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“Chega de Manaus ser penalizada pela ineficiência dos outros entes”, diz David Almeida sobre intensa fumaça do fim de semana

O prefeito David Almeida (Avante) anunciou a mudança do status de Manaus de “normal” para “mobilização”, nesta segunda-feira (12/08), devido a fumaça que encobre a capital amazonense há três dias. Almeida culpou a ineficiência dos governos federal e estadual pelas queimadas que levaram ao aumento da poluição atmosférica na cidade e deixou a qualidade do ar em condições “péssima” e “muito insalubre” para respirar, conforme plataformas de monitoramento.

“Os próximos meses são preocupantes. O ápice das queimadas aconteceram em setembro e outubro do ano passado. Este ano já antecipou para julho e agosto […] Temos que chamar a responsabilidade aqueles que têm responsabilidade. Chega de Manaus ser penalizada pela ineficiência dos outros entes [federados, União e Governo do Amazonas]. Chega! Manaus já foi muito penalizada”, disse o chefe do Poder Executivo Municipal.

Para David Almeida, a fumaça é proveniente de queimadas das cidades do interior do Amazonas. Ele garantiu que as responsabilidades da Prefeitura de Manaus no combate aos focos de incêndio ou calor no perímetro da capital estão sendo cumpridas desde o início do mandato dele.

“Nós fizemos nosso dever de casa desde 2021. Ano passado, quando aconteceu a fumaça, 99% dos focos não foram produzidos na capital. A área territorial de Manaus é sete vezes maior que a área de São Paulo. E não encontramos um foco de queimadas aqui nos últimos três dias”, disse.

Ainda conforme o prefeito, dados do programa “Queimadas”, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que Manaus não registrou nenhum incêndio no período entre sexta-feira (09/08) e domingo (11/08). No mesmo período, outros municípios do Amazonas somaram 706 focos de queimadas.

“Naquilo que atribui ao Município nós fizemos a nossa parte. Cabe ao governo federal e ao governo estadual implementar políticas públicas que possam ajudar os municípios que têm menos condições de poderem atuar da forma exitosa como Manaus atua [no combate e prevenção às queimadas]. Manaus é o maior município”, afirmou David Almeida.


Leia mais:

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Manaus fica encoberta por fumaça após queimadas no interior do Amazonas, diz prefeitura


Na entrevista coletiva, o prefeito de Manaus também enumerou dez ações de combate ao fogo, com a participação efetiva de diferentes secretarias do município. Entre as medidas adotadas estão a criação do Comitê Municipal de Combate às Queimadas, a articulação com entidades do setor primário da zona rural para realização de campanha pelo não uso do fogo e também atuação com municípios da região metropolitana para ações compartilhadas.

As medidas anunciadas foram: continuação da campanha publicitária “Sem Queimadas, não há Fumaça”; criação do Comitê Municipal de Combate às Queimadas; articulação com os municípios da Região Metropolitana de Manaus e com a Associação dos Municípios do Amazonas para ações compartilhadas; publicação diária de boletins informativos; recomendações médicas e orientações sobre os cuidados com a saúde, pela Semsa; medidas para evitar o acúmulo e produção de vegetação seca para evitar queimadas; veicular na rede municipal de ensino, nas Unidades Básicas de Saúde e nos Centros de Referência de Assistência Social, Terminais de Integração de transporte coletivo, feiras e mercados municipais e nos demais espaços públicos municipais, campanhas de sensibilização quanto às queimadas e uso do fogo; articular com as entidades do setor primário da zona rural e periurbana de Manaus campanha de sensibilização pelo “Não Uso do Fogo”; difundir entre os produtores rurais a alternativa de preparo do solo sem o uso do fogo, conforme orientações técnicas já defendidas pela pesquisa agropecuária; e estabelecer unidade especial de fiscalização para combate às queimadas composta pela Guarda Municipal Ambiental e pela Semmasclima.

O prefeito David Almeida reforçou também que a prefeitura está disponível para atuar em conjunto com outros municípios do Estado, sobretudo, as cidades que formam a Região Metropolitana de Manaus, e ainda com os governos do Estado e federal.

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O prefeito David Almeida (Avante) anunciou a mudança do status de Manaus de “normal” para “mobilização”, nesta segunda-feira (12/08), devido a fumaça que encobre a capital amazonense há três dias. Almeida culpou a ineficiência dos governos federal e estadual pelas queimadas que levaram ao aumento da poluição atmosférica na cidade e deixou a qualidade do ar em condições “péssima” e “muito insalubre” para respirar, conforme plataformas de monitoramento.

“Os próximos meses são preocupantes. O ápice das queimadas aconteceram em setembro e outubro do ano passado. Este ano já antecipou para julho e agosto […] Temos que chamar a responsabilidade aqueles que têm responsabilidade. Chega de Manaus ser penalizada pela ineficiência dos outros entes [federados, União e Governo do Amazonas]. Chega! Manaus já foi muito penalizada”, disse o chefe do Poder Executivo Municipal.

Para David Almeida, a fumaça é proveniente de queimadas das cidades do interior do Amazonas. Ele garantiu que as responsabilidades da Prefeitura de Manaus no combate aos focos de incêndio ou calor no perímetro da capital estão sendo cumpridas desde o início do mandato dele.

“Nós fizemos nosso dever de casa desde 2021. Ano passado, quando aconteceu a fumaça, 99% dos focos não foram produzidos na capital. A área territorial de Manaus é sete vezes maior que a área de São Paulo. E não encontramos um foco de queimadas aqui nos últimos três dias”, disse.

Ainda conforme o prefeito, dados do programa “Queimadas”, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que Manaus não registrou nenhum incêndio no período entre sexta-feira (09/08) e domingo (11/08). No mesmo período, outros municípios do Amazonas somaram 706 focos de queimadas.

“Naquilo que atribui ao Município nós fizemos a nossa parte. Cabe ao governo federal e ao governo estadual implementar políticas públicas que possam ajudar os municípios que têm menos condições de poderem atuar da forma exitosa como Manaus atua [no combate e prevenção às queimadas]. Manaus é o maior município”, afirmou David Almeida.


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As medidas anunciadas foram: continuação da campanha publicitária “Sem Queimadas, não há Fumaça”; criação do Comitê Municipal de Combate às Queimadas; articulação com os municípios da Região Metropolitana de Manaus e com a Associação dos Municípios do Amazonas para ações compartilhadas; publicação diária de boletins informativos; recomendações médicas e orientações sobre os cuidados com a saúde, pela Semsa; medidas para evitar o acúmulo e produção de vegetação seca para evitar queimadas; veicular na rede municipal de ensino, nas Unidades Básicas de Saúde e nos Centros de Referência de Assistência Social, Terminais de Integração de transporte coletivo, feiras e mercados municipais e nos demais espaços públicos municipais, campanhas de sensibilização quanto às queimadas e uso do fogo; articular com as entidades do setor primário da zona rural e periurbana de Manaus campanha de sensibilização pelo “Não Uso do Fogo”; difundir entre os produtores rurais a alternativa de preparo do solo sem o uso do fogo, conforme orientações técnicas já defendidas pela pesquisa agropecuária; e estabelecer unidade especial de fiscalização para combate às queimadas composta pela Guarda Municipal Ambiental e pela Semmasclima.

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