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Deputado Amom alerta que nova tarifa dos EUA ameaça empregos na Zona Franca de Manaus

A declaração veio em tom de apelo por racionalidade e responsabilidade, diante do que o parlamentar classificou como um risco desproporcional para a região Norte do país

Em meio às discussões sobre a possível imposição de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, o deputado federal pelo Amazonas fez um alerta direto: a Zona Franca de Manaus (ZFM) não pode ser vítima de disputas ideológicas internacionais. Segundo ele, a medida, se concretizada, seria um golpe devastador à economia do Amazonas e aos milhares de empregos gerados pela ZFM.

A declaração veio em tom de apelo por racionalidade e responsabilidade, diante do que o parlamentar classificou como um risco desproporcional para a região Norte do país.

“Manaus não pode pagar por brigas ideológicas — nem aqui, nem lá fora”, afirmou o deputado, criticando a carta assinada pelo presidente dos Estados Unidos, que sugere motivações políticas para a adoção de tarifas punitivas.

Para o parlamentar, é necessário que o Brasil defenda seus interesses econômicos com firmeza, mas sem transformar a questão em uma disputa polarizada.

“A Zona Franca não é um privilégio, é uma estratégia nacional de ocupação da Amazônia com geração de emprego, inovação e desenvolvimento. Desestabilizá-la é agir contra o próprio Brasil”, declarou.


Saiba mais:


Impacto direto na economia amazonense

A possível taxação elevaria drasticamente os custos de exportação de produtos fabricados na Zona Franca, comprometendo a competitividade das indústrias locais e ameaçando diretamente os empregos que sustentam milhares de famílias na capital e no interior do Estado.

O deputado defende uma reação articulada, baseada em dados técnicos e diálogo diplomático, mas alerta que o país precisa evitar cair em armadilhas ideológicas que enfraquecem a sua posição internacional e prejudicam sua própria população.

“Vamos defender Manaus com dados, articulação e firmeza — mas sem cair na armadilha da polarização que só interessa a quem lucra com o caos”, disse.

A fala repercute em um momento de tensão nas relações comerciais entre Brasil e EUA, e reacende o debate sobre a importância estratégica da Zona Franca de Manaus no desenvolvimento da Amazônia Legal e na preservação ambiental com geração de renda.

O parlamentar encerrou sua manifestação reafirmando que não aceitará ataques nem à democracia brasileira, nem aos direitos dos trabalhadores da ZFM. “Estamos prontos para o diálogo e a defesa — com responsabilidade e sem ceder ao radicalismo.”

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Em meio às discussões sobre a possível imposição de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, o deputado federal pelo Amazonas fez um alerta direto: a Zona Franca de Manaus (ZFM) não pode ser vítima de disputas ideológicas internacionais. Segundo ele, a medida, se concretizada, seria um golpe devastador à economia do Amazonas e aos milhares de empregos gerados pela ZFM.

A declaração veio em tom de apelo por racionalidade e responsabilidade, diante do que o parlamentar classificou como um risco desproporcional para a região Norte do país.

“Manaus não pode pagar por brigas ideológicas — nem aqui, nem lá fora”, afirmou o deputado, criticando a carta assinada pelo presidente dos Estados Unidos, que sugere motivações políticas para a adoção de tarifas punitivas.

Para o parlamentar, é necessário que o Brasil defenda seus interesses econômicos com firmeza, mas sem transformar a questão em uma disputa polarizada.

“A Zona Franca não é um privilégio, é uma estratégia nacional de ocupação da Amazônia com geração de emprego, inovação e desenvolvimento. Desestabilizá-la é agir contra o próprio Brasil”, declarou.


Saiba mais:


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O deputado defende uma reação articulada, baseada em dados técnicos e diálogo diplomático, mas alerta que o país precisa evitar cair em armadilhas ideológicas que enfraquecem a sua posição internacional e prejudicam sua própria população.

“Vamos defender Manaus com dados, articulação e firmeza — mas sem cair na armadilha da polarização que só interessa a quem lucra com o caos”, disse.

A fala repercute em um momento de tensão nas relações comerciais entre Brasil e EUA, e reacende o debate sobre a importância estratégica da Zona Franca de Manaus no desenvolvimento da Amazônia Legal e na preservação ambiental com geração de renda.

O parlamentar encerrou sua manifestação reafirmando que não aceitará ataques nem à democracia brasileira, nem aos direitos dos trabalhadores da ZFM. “Estamos prontos para o diálogo e a defesa — com responsabilidade e sem ceder ao radicalismo.”

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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