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Ex-prefeita investigada por atos golpistas no 8 de janeiro assume vaga no Senado

Rosana Martinelli (PL), ex-prefeita de Sinop (MT), assumiu interinamente uma cadeira no Senado Federal na quarta-feira (12/06). Ela ocupa o posto durante a licença médica do senador Wellington Fagundes (PL-MT), afastado até 9 de outubro. Martinelli é investigada por suspeita de envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, quando ocorreram ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília.

Durante seu discurso de posse, Martinelli criticou a condução do processo de investigação, mantido em sigilo pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A senadora afirmou que teve suas contas bancárias suspensas por meses e que, até o momento, seu passaporte permanece retido pela polícia.

A sessão de posse contou com a presença de importantes figuras do Partido Liberal (PL) e de outros aliados. Entre os presentes estavam o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também investigado no inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado, e os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE) e Marcos Rogério (PL-RO), que manifestaram apoio à nova senadora.

Em defesa do agronegócio, Martinelli se autodefiniu como “uma mulher forte, mas que também chora e é uma guerreira”.

“Deus realmente me colocou aqui hoje como prova de que não podemos ter medo de lutar por aquilo que acreditamos, que é o direito à vida e à liberdade, que é nosso bem mais precioso”, disse.


Saiba mais:


Ela se declarou “terminantemente radical contra a invasão de propriedades” e afirmou que sua presença no Senado é uma prova de que “não podemos ter medo de lutar por aquilo que acreditamos, que é o direito à vida e à liberdade”.

Conforme reportado pelo site UOL, Rosana Martinelli esteve envolvida em bloqueios de estradas e no fechamento do comércio em resposta à derrota eleitoral de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Vídeos revelam a senadora incentivando a paralisação até que “provas” de fraudes nas urnas eletrônicas fossem “apuradas e acatadas”. Tais alegações de irregularidades já foram desmentidas por diversos órgãos de auditoria.

Em sua defesa, Martinelli afirmou na época que “sempre apoiou manifestações pacíficas e ordeiras”, mas não os bloqueios de rodovias.

*com informações de Agência Senado, G1 e Carta Capital

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Rosana Martinelli (PL), ex-prefeita de Sinop (MT), assumiu interinamente uma cadeira no Senado Federal na quarta-feira (12/06). Ela ocupa o posto durante a licença médica do senador Wellington Fagundes (PL-MT), afastado até 9 de outubro. Martinelli é investigada por suspeita de envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, quando ocorreram ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília.

Durante seu discurso de posse, Martinelli criticou a condução do processo de investigação, mantido em sigilo pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A senadora afirmou que teve suas contas bancárias suspensas por meses e que, até o momento, seu passaporte permanece retido pela polícia.

A sessão de posse contou com a presença de importantes figuras do Partido Liberal (PL) e de outros aliados. Entre os presentes estavam o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também investigado no inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado, e os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE) e Marcos Rogério (PL-RO), que manifestaram apoio à nova senadora.

Em defesa do agronegócio, Martinelli se autodefiniu como “uma mulher forte, mas que também chora e é uma guerreira”.

“Deus realmente me colocou aqui hoje como prova de que não podemos ter medo de lutar por aquilo que acreditamos, que é o direito à vida e à liberdade, que é nosso bem mais precioso”, disse.


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Ela se declarou “terminantemente radical contra a invasão de propriedades” e afirmou que sua presença no Senado é uma prova de que “não podemos ter medo de lutar por aquilo que acreditamos, que é o direito à vida e à liberdade”.

Conforme reportado pelo site UOL, Rosana Martinelli esteve envolvida em bloqueios de estradas e no fechamento do comércio em resposta à derrota eleitoral de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Vídeos revelam a senadora incentivando a paralisação até que “provas” de fraudes nas urnas eletrônicas fossem “apuradas e acatadas”. Tais alegações de irregularidades já foram desmentidas por diversos órgãos de auditoria.

Em sua defesa, Martinelli afirmou na época que “sempre apoiou manifestações pacíficas e ordeiras”, mas não os bloqueios de rodovias.

*com informações de Agência Senado, G1 e Carta Capital

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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