Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Julgamento no STF coloca em jogo suspensão de direitos políticos e punições por corrupção

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (27/05) uma série de ações que podem provocar mudanças profundas nas punições aplicadas a agentes públicos envolvidos em casos de improbidade administrativa. Entre os temas mais sensíveis em debate estão a suspensão de direitos políticos, a perda da função pública e as regras para responsabilização por danos aos cofres públicos.

O julgamento gira em torno das alterações feitas pela Lei 14.230/2021, que modificou a antiga Lei de Improbidade Administrativa. As mudanças passaram a exigir dolo, ou seja, intenção deliberada, para caracterizar improbidade em diversos casos, além de reduzir condutas passíveis de punição e diminuir prazos para prescrição das ações.

Uma das principais ações em análise é a ADI 7236, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. O processo foi apresentado pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e questiona pontos da nova legislação que flexibilizaram punições. Moraes já havia suspendido trechos da lei relacionados à perda da função pública, suspensão de direitos políticos e definição do valor do dano a ser ressarcido.


Saiba mais: 

De 1,3 milhão de seguidores ao tabuleiro de 2026: por que Salazar virou peça cobiçada?

Professora Jacqueline deixa Aleam e Brena Dianná assume cadeira na próxima semana


Também está na pauta a ADI 7156, sob relatoria do ministro André Mendonça, que questiona mudanças consideradas mais brandas para agentes públicos acusados de irregularidades. A ação aponta preocupação com o enfraquecimento dos mecanismos de combate à corrupção e responsabilização administrativa.

Outro ponto de destaque será a análise da ADI 6678, que discute se agentes públicos podem perder direitos políticos em casos de improbidade culposa, quando não há intenção de causar prejuízo ao poder público. Em decisão anterior, o ministro Gilmar Mendes afastou essa possibilidade por meio de liminar.

Além das ADIs, o STF também julga embargos no Recurso Extraordinário 656558, relatado pelo ministro Dias Toffoli. A expectativa é de que as decisões tenham impacto direto em processos já em andamento e redefinam os limites das punições aplicadas a gestores e servidores públicos em todo o Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (27/05) uma série de ações que podem provocar mudanças profundas nas punições aplicadas a agentes públicos envolvidos em casos de improbidade administrativa. Entre os temas mais sensíveis em debate estão a suspensão de direitos políticos, a perda da função pública e as regras para responsabilização por danos aos cofres públicos.

O julgamento gira em torno das alterações feitas pela Lei 14.230/2021, que modificou a antiga Lei de Improbidade Administrativa. As mudanças passaram a exigir dolo, ou seja, intenção deliberada, para caracterizar improbidade em diversos casos, além de reduzir condutas passíveis de punição e diminuir prazos para prescrição das ações.

Uma das principais ações em análise é a ADI 7236, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. O processo foi apresentado pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e questiona pontos da nova legislação que flexibilizaram punições. Moraes já havia suspendido trechos da lei relacionados à perda da função pública, suspensão de direitos políticos e definição do valor do dano a ser ressarcido.


Saiba mais: 

De 1,3 milhão de seguidores ao tabuleiro de 2026: por que Salazar virou peça cobiçada?

Professora Jacqueline deixa Aleam e Brena Dianná assume cadeira na próxima semana


Também está na pauta a ADI 7156, sob relatoria do ministro André Mendonça, que questiona mudanças consideradas mais brandas para agentes públicos acusados de irregularidades. A ação aponta preocupação com o enfraquecimento dos mecanismos de combate à corrupção e responsabilização administrativa.

Outro ponto de destaque será a análise da ADI 6678, que discute se agentes públicos podem perder direitos políticos em casos de improbidade culposa, quando não há intenção de causar prejuízo ao poder público. Em decisão anterior, o ministro Gilmar Mendes afastou essa possibilidade por meio de liminar.

Além das ADIs, o STF também julga embargos no Recurso Extraordinário 656558, relatado pelo ministro Dias Toffoli. A expectativa é de que as decisões tenham impacto direto em processos já em andamento e redefinam os limites das punições aplicadas a gestores e servidores públicos em todo o Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Marcel Alexandre defende hospitais de referência no interior e diz que fé orienta decisões políticas

O ex-vereador de Manaus e candidato a deputado estadual Marcel Alexandre (União Brasil) afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta quarta-feira (23), que...

PF adia novamente depoimento de Vorcaro sobre ‘A Turma’

A Polícia Federal (PF) adiou novamente o depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estava marcado para o dia 30 de...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Câmara de Manaus aprova ampliação do cadastro reserva dos concursos públicos

O Projeto de Lei nº 533/2026, de autoria do vereador Gilmar Nascimento (Avante), foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus e propõe mudanças na...

Bandeiras dos 62 municípios podem ganhar status de patrimônio cultural no Amazonas

As bandeiras dos 62 municípios do Amazonas podem passar a ser reconhecidas oficialmente como parte do Patrimônio Cultural e Histórico de Natureza Imaterial do...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

TSE pode mudar regra e evitar cassação de mulher eleita por fraude de outros candidatos

A discussão envolve recursos relacionados às eleições de 2022 no Amapá, em uma chapa do Podemos para deputado federal. Segundo o TSE, três candidatas...

AtlasIntel: Cármen Lúcia é única do STF bem avaliada

Uma pesquisa da AtlasIntel, realizada em parceria com o Estadão, aponta que a ministra Cármen Lúcia é a única integrante do Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Marcel Alexandre defende hospitais de referência no interior e diz que fé orienta decisões políticas

O ex-vereador de Manaus e candidato a deputado estadual Marcel Alexandre (União Brasil) afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta quarta-feira (23), que...

PF adia novamente depoimento de Vorcaro sobre ‘A Turma’

A Polícia Federal (PF) adiou novamente o depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estava marcado para o dia 30 de...

Câmara de Manaus aprova ampliação do cadastro reserva dos concursos públicos

O Projeto de Lei nº 533/2026, de autoria do vereador Gilmar Nascimento (Avante), foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus e propõe mudanças na...

Bandeiras dos 62 municípios podem ganhar status de patrimônio cultural no Amazonas

As bandeiras dos 62 municípios do Amazonas podem passar a ser reconhecidas oficialmente como parte do Patrimônio Cultural e Histórico de Natureza Imaterial do...

TSE pode mudar regra e evitar cassação de mulher eleita por fraude de outros candidatos

A discussão envolve recursos relacionados às eleições de 2022 no Amapá, em uma chapa do Podemos para deputado federal. Segundo o TSE, três candidatas...

AtlasIntel: Cármen Lúcia é única do STF bem avaliada

Uma pesquisa da AtlasIntel, realizada em parceria com o Estadão, aponta que a ministra Cármen Lúcia é a única integrante do Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]