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Erika Hilton critica protesto de deputados com esparadrapos na boca: “Que palhaçada”

Ação impediu a abertura da sessão plenária e a deputada expôs a situação por meio de uma live em suas redes sociais

Nessa terça-feira (6/8), o retorno das atividades legislativas na Câmara dos Deputados foi marcado por um protesto coordenado da bancada do Partido Liberal (PL), em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação impediu a abertura da sessão plenária e a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) expôs a situação por meio de uma live em suas redes sociais.

Durante a transmissão, a deputada classificou o ato como um “sequestro” da mesa diretora da Câmara:

“Eles sequestraram a mesa da Câmara dos Deputados. Gente, que palhaçada, que ridículo é isso que está acontecendo aqui em Brasília hoje”, disse Erika Hilton.


“Chegamos para trabalhar no primeiro dia pós-recesso e os parlamentares da extrema-direita sequestraram a cadeira do parlamento brasileiro, sentaram na mesa da presidência e estão impedindo a sessão de ser aberta”, continuou.

Veja o vídeo:


Saiba mais:


Ela ainda criticou a tentativa de colocar os interesses da família Bolsonaro acima dos interesses do país. Para a parlamentar, os deputados podem discordar do STF, mas não impedir o trabalho dos outros.

“Eles têm direito de não concordar com as decisões do Supremo Tribunal Federal, de quem quer que seja. É regimental. Agora, impedir a sessão, impedir que outros deputados trabalhem, isso eles não têm direito de fazer”, completou.

Deputada Erika Hilton
(Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

A “rebelião bolsonarista”

A ocupação, apelidada de “rebelião bolsonarista”, também ocorreu no Senado Federal e visa pressionar os presidentes das Casas Legislativas para que pautem temas de interesse da oposição. A estratégia inclui revezamento entre os parlamentares para manter presença constante nos plenários, inclusive aos fins de semana.

Senadores em protesto contra prisão de Bolsonaro - Agosto de 2025
(Foto: Reprodução)

Segundo o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), a ocupação será mantida por tempo indeterminado. Ele ainda declarou que não participará da reunião de líderes convocada por Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento.

“Chegamos ao nosso limite. Precisamos de uma solução para pacificar o Brasil e retomar as prerrogativas do Congresso. Para isso, precisamos dos presidentes Motta e Alcolumbre”, afirmou Cavalcante à CNN Brasil.

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Nessa terça-feira (6/8), o retorno das atividades legislativas na Câmara dos Deputados foi marcado por um protesto coordenado da bancada do Partido Liberal (PL), em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação impediu a abertura da sessão plenária e a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) expôs a situação por meio de uma live em suas redes sociais.

Durante a transmissão, a deputada classificou o ato como um “sequestro” da mesa diretora da Câmara:

“Eles sequestraram a mesa da Câmara dos Deputados. Gente, que palhaçada, que ridículo é isso que está acontecendo aqui em Brasília hoje”, disse Erika Hilton.


“Chegamos para trabalhar no primeiro dia pós-recesso e os parlamentares da extrema-direita sequestraram a cadeira do parlamento brasileiro, sentaram na mesa da presidência e estão impedindo a sessão de ser aberta”, continuou.

Veja o vídeo:


Saiba mais:


Ela ainda criticou a tentativa de colocar os interesses da família Bolsonaro acima dos interesses do país. Para a parlamentar, os deputados podem discordar do STF, mas não impedir o trabalho dos outros.

“Eles têm direito de não concordar com as decisões do Supremo Tribunal Federal, de quem quer que seja. É regimental. Agora, impedir a sessão, impedir que outros deputados trabalhem, isso eles não têm direito de fazer”, completou.

Deputada Erika Hilton
(Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

A “rebelião bolsonarista”

A ocupação, apelidada de “rebelião bolsonarista”, também ocorreu no Senado Federal e visa pressionar os presidentes das Casas Legislativas para que pautem temas de interesse da oposição. A estratégia inclui revezamento entre os parlamentares para manter presença constante nos plenários, inclusive aos fins de semana.

Senadores em protesto contra prisão de Bolsonaro - Agosto de 2025
(Foto: Reprodução)

Segundo o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), a ocupação será mantida por tempo indeterminado. Ele ainda declarou que não participará da reunião de líderes convocada por Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento.

“Chegamos ao nosso limite. Precisamos de uma solução para pacificar o Brasil e retomar as prerrogativas do Congresso. Para isso, precisamos dos presidentes Motta e Alcolumbre”, afirmou Cavalcante à CNN Brasil.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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