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Fleury: Ex-governador do caso Carandiru morre em SP

O ex-governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho (MDB), morreu, nesta terça-feira (15), de causa não revelada aos 73 anos. O diretório do MDB confirmou a morte dele em mensagem nas redes sociais.

O presidente do partido, Baleia Rossi, lamentou a perda: “Nossas condolências a familiares e amigos”.

Fleury governou o estado de São Paulo entre os anos de 1991 e 1995, pelo antigo partido do PDMB, hoje, MDB.

Ele era o governador quando a Polícia Militar de SP invadiu o Carandiru em operação que resultou nas mortes de 111 detentos em um caso conhecido como Massacre do Carandiru, em 1992.

Naquele ano, a Polícia Militar invadiu a penitenciária do Carandiru durante uma rebelião e matou 111 presos. A ordem para a invasão, segundo o Ministério Público, foi dada pelo tenente-coronel Ubiratan Guimarães. O ex-governador e o Secretário de Segurança Pública (SSP) da época, Pedro Franco Campos, nunca foram acusados ou investigados pelo massacre.

O tenente-coronel Guimarães, que comandava a tropa no momento da invasão, foi julgado em 2001 e sentenciado a 632 anos de prisão pela morte de 102 presos, mas nunca foi preso. Em 2006 ele se tornou deputado estadual e obteve o foro privilegiado, vindo a ser absolvido no mesmo ano pelo Tribunal de Justiça (TJ) em São Paulo. O deputado morreu em 2006, em seu apartamento.

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O ex-governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho (MDB), morreu, nesta terça-feira (15), de causa não revelada aos 73 anos. O diretório do MDB confirmou a morte dele em mensagem nas redes sociais.

O presidente do partido, Baleia Rossi, lamentou a perda: “Nossas condolências a familiares e amigos”.

Fleury governou o estado de São Paulo entre os anos de 1991 e 1995, pelo antigo partido do PDMB, hoje, MDB.

Ele era o governador quando a Polícia Militar de SP invadiu o Carandiru em operação que resultou nas mortes de 111 detentos em um caso conhecido como Massacre do Carandiru, em 1992.

Naquele ano, a Polícia Militar invadiu a penitenciária do Carandiru durante uma rebelião e matou 111 presos. A ordem para a invasão, segundo o Ministério Público, foi dada pelo tenente-coronel Ubiratan Guimarães. O ex-governador e o Secretário de Segurança Pública (SSP) da época, Pedro Franco Campos, nunca foram acusados ou investigados pelo massacre.

O tenente-coronel Guimarães, que comandava a tropa no momento da invasão, foi julgado em 2001 e sentenciado a 632 anos de prisão pela morte de 102 presos, mas nunca foi preso. Em 2006 ele se tornou deputado estadual e obteve o foro privilegiado, vindo a ser absolvido no mesmo ano pelo Tribunal de Justiça (TJ) em São Paulo. O deputado morreu em 2006, em seu apartamento.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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