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Eleições 2026: Lula sai na frente de Flávio na montagem de palanques

O período de convenções partidárias começa nesta segunda-feira (20) e vai até 5 de agosto, marcando a reta final para a definição dos candidatos que disputarão as eleições de 2026. Nesse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na montagem de palanques estaduais. Enquanto o petista tem apenas um estado sem definição, o pré-candidato do PL ainda enfrenta indefinições em seis unidades da federação.

O principal movimento do PT nos últimos dias foi a definição do deputado federal Patrus Ananias como pré-candidato ao governo de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país. O estado é considerado estratégico para a disputa presidencial, pois tradicionalmente o candidato mais votado em Minas Gerais converge com o eleito para o Palácio do Planalto.

Antes de chegar a Patrus Ananias, Lula tentou viabilizar outros quatro nomes para o Palácio Tiradentes: o senador Rodrigo Pacheco (PSB), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o empresário Josué Gomes (PSB) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT). Com o acordo fechado em Minas, resta ao petista apenas Goiás como estado indefinido.

Em Goiás, no entanto, há um entrave. O diretório estadual do PT decidiu manter o apoio à pré-candidatura do ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT), decisão que contraria a posição de Lula. O presidente defende que a deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO), que também preside o diretório estadual da sigla, seja o nome do partido na disputa ao governo. Ela, porém, resiste e apoia Bueno.

Lula já definiu o vice-presidente em sua chapa para a reeleição: Geraldo Alckmin (PSB) segue como seu companheiro de chapa.


O cenário para Flávio Bolsonaro é mais desafiador. O pré-candidato do PL ainda não definiu palanques em seis estados: Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco. Em Pernambuco e Alagoas, articuladores avaliam que o presidenciável pode ficar sem coligação oficial.

No Espírito Santo, as conversas do PL caminham para a definição do prefeito da capital capixaba, Lorenzo Pazolini (Republicanos), como nome a ser apoiado por Flávio, decorrente de um acordo entre PL e Republicanos.

O Ceará, que se tornou motivo de divergência entre Michelle Bolsonaro (PL) e Flávio Bolsonaro, deve seguir com o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes (PSDB), apesar da insatisfação manifestada pela ex-primeira-dama.

Já o Maranhão, assim como o Amapá, segue indefinido para Flávio, sem expectativa de que um nome ganhe seu apoio. O estado maranhense é considerado um reduto petista e tradicionalmente elege nomes alinhados ao presidente Lula. O líder nas pesquisas estaduais, Eduardo Braide (PSD), se posiciona como nome de oposição no Maranhão e fechou a chapa para o governo com Lahésio Bonfim (Novo) como pré-candidato ao Senado, ao lado de André Fufuca (PP). Embora Braide negue alinhamento ao PT ou ao PL, Bonfim é apontado como aliado da família Bolsonaro.

Além das indefinições estaduais, Flávio também não definiu o nome que vai compor sua chapa como vice-presidente, enquanto Lula já tem Alckmin confirmado.

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O período de convenções partidárias começa nesta segunda-feira (20) e vai até 5 de agosto, marcando a reta final para a definição dos candidatos que disputarão as eleições de 2026. Nesse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na montagem de palanques estaduais. Enquanto o petista tem apenas um estado sem definição, o pré-candidato do PL ainda enfrenta indefinições em seis unidades da federação.

O principal movimento do PT nos últimos dias foi a definição do deputado federal Patrus Ananias como pré-candidato ao governo de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país. O estado é considerado estratégico para a disputa presidencial, pois tradicionalmente o candidato mais votado em Minas Gerais converge com o eleito para o Palácio do Planalto.

Antes de chegar a Patrus Ananias, Lula tentou viabilizar outros quatro nomes para o Palácio Tiradentes: o senador Rodrigo Pacheco (PSB), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o empresário Josué Gomes (PSB) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT). Com o acordo fechado em Minas, resta ao petista apenas Goiás como estado indefinido.

Em Goiás, no entanto, há um entrave. O diretório estadual do PT decidiu manter o apoio à pré-candidatura do ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT), decisão que contraria a posição de Lula. O presidente defende que a deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO), que também preside o diretório estadual da sigla, seja o nome do partido na disputa ao governo. Ela, porém, resiste e apoia Bueno.

Lula já definiu o vice-presidente em sua chapa para a reeleição: Geraldo Alckmin (PSB) segue como seu companheiro de chapa.


O cenário para Flávio Bolsonaro é mais desafiador. O pré-candidato do PL ainda não definiu palanques em seis estados: Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco. Em Pernambuco e Alagoas, articuladores avaliam que o presidenciável pode ficar sem coligação oficial.

No Espírito Santo, as conversas do PL caminham para a definição do prefeito da capital capixaba, Lorenzo Pazolini (Republicanos), como nome a ser apoiado por Flávio, decorrente de um acordo entre PL e Republicanos.

O Ceará, que se tornou motivo de divergência entre Michelle Bolsonaro (PL) e Flávio Bolsonaro, deve seguir com o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes (PSDB), apesar da insatisfação manifestada pela ex-primeira-dama.

Já o Maranhão, assim como o Amapá, segue indefinido para Flávio, sem expectativa de que um nome ganhe seu apoio. O estado maranhense é considerado um reduto petista e tradicionalmente elege nomes alinhados ao presidente Lula. O líder nas pesquisas estaduais, Eduardo Braide (PSD), se posiciona como nome de oposição no Maranhão e fechou a chapa para o governo com Lahésio Bonfim (Novo) como pré-candidato ao Senado, ao lado de André Fufuca (PP). Embora Braide negue alinhamento ao PT ou ao PL, Bonfim é apontado como aliado da família Bolsonaro.

Além das indefinições estaduais, Flávio também não definiu o nome que vai compor sua chapa como vice-presidente, enquanto Lula já tem Alckmin confirmado.

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