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Garis retornam à CMM: Casa adia moção de repúdio contra ofensas

Situação dos direitos trabalhistas e moção de repúdio contra o presidente da casa motivaram retorno dos trabalhadores à CMM.

Nesta quarta, 31, representantes dos garis e profissionais da limpeza pública retornaram à Câmara Municipal de Manaus para acompanhar a votação da proposta de uma moção de repúdio contra supostas ofensas sofridas pelos garis após o protesto do último dia 22. Esses profissionais, que ainda reinvidicam seus direitos trabalhistas após o fim do contrato da empresa Mamute Conservação, Construção e Pavimentação Ltda. com a Prefeitura de Manaus, alegam ter sofrido ataques nas redes sociais proferidos pela assessoria do presidente da casa, vereador David Reis (Avante).

Thiago Anderson, representante dos garis, atualizou a situação dos trabalhadores à Onda Digital:

“Estamos aqui pra acompanhar a moção de repúdio, pelas palavras que o presidente da Câmara falou para os garis, e também pra continuar cobrando pelas nossas verbas rescisórias. A Mamute pagou parte do nosso FGTS, mas ainda não liberou a chave e não temos resposta a respeito do assunto”.


Leia mais:

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Garis protestam por direitos trabalhistas dentro da CMM


No protesto do dia 22, Reis chegou a dizer, quando alguns dos trabalhadores bateram no vidro da galeria do plenário, que a Câmara “não é a casa da Mãe Joana” e pediu respeito. Ele também afirmou que os trabalhadores “deviam ir ao TRT [Tribunal Regional do Trabalho]”, não à CMM para fazer sua reivindicação. Além disso, garis afirmam terem sido chamados de “vagabundos” e “vândalos” nas redes sociais por causa do incidente.

A moção de repúdio contra o presidente da casa foi ingressada pelo vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) e seria votada hoje, mas o vereador Eduardo Alfaia (PMN) pediu vistas, o que adiou a votação para a próxima sessão plenária.

O vereador Sassá da Construção Civil (PT), que está organizando uma comissão de vereadores para acompanhar os garis numa nova ida ao Ministério Público do Trabalho, disse à Onda Digital:

“Criei uma lei anos atrás para que o município se responsabilizasse pelas empresas terceirizadas que prestassem serviço a ele. Ela foi derrubada aqui na Câmara. Acho que o município devia criar um mecanismo pra ajudar os trabalhadores, como aconteceu agora nas obras do Governo. E a reforma trabalhista do Governo Federal só veio lascar o trabalhador. A gente quer ajudar aqui embaixo, mas os de lá de cima só atrapalham. Acho que o presidente [Reis] não falou por maldade, não usou as palavras corretas. Temos que avaliar. A casa aqui é do povo, do trabalhador. E no Ministério Público já existe uma ação, mas lá eles avaliam muito, demora muito, e essas pessoas precisam que a empresa faça um acordo com eles, urgentemente. Estou formando essa comissão, vamos fazer o que pudermos por esses trabalhadores”.

Da Redação.
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Nesta quarta, 31, representantes dos garis e profissionais da limpeza pública retornaram à Câmara Municipal de Manaus para acompanhar a votação da proposta de uma moção de repúdio contra supostas ofensas sofridas pelos garis após o protesto do último dia 22. Esses profissionais, que ainda reinvidicam seus direitos trabalhistas após o fim do contrato da empresa Mamute Conservação, Construção e Pavimentação Ltda. com a Prefeitura de Manaus, alegam ter sofrido ataques nas redes sociais proferidos pela assessoria do presidente da casa, vereador David Reis (Avante).

Thiago Anderson, representante dos garis, atualizou a situação dos trabalhadores à Onda Digital:

“Estamos aqui pra acompanhar a moção de repúdio, pelas palavras que o presidente da Câmara falou para os garis, e também pra continuar cobrando pelas nossas verbas rescisórias. A Mamute pagou parte do nosso FGTS, mas ainda não liberou a chave e não temos resposta a respeito do assunto”.


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A moção de repúdio contra o presidente da casa foi ingressada pelo vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) e seria votada hoje, mas o vereador Eduardo Alfaia (PMN) pediu vistas, o que adiou a votação para a próxima sessão plenária.

O vereador Sassá da Construção Civil (PT), que está organizando uma comissão de vereadores para acompanhar os garis numa nova ida ao Ministério Público do Trabalho, disse à Onda Digital:

“Criei uma lei anos atrás para que o município se responsabilizasse pelas empresas terceirizadas que prestassem serviço a ele. Ela foi derrubada aqui na Câmara. Acho que o município devia criar um mecanismo pra ajudar os trabalhadores, como aconteceu agora nas obras do Governo. E a reforma trabalhista do Governo Federal só veio lascar o trabalhador. A gente quer ajudar aqui embaixo, mas os de lá de cima só atrapalham. Acho que o presidente [Reis] não falou por maldade, não usou as palavras corretas. Temos que avaliar. A casa aqui é do povo, do trabalhador. E no Ministério Público já existe uma ação, mas lá eles avaliam muito, demora muito, e essas pessoas precisam que a empresa faça um acordo com eles, urgentemente. Estou formando essa comissão, vamos fazer o que pudermos por esses trabalhadores”.

Da Redação.
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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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