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Governadores nortistas criticam diferença de tratamento do governo federal no combate às queimadas

Governadores de estados da região Norte manifestaram insatisfação com o tratamento que têm recebido do governo federal no combate às queimadas que afetam a Amazônia. Segundo eles, a resposta do governo às crises ambientais na região tem sido muito inferior ao apoio oferecido a estados do Sul do país, como o Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 1,2 bilhões em crédito extraordinário para lidar com enchentes.

Para o combate às queimadas na Amazônia, o governo destinou R$ 514 milhões, valor que, segundo os governadores, é insuficiente para cobrir despesas com brigadistas, bombeiros e a aquisição de equipamentos necessários. O descontentamento foi manifestado em uma reunião no Palácio do Planalto, na última quinta-feira (19/09), onde os governadores foram recebidos por ministros, mas sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A crítica central dos governadores gira em torno da falta de agilidade do governo federal. Eles alegam que houve uma procrastinação nas ações preventivas e que as medidas para enfrentar as queimadas chegaram tarde. A situação é ainda mais grave considerando que grande parte dos focos de incêndio está em áreas sob jurisdição federal. No Pará, por exemplo, estima-se que 70% dos incêndios ocorram em terras da União.

Saiba mais:


Comparação com o RS

Os governadores também comparam o tratamento recebido com a rápida mobilização do governo federal durante as enchentes no Rio Grande do Sul, o que, para eles, evidencia uma disparidade no tratamento das crises regionais. Enquanto o Sul recebeu uma resposta imediata e significativa, os estados do Norte enfrentam dificuldades para garantir o apoio necessário no combate às queimadas.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, respondeu às críticas afirmando que o governo federal está comprometido em estabelecer estruturas regionais em colaboração com os consórcios estaduais para melhorar a resposta às queimadas. Ele defendeu a necessidade de criar parcerias regionais que otimizem o combate ao fogo e destacou que o governo não está alheio aos desafios enfrentados pelos estados da região Norte.

*Com informações de CNN

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Governadores de estados da região Norte manifestaram insatisfação com o tratamento que têm recebido do governo federal no combate às queimadas que afetam a Amazônia. Segundo eles, a resposta do governo às crises ambientais na região tem sido muito inferior ao apoio oferecido a estados do Sul do país, como o Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 1,2 bilhões em crédito extraordinário para lidar com enchentes.

Para o combate às queimadas na Amazônia, o governo destinou R$ 514 milhões, valor que, segundo os governadores, é insuficiente para cobrir despesas com brigadistas, bombeiros e a aquisição de equipamentos necessários. O descontentamento foi manifestado em uma reunião no Palácio do Planalto, na última quinta-feira (19/09), onde os governadores foram recebidos por ministros, mas sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A crítica central dos governadores gira em torno da falta de agilidade do governo federal. Eles alegam que houve uma procrastinação nas ações preventivas e que as medidas para enfrentar as queimadas chegaram tarde. A situação é ainda mais grave considerando que grande parte dos focos de incêndio está em áreas sob jurisdição federal. No Pará, por exemplo, estima-se que 70% dos incêndios ocorram em terras da União.

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, respondeu às críticas afirmando que o governo federal está comprometido em estabelecer estruturas regionais em colaboração com os consórcios estaduais para melhorar a resposta às queimadas. Ele defendeu a necessidade de criar parcerias regionais que otimizem o combate ao fogo e destacou que o governo não está alheio aos desafios enfrentados pelos estados da região Norte.

*Com informações de CNN

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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