A produtora Karina Gama, da GoUp, e o diretor Cyrus Nowrasteh apresentaram versões diferentes sobre os valores já destinados à produção de “Dark Horse”. A divergência envolve principalmente os custos de distribuição, publicidade e marketing, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (14) pelo G1.
Segundo Nowrasteh, os valores divulgados sobre o filme incluem despesas de marketing e, por isso, não deveriam ser comparados diretamente com orçamentos de produção de filmes norte-americanos, que normalmente não contabilizam esses gastos.
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Karina Gama, por outro lado, afirmou que cerca de US$ 13 milhões já foram utilizados no projeto e que o montante não inclui despesas de distribuição e divulgação. De acordo com ela, os recursos foram empregados desde o desenvolvimento até a pós-produção.
A discussão ocorre em meio à investigação da Polícia Federal sobre repasses que teriam sido feitos pelo banqueiro Daniel Vorcaro a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Relatórios do Coaf apontam sete transferências que somariam US$ 12,3 milhões entre janeiro e setembro de 2025. A PF apura a destinação dos recursos e se houve outros pagamentos.
A maior parte dos gastos ocorreu nos Estados Unidos, embora o filme tenha sido gravado integralmente no Brasil. A empresa americana ligada à GoUp informou que documentos mantidos no país só serão fornecidos às autoridades brasileiras mediante os procedimentos de cooperação jurídica internacional.
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A produtora Karina Gama, da GoUp, e o diretor Cyrus Nowrasteh apresentaram versões diferentes sobre os valores já destinados à produção de “Dark Horse”. A divergência envolve principalmente os custos de distribuição, publicidade e marketing, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (14) pelo G1.
Segundo Nowrasteh, os valores divulgados sobre o filme incluem despesas de marketing e, por isso, não deveriam ser comparados diretamente com orçamentos de produção de filmes norte-americanos, que normalmente não contabilizam esses gastos.
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A maior parte dos gastos ocorreu nos Estados Unidos, embora o filme tenha sido gravado integralmente no Brasil. A empresa americana ligada à GoUp informou que documentos mantidos no país só serão fornecidos às autoridades brasileiras mediante os procedimentos de cooperação jurídica internacional.
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