Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Governo do Amazonas nega responsabilidade por atraso em salários de rodoviários

O Governo do Amazonas publicou uma nota nesta quinta-feira (11/9) negando responsabilidade pelo atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores do transporte coletivo de Manaus. De acordo com a gestão estadual, os direitos trabalhistas dos rodoviários não estão vinculados a repasses do Estado.

Conforme a nota, a relação do governo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) se limita à compra de passes estudantis. A responsabilidade pelo pagamento de salários seria exclusiva das concessionárias do transporte coletivo e, em última instância, da Prefeitura de Manaus, como poder concedente do serviço.

O governo afirmou ter realizado, em agosto, depósito referente às meias passagens estudantis. No entanto, em 3 de setembro, a 2ª Vara da Fazenda Pública rejeitou o depósito e determinou a devolução do valor à Fazenda Estadual, que só ocorreu nesta quinta-feira (11).

Ainda de acordo com o Executivo, a demora na resolução se deve a falhas do Sinetram e da Prefeitura, como a apresentação de contas bancárias distintas para o repasse e a ausência de certidões negativas do sindicato.

O governo também informou que ingressou na Justiça para assegurar o pagamento do Passe Livre a estudantes da rede estadual, após o Sinetram se recusar a receber os valores sem autorização do município.

Na nota, o Estado reforçou o compromisso com os rodoviários e estudantes, mas afirmou que “informações inverídicas” estariam sendo usadas para atribuir ao governo responsabilidades que não lhe cabem.


Saiba mais: 

Prefeitura de Manaus afirma que cumpre repasses e responsabiliza Estado por paralisação dos rodoviários

Comandante Dan quer que Bandeira do Amazonas seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial


Leia a nota:

O Governo do Amazonas esclarece que o Estado não possui qualquer responsabilidade pelo atraso no pagamento de salários dos trabalhadores do transporte coletivo de Manaus, não sendo verdadeira a informação de que os direitos trabalhistas desses profissionais estão em atraso por falta de repasse dos respectivos valores.

A relação do Estado com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) é limitada à aquisição de passes estudantis, não cabendo ao Estado responder por obrigações trabalhistas, que são de responsabilidade exclusiva das concessionárias do transporte coletivo e, em última análise, do próprio poder concedente, o Município de Manaus.

Em agosto deste ano, o Estado do Amazonas depositou o valor destinado à compra das meias-passagens estudantis, contudo, o Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública, em 3 de setembro, rejeitou o depósito judicial e determinou a devolução à Fazenda Estadual, após indicação de conta bancária, tendo sido o recurso devolvido apenas nesta quinta-feira (11/09).

A transferência dos valores para a conta indicada já está em fase de tramitação, e a demora na resolução da questão só pode ser atribuída à desorganização do próprio Sinetram e da Prefeitura de Manaus, que informaram contas bancárias distintas para a realização do pagamento, além da ausência de certidões negativas do Sindicato, atrapalhando o regular processo de liquidação de despesa.

O Governo do Amazonas precisou ingressar na Justiça para assegurar o pagamento do Passe Livre dos alunos da rede estadual de Manaus, após o Sinetram se recusar a receber os valores, alegando que isso só poderia ser feito caso a Prefeitura de Manaus autorizasse.

Por fim, o Governo do Amazonas reforça o seu respeito com os trabalhadores do transporte rodoviário de Manaus e com o direito ao Passe Livre dos estudantes da rede estadual de ensino e lamenta que inverdades estejam sendo usadas para camuflar problemas administrativos e orçamentários que nada têm a ver com o Poder Executivo Estadual.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Governo do Amazonas publicou uma nota nesta quinta-feira (11/9) negando responsabilidade pelo atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores do transporte coletivo de Manaus. De acordo com a gestão estadual, os direitos trabalhistas dos rodoviários não estão vinculados a repasses do Estado.

Conforme a nota, a relação do governo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) se limita à compra de passes estudantis. A responsabilidade pelo pagamento de salários seria exclusiva das concessionárias do transporte coletivo e, em última instância, da Prefeitura de Manaus, como poder concedente do serviço.

O governo afirmou ter realizado, em agosto, depósito referente às meias passagens estudantis. No entanto, em 3 de setembro, a 2ª Vara da Fazenda Pública rejeitou o depósito e determinou a devolução do valor à Fazenda Estadual, que só ocorreu nesta quinta-feira (11).

Ainda de acordo com o Executivo, a demora na resolução se deve a falhas do Sinetram e da Prefeitura, como a apresentação de contas bancárias distintas para o repasse e a ausência de certidões negativas do sindicato.

O governo também informou que ingressou na Justiça para assegurar o pagamento do Passe Livre a estudantes da rede estadual, após o Sinetram se recusar a receber os valores sem autorização do município.

Na nota, o Estado reforçou o compromisso com os rodoviários e estudantes, mas afirmou que “informações inverídicas” estariam sendo usadas para atribuir ao governo responsabilidades que não lhe cabem.


Saiba mais: 

Prefeitura de Manaus afirma que cumpre repasses e responsabiliza Estado por paralisação dos rodoviários

Comandante Dan quer que Bandeira do Amazonas seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial


Leia a nota:

O Governo do Amazonas esclarece que o Estado não possui qualquer responsabilidade pelo atraso no pagamento de salários dos trabalhadores do transporte coletivo de Manaus, não sendo verdadeira a informação de que os direitos trabalhistas desses profissionais estão em atraso por falta de repasse dos respectivos valores.

A relação do Estado com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) é limitada à aquisição de passes estudantis, não cabendo ao Estado responder por obrigações trabalhistas, que são de responsabilidade exclusiva das concessionárias do transporte coletivo e, em última análise, do próprio poder concedente, o Município de Manaus.

Em agosto deste ano, o Estado do Amazonas depositou o valor destinado à compra das meias-passagens estudantis, contudo, o Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública, em 3 de setembro, rejeitou o depósito judicial e determinou a devolução à Fazenda Estadual, após indicação de conta bancária, tendo sido o recurso devolvido apenas nesta quinta-feira (11/09).

A transferência dos valores para a conta indicada já está em fase de tramitação, e a demora na resolução da questão só pode ser atribuída à desorganização do próprio Sinetram e da Prefeitura de Manaus, que informaram contas bancárias distintas para a realização do pagamento, além da ausência de certidões negativas do Sindicato, atrapalhando o regular processo de liquidação de despesa.

O Governo do Amazonas precisou ingressar na Justiça para assegurar o pagamento do Passe Livre dos alunos da rede estadual de Manaus, após o Sinetram se recusar a receber os valores, alegando que isso só poderia ser feito caso a Prefeitura de Manaus autorizasse.

Por fim, o Governo do Amazonas reforça o seu respeito com os trabalhadores do transporte rodoviário de Manaus e com o direito ao Passe Livre dos estudantes da rede estadual de ensino e lamenta que inverdades estejam sendo usadas para camuflar problemas administrativos e orçamentários que nada têm a ver com o Poder Executivo Estadual.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...

Parlamentares do AM não reeleitos podem indicar R$ 208 milhões em emendas

Quatro parlamentares do Amazonas que não integrarão a próxima legislatura do Congresso Nacional poderão indicar, juntos, aproximadamente R$ 208,1 milhões em emendas individuais para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]