), o relatório final da regulamentação da reforma tributária. Com isso, o texto segue para votação no plenário.

A proposta manteve as carnes na cesta básica com alíquota zero e excluiu as armas no imposto seletivo. Antes de o projeto seguir para votação no plenário principal da Casa, os membros do colegiado votarão trechos em separado — os chamados destaques.

O projeto unifica cinco impostos (PIS, Cofins, IPI, ISS e ICMS) em um Imposto de Valor Agregado (IVA), dividido em dois tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será compartilhado entre estados e municípios. O CBS será composto por impostos federais, enquanto o IBS englobará as alíquotas estaduais e municipais.

A previsão é que o projeto seja votado no plenário da Casa na quinta-feira (12). Por causa das mudanças no texto, ele precisa voltar a ser analisado na Câmara dos Deputados.


Leia mais:

Reforma tributária com impacto no IVA é lida na CCJ do Senado; votação será quarta (11)

Relator da reforma tributária, Eduardo Braga inclui armas e munições em Imposto Seletivo


O projeto também institui o imposto seletivo, apelidado de “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos considerados nocivos à saúde, como bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos em geral, apostas esportivas e cassinos.

No Senado, Braga acrescentou a cobrança de imposto sobre armas e munições, contrariando o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Além disso, o relator elevou para 0,25% a taxa sobre a extração de minérios.

Principais pontos do texto definem os alimentos da cesta básica com alíquota zero, e o “cashback”. Trata-se da devolução de uma parte do imposto pago em produtos e serviços para famílias de baixa renda registradas no CadÚnico.

Outro ajuste no projeto foi a retirada do rol de 383 medicamentos com imposto zero. O Senado argumentou que cabe ao Ministério da Saúde determinar quais medicamentos devem receber isenção tributária.

No setor imobiliário, o texto prevê o aumento do redutor social de R$ 400 para R$ 600, além de isentar de tributação as vendas e locações de até três imóveis.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...

Presidente do TSE defende segurança das urnas eletrônicas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, defendeu neste domingo (9) a confiabilidade do sistema eletrônico de votação do Brasil e...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...

Presidente do TSE defende segurança das urnas eletrônicas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, defendeu neste domingo (9) a confiabilidade do sistema eletrônico de votação do Brasil e...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]