Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Período do Expediente. Em discurso, à tribuna, senadora Damares Alves (Republicanos-DF). Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Em discurso que durou 16 minutos na terça-feira (18/11), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) voltou a defender a anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado em setembro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
A parlamentar citou a precariedade das instalações do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, que visitou na segunda-feira (17/11) ao lado dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Márcio Bittar (PL-AC) e Izalci Lucas (PL-DF).
Damares afirmou discordar das decisões do STF e disse estar preocupada com as condições de alojamento e alimentação destinadas a Bolsonaro, alegando que sua saúde exige cuidados específicos.
“Se o presidente Bolsonaro tem aderência de intestino, se precisa de dieta específica, como colocá-lo numa ala de idosos que não oferece nem aos próprios internos uma alimentação adequada?”, questionou.
A senadora também responsabilizou o Congresso por não avançar no debate sobre a anistia e afirmou que a condenação poderia ter sido evitada caso o tema tivesse sido priorizado.
“Esperamos o quê para discutir e votar a anistia? Nos acomodamos, nos distraímos com outros temas, mas o principal agora é retomar esse foco”, declarou.
Veja um trecho da fala:
*Com informações de Agência Senado.
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Em discurso que durou 16 minutos na terça-feira (18/11), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) voltou a defender a anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado em setembro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
A parlamentar citou a precariedade das instalações do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, que visitou na segunda-feira (17/11) ao lado dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Márcio Bittar (PL-AC) e Izalci Lucas (PL-DF).
Damares afirmou discordar das decisões do STF e disse estar preocupada com as condições de alojamento e alimentação destinadas a Bolsonaro, alegando que sua saúde exige cuidados específicos.
“Se o presidente Bolsonaro tem aderência de intestino, se precisa de dieta específica, como colocá-lo numa ala de idosos que não oferece nem aos próprios internos uma alimentação adequada?”, questionou.
A senadora também responsabilizou o Congresso por não avançar no debate sobre a anistia e afirmou que a condenação poderia ter sido evitada caso o tema tivesse sido priorizado.
“Esperamos o quê para discutir e votar a anistia? Nos acomodamos, nos distraímos com outros temas, mas o principal agora é retomar esse foco”, declarou.
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