Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Haddad anuncia grupo de trabalho no governo para tratar de isenção a pastores

Após reunião com Frente Parlamentar Evangélica, ministro anuncia medida; polêmica começou com revogação de medida de Bolsonaro.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo criou um grupo de trabalho para discutir a isenção tributária sobre a remuneração de pastores. Segundo ele, houve uma “politização indevida” do tema.

O anúncio foi feito na sexta-feira, 19/01, após encontro com congressistas da Frente Parlamentar Evangélica.

O assunto se tornou polêmico desde que a Receita Federal suspendeu, na última quarta, 17/01, uma medida do final do governo Jair Bolsonaro que garantia aos pastores o status de contribuinte individual e, na prática, dava às igrejas argumentos para contestar a cobrança de dívidas previdenciárias sobre as prebendas (nome dado à remuneração eclesiástica).

A bancada evangélica no Congresso fez barulho nos últimos dias, o que motivou a reunião entre a frente e o ministro.


Leia mais:

Após suspensão de benefício de pastores, frente evangélica se reúne com Haddad

Receita Federal anula isenção de imposto de renda que governo Bolsonaro concedeu a líderes religiosos


Segundo Haddad, o grupo de trabalho com técnicos de órgãos de controle ajudará a estabelecer a interpretação definitiva da regra sobre isenção tributária para igrejas. A AGU (Advocacia Geral da União) também será envolvida. Haddad disse:

“Como houve ato não convalidado e há, por parte do TCU, questão que ainda não foi julgada, não podemos continuar convivendo com essa questão (de incerteza sobre interpretação). É para isso que a AGU foi acionada. Estamos aqui para atender à lei. A AGU foi acionada para pôr fim à discussão. Houve muita politização indevida, estamos discutindo regra e vamos despolitizar isso”.

Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara, e que participou da reunião, disse à imprensa que aproveitou o encontro para tratar com Haddad sobre a PEC apresentada por ele que prevê imunidade tributária para templos religiosos. Segundo ele, ministro e governo são favoráveis ao mérito do tema.

Enquanto isso, um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) estima que o Brasil deixou de arrecadar R$ 300 milhões em tributos após o ato do governo Bolsonaro que ampliou a isenção de impostos pagos por líderes religiosos.

*Com informações de UOL. 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo criou um grupo de trabalho para discutir a isenção tributária sobre a remuneração de pastores. Segundo ele, houve uma “politização indevida” do tema.

O anúncio foi feito na sexta-feira, 19/01, após encontro com congressistas da Frente Parlamentar Evangélica.

O assunto se tornou polêmico desde que a Receita Federal suspendeu, na última quarta, 17/01, uma medida do final do governo Jair Bolsonaro que garantia aos pastores o status de contribuinte individual e, na prática, dava às igrejas argumentos para contestar a cobrança de dívidas previdenciárias sobre as prebendas (nome dado à remuneração eclesiástica).

A bancada evangélica no Congresso fez barulho nos últimos dias, o que motivou a reunião entre a frente e o ministro.


Leia mais:

Após suspensão de benefício de pastores, frente evangélica se reúne com Haddad

Receita Federal anula isenção de imposto de renda que governo Bolsonaro concedeu a líderes religiosos


Segundo Haddad, o grupo de trabalho com técnicos de órgãos de controle ajudará a estabelecer a interpretação definitiva da regra sobre isenção tributária para igrejas. A AGU (Advocacia Geral da União) também será envolvida. Haddad disse:

“Como houve ato não convalidado e há, por parte do TCU, questão que ainda não foi julgada, não podemos continuar convivendo com essa questão (de incerteza sobre interpretação). É para isso que a AGU foi acionada. Estamos aqui para atender à lei. A AGU foi acionada para pôr fim à discussão. Houve muita politização indevida, estamos discutindo regra e vamos despolitizar isso”.

Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara, e que participou da reunião, disse à imprensa que aproveitou o encontro para tratar com Haddad sobre a PEC apresentada por ele que prevê imunidade tributária para templos religiosos. Segundo ele, ministro e governo são favoráveis ao mérito do tema.

Enquanto isso, um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) estima que o Brasil deixou de arrecadar R$ 300 milhões em tributos após o ato do governo Bolsonaro que ampliou a isenção de impostos pagos por líderes religiosos.

*Com informações de UOL. 

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Michelle Bolsonaro é internada com crise de enxaqueca

A ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), foi internada nesta terça-feira (22) no Hospital DF Star, em Brasília, com...

MP prevê R$ 64 milhões para combater a fome e apoiar povos indígenas

O Congresso Nacional vai decidir o destino de R$ 64,289 milhões previstos em um crédito extraordinário aberto pelo governo federal para ações de segurança...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Prefeita interina de Coari, irmã de Adail muda secretários

Jeany de Paula Amaral Pinheiro, irmã do prefeito afastado Manoel Adail Amaral Pinheiro, promoveu mudanças na Secretaria de Fazenda e no Fundo Municipal de...

TSE investiga perfis no Instagram e pede dados ao Facebook e à Shopee

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu informações ao Facebook e à Shopee em investigação sobre uma possível rede de contas usada no Instagram durante...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Vídeo sobre Flávio Bolsonaro e Banco Master é alvo de decisão de Nunes Marques

O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o Instagram retire do ar, no prazo de 24 horas, um vídeo que...

Toffoli, Kassio, Moraes, Gilmar e Fachin têm rejeição entre eleitorado, aponta AtlasIntel

Levantamento AtlasIntel/Estadão divulgado nesta terça-feira (22/9) mostra que cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são avaliados negativamente pela maioria dos eleitores brasileiros. Dias...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Michelle Bolsonaro é internada com crise de enxaqueca

A ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), foi internada nesta terça-feira (22) no Hospital DF Star, em Brasília, com...

MP prevê R$ 64 milhões para combater a fome e apoiar povos indígenas

O Congresso Nacional vai decidir o destino de R$ 64,289 milhões previstos em um crédito extraordinário aberto pelo governo federal para ações de segurança...

Prefeita interina de Coari, irmã de Adail muda secretários

Jeany de Paula Amaral Pinheiro, irmã do prefeito afastado Manoel Adail Amaral Pinheiro, promoveu mudanças na Secretaria de Fazenda e no Fundo Municipal de...

TSE investiga perfis no Instagram e pede dados ao Facebook e à Shopee

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu informações ao Facebook e à Shopee em investigação sobre uma possível rede de contas usada no Instagram durante...

Vídeo sobre Flávio Bolsonaro e Banco Master é alvo de decisão de Nunes Marques

O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o Instagram retire do ar, no prazo de 24 horas, um vídeo que...

Toffoli, Kassio, Moraes, Gilmar e Fachin têm rejeição entre eleitorado, aponta AtlasIntel

Levantamento AtlasIntel/Estadão divulgado nesta terça-feira (22/9) mostra que cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são avaliados negativamente pela maioria dos eleitores brasileiros. Dias...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]