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Em meio ao movimento “abril vermelho”, governo lança medidas para evitar invasões do MST

Para tentar diminuir as invasões de terras feitas por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no movimento “abril vermelho”, o Governo Federal deve anunciar, na próxima semana, um pacote de medidas cujo objetivo é impulsionar os  assentamentos de terra pelo país.

Há uma expectativa de que o presidente Lula (PT) participe do evento. O MST tem demonstrado desconforto com o ritmo de desapropriações durante o terceiro mandato de Lula. Além disso, se queixam de não terem sido recebidos pelo chefe do Executivo para uma reunião. As ocupações feitas pelo MST são consideradas um fator de desgaste para o governo federal por conta da polarização política.


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No mês de aniversário do massacre de Eldorado dos Carajás, que deixou 19 mortos em 1996, o MST tradicionalmente promove marchas e invasões. Lideranças do movimento estão dispostas a aguardar o pacote de medidas do governo antes de decidir como será a atuação dos militantes neste mês.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a ideia é anunciar um pacote de ações, com a compra de terras, financiamento de agricultura familiar, metas de reforma agrária, de demarcação de terras de quilombos e apresentação de uma prateleira de terras — levantamento de áreas devolutas ou devedoras de impostos que possam ser usadas para assentamentos.

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Para tentar diminuir as invasões de terras feitas por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no movimento “abril vermelho”, o Governo Federal deve anunciar, na próxima semana, um pacote de medidas cujo objetivo é impulsionar os  assentamentos de terra pelo país.

Há uma expectativa de que o presidente Lula (PT) participe do evento. O MST tem demonstrado desconforto com o ritmo de desapropriações durante o terceiro mandato de Lula. Além disso, se queixam de não terem sido recebidos pelo chefe do Executivo para uma reunião. As ocupações feitas pelo MST são consideradas um fator de desgaste para o governo federal por conta da polarização política.


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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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