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Veja como votaram os deputados na aprovação da PEC sobre escala 6×1

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27/05) o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece o fim da escala 6×1.

O parecer recebeu 34 votos favoráveis e 4 contrários.

Votaram contra os deputados:

  • Gilson Marques (Novo-SC);
  • Júlia Zanatta (PL-SC);
  • Maurício Marcon (PL-RS);
  • Osmar Terra (PL-RS).

Leia mais

Comissão da Câmara aprova texto que prevê fim da jornada 6×1

Vereador defende fim da escala 6×1 e cobra posicionamento de deputados federais


Os deputados que votaram a favor da proposta foram:

  • Alencar Santana (PT-SP);
  • Alfredinho (PT-SP);
  • Carlos Zarattini (PT-SP);
  • Maria do Rosário (PT-RS);
  • Reginaldo Lopes (PT-MG);
  • Leonardo Monteiro (PT-MG);
  • Dani Cunha (PL-RJ);
  • Paulo Marinho Jr. (PL-MA);
  • Luiz Carlos Motta (PL-SP);
  • Rodrigo da Zaeli (PL-MT);
  • Erika Hilton (PSOL-SP);
  • Geraldo Resende (União-MS);
  • José Rocha (União-BA);
  • Mauro Benevides Filho (União-CE);
  • Max Lemos (União-RJ);
  • Cleber Verde (MDB-MA);
  • Rafael Brito (MDB-AL);
  • Saullo Vianna (MDB-AM);
  • Sidney Leite (PSD-AM);
  • Luiz Gastão (PSD-CE);
  • Túlio Gadêlha (PSD-PE);
  • Any Ortiz (PP-RS);
  • Julio Lopes (PP-RJ);
  • Pedro Westphalen (PP-RS);
  • Leo Prates (Republicanos-BA);
  • Roberto Duarte (Republicanos-AC);
  • Paulinho da Força (Solidariedade-SP);
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ);
  • Lídice da Mata (PSB-BA);
  • Daiana Santos (PCdoB-RS);
  • Dorinaldo Malafaia (PDT-AP);
  • Duarte Jr. (Avante-MA);
  • Marcelo Queiroz (PSDB-RJ);
  • Glaustin da Fokus (Podemos-GO).

A proposta prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, limite máximo de oito horas diárias, transição gradual de até 14 meses e adoção da escala 5×2. O texto também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

A PEC ainda proíbe redução salarial com a diminuição da jornada de trabalho. Agora, a proposta segue para votação no plenário da Câmara dos Deputados, onde precisará de pelo menos 308 votos favoráveis em dois turnos antes de avançar para análise no Senado.

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A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27/05) o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece o fim da escala 6×1.

O parecer recebeu 34 votos favoráveis e 4 contrários.

Votaram contra os deputados:

  • Gilson Marques (Novo-SC);
  • Júlia Zanatta (PL-SC);
  • Maurício Marcon (PL-RS);
  • Osmar Terra (PL-RS).

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  • Alencar Santana (PT-SP);
  • Alfredinho (PT-SP);
  • Carlos Zarattini (PT-SP);
  • Maria do Rosário (PT-RS);
  • Reginaldo Lopes (PT-MG);
  • Leonardo Monteiro (PT-MG);
  • Dani Cunha (PL-RJ);
  • Paulo Marinho Jr. (PL-MA);
  • Luiz Carlos Motta (PL-SP);
  • Rodrigo da Zaeli (PL-MT);
  • Erika Hilton (PSOL-SP);
  • Geraldo Resende (União-MS);
  • José Rocha (União-BA);
  • Mauro Benevides Filho (União-CE);
  • Max Lemos (União-RJ);
  • Cleber Verde (MDB-MA);
  • Rafael Brito (MDB-AL);
  • Saullo Vianna (MDB-AM);
  • Sidney Leite (PSD-AM);
  • Luiz Gastão (PSD-CE);
  • Túlio Gadêlha (PSD-PE);
  • Any Ortiz (PP-RS);
  • Julio Lopes (PP-RJ);
  • Pedro Westphalen (PP-RS);
  • Leo Prates (Republicanos-BA);
  • Roberto Duarte (Republicanos-AC);
  • Paulinho da Força (Solidariedade-SP);
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ);
  • Lídice da Mata (PSB-BA);
  • Daiana Santos (PCdoB-RS);
  • Dorinaldo Malafaia (PDT-AP);
  • Duarte Jr. (Avante-MA);
  • Marcelo Queiroz (PSDB-RJ);
  • Glaustin da Fokus (Podemos-GO).

A proposta prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, limite máximo de oito horas diárias, transição gradual de até 14 meses e adoção da escala 5×2. O texto também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

A PEC ainda proíbe redução salarial com a diminuição da jornada de trabalho. Agora, a proposta segue para votação no plenário da Câmara dos Deputados, onde precisará de pelo menos 308 votos favoráveis em dois turnos antes de avançar para análise no Senado.

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