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Governo quer fazer operação contra fraudes em postos de combustíveis a cada dois meses

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (31/8) que o governo federal pretende deflagrar uma operação nos moldes da Carbono Oculto a cada dois meses no Brasil. A declaração foi feita durante um evento do banco BTG Pactual, em São Paulo.

Segundo o ministro, a Receita Federal e a Polícia Federal vão intensificar o combate a fraudes no setor de combustíveis, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, a partir do aprendizado deixado pela operação, que completou um ano neste mês.

“Postos de combustíveis ligados ao crime organizado lavavam dinheiro em fundos [de investimento]. E nós descobrimos como funcionava isso. Está fazendo um ano da operação e pedi para a Receita Federal se debruçar sobre o assunto porque vamos ter de apresentar novas ações enquanto legado da Carbono Oculto”, afirmou Durigan.

Dario Durigan (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

O que foi a Operação Carbono Oculto

A Carbono Oculto foi deflagrada em 28 de agosto de 2025, e seus desdobramentos ainda estão em curso. Trata-se de uma investigação conjunta da Receita Federal, do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Federal.

A ofensiva desmantelou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e fraudes no setor de combustíveis, supostamente ligado ao Primeiro Comando da Capital. A operação foi preparada por cerca de um ano e, segundo Durigan, deixou um legado de inteligência que agora será replicado em outras frentes.

Prioridades do governo

Para o ministro, o tema da segurança pública, em especial o combate ao crime organizado, está no topo das prioridades do país, assim como a taxa de juros e o problema fiscal.

Durigan afirmou que o governo precisa apresentar novas ações a partir do que foi aprendido com a Carbono Oculto. A meta de repetir operações semelhantes a cada dois meses indica uma estratégia de continuidade no enfrentamento a esquemas criminosos que envolvem o setor de combustíveis e o sistema financeiro.

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (31/8) que o governo federal pretende deflagrar uma operação nos moldes da Carbono Oculto a cada dois meses no Brasil. A declaração foi feita durante um evento do banco BTG Pactual, em São Paulo.

Segundo o ministro, a Receita Federal e a Polícia Federal vão intensificar o combate a fraudes no setor de combustíveis, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, a partir do aprendizado deixado pela operação, que completou um ano neste mês.

“Postos de combustíveis ligados ao crime organizado lavavam dinheiro em fundos [de investimento]. E nós descobrimos como funcionava isso. Está fazendo um ano da operação e pedi para a Receita Federal se debruçar sobre o assunto porque vamos ter de apresentar novas ações enquanto legado da Carbono Oculto”, afirmou Durigan.

Dario Durigan (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

O que foi a Operação Carbono Oculto

A Carbono Oculto foi deflagrada em 28 de agosto de 2025, e seus desdobramentos ainda estão em curso. Trata-se de uma investigação conjunta da Receita Federal, do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Federal.

A ofensiva desmantelou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e fraudes no setor de combustíveis, supostamente ligado ao Primeiro Comando da Capital. A operação foi preparada por cerca de um ano e, segundo Durigan, deixou um legado de inteligência que agora será replicado em outras frentes.

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Para o ministro, o tema da segurança pública, em especial o combate ao crime organizado, está no topo das prioridades do país, assim como a taxa de juros e o problema fiscal.

Durigan afirmou que o governo precisa apresentar novas ações a partir do que foi aprendido com a Carbono Oculto. A meta de repetir operações semelhantes a cada dois meses indica uma estratégia de continuidade no enfrentamento a esquemas criminosos que envolvem o setor de combustíveis e o sistema financeiro.

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