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Filho caçula de Bolsonaro vira réu por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

Jair Renan Bolsonaro, filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), se tornou réu por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso. A 5ª Vara Criminal de Brasília aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP).

O filho mais novo de Bolsonaro foi investigado por supostamente utilizar um documento com informações falsas de sua empresa de eventos para obter um empréstimo bancário. A dívida não foi paga.


Saiba mais:

Bolsonaro vem a Manaus nos dias 10 e 11 de maio, confirma liderança do PL

Defesa de Bolsonaro diz que apresentará esclarecimento ao STF sobre estadia em embaixada da Hungria


A investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apontou que o grupo de Jair Renan criou uma “pessoa fictícia”, com documentos falsos, para conseguir empréstimos em bancos privados.

As provas do inquérito mostram que Maciel Alves, sócio e instrutor do filho mais novo de Bolsonaro, e um de seus comparsas criaram a falsa pessoa de Antonio Amancio Alves Mandarrari, cuja identidade sem validade foi usada para abertura de conta bancária. Ele figura como proprietário de pessoas jurídicas na condição de “laranja”.

Segundo os investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes de Ordem Tributária (DOT), do Departamento de Combate à Corrupção (Decor), o esquema é fruto da existência de uma associação criminosa, cuja estratégia era “obter indevida vantagem econômica, passa pela inserção de um terceiro” para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas “fantasmas”, utilizadas por Maciel Alves e Jair Renan.

A Polícia Civil ainda descobriu que os investigados forjaram relações de faturamento e outros documentos das empresas investigadas, utilizando-se para isso de dados de contadores sem o consentimento deles, inserindo declarações falsas com o fim de alterar os valores reais das empresas.

Segundo os investigadores, o faturamento falso de R$ 4,6 milhões da empresa de Jair Renan foi usado como respaldo para o filho do ex-presidente conseguir empréstimo bancário, o que é considerado fraude.

Defesa

A defesa de Jair Renan Bolsonaro afirma que seu cliente foi vítima de um golpe.

“Jair Renan foi vítima de um golpe montado por pessoa, que apenas depois se soube ser conhecida pela polícia e pela Justiça”, afirmou o advogado.

A defesa também informou que apresentará “provas e fundamentos” para esclarecer a teoria de golpe.

“Tudo ficará esclarecido no curso do processo, no qual a defesa poderá apresentar provas e fundamentos para o total esclarecimento do golpe contra ele aplicado”, complementou.

*Com informações da CNN Brasil

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Jair Renan Bolsonaro, filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), se tornou réu por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso. A 5ª Vara Criminal de Brasília aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP).

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Segundo os investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes de Ordem Tributária (DOT), do Departamento de Combate à Corrupção (Decor), o esquema é fruto da existência de uma associação criminosa, cuja estratégia era “obter indevida vantagem econômica, passa pela inserção de um terceiro” para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas “fantasmas”, utilizadas por Maciel Alves e Jair Renan.

A Polícia Civil ainda descobriu que os investigados forjaram relações de faturamento e outros documentos das empresas investigadas, utilizando-se para isso de dados de contadores sem o consentimento deles, inserindo declarações falsas com o fim de alterar os valores reais das empresas.

Segundo os investigadores, o faturamento falso de R$ 4,6 milhões da empresa de Jair Renan foi usado como respaldo para o filho do ex-presidente conseguir empréstimo bancário, o que é considerado fraude.

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