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Lima diz em Nova York que exploração do potássio no AM terá baixa emissão de carbono

O governador Wilson Lima (União Brasil) afirmou, nesta terça-feira (14/04), que a operação do potássio em Autazes (a 112 quilômetros de Manaus) já é uma realidade no Amazonas e com a promessa de baixa emissão de carbono. Conforme Lima, a exploração do minério e do gás natural integram novas matrizes econômicas incentivadas pelo Governo do Amazonas como alternativas econômicas para a região.

O destaque foi feito pelo governador no encontro do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), em Nova York, nos Estados Unidos, que tem como objetivo gerar negócios e alavancar investimentos no Brasil. Wilson Lima ressaltou ainda que, de acordo com a empresa Potássio do Brasil, o projeto de exploração do minério prevê a operação mais verde do mundo, com redução de emissões de gases de efeito, sem novas áreas desmatadas e atendendo às condicionantes ambientais do estado.

Segundo Wilson Lima, é importante pensar no desenvolvimento ambiental e socioeconômico do Estado para os próximos anos, mas sobretudo voltado em ações que melhorem a vida da população.

“O Estado do Amazonas tem feito algo diferente, que é atrelar essa geração de crédito de carbono a indicadores sociais, melhorando a vida das comunidades onde os projetos estão sendo implementados”, disse o governador.

“Com relação ao potássio, estamos avançando para que essa seja a operação mais verde do mundo. É importante para mudar a realidade de quem mora em Autazes, de quem mora no Amazonas”, completou Wilson Lima.

Ainda nesta terça, Wilson Lima também reuniu com o CEO e fundador da empresa Potássio do Brasil, Stan Bharti, e também com a CEO e fundadora da CD Capital, Carmel Daniele, acionista da Potássio, para tratar sobre o avanço do projeto de exploração do minério no Amazonas.

E além de Lima, participaram do painel “As Opções no Brasil para novos Investimentos Internacionais” governadores de outros estados e empresários. Acompanharam o governador do Amazonas, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Eduardo Taveira e o chefe da Casa Civil, Flávio Antony.


Leia mais:

Projeto Potássio Autazes promoverá sustentabilidade e reflorestamento no interior do Amazonas

Wilson Lima entrega primeira licença de exploração de potássio que deve gerar 2,6 mil empregos em Autazes


Nova mina

O governador explicou que a nova mina em Autazes será instalada em uma área de pastagem, sem necessidade de novos desmatamentos, e vai garantir a produção de fertilizantes para o agronegócio brasileiro com a operação mais verde do planeta, já que a previsão é emitir até 80% menos de gases do efeito estufa que outros país no transporte e produção do minério.

Atualmente, 95% do potássio usado no Brasil vem do exterior. Com a fase de operação prevista para durar mais de 23 anos, o Projeto Potássio Autazes permitirá maior competitividade do produto feito na região em relação ao produto importado.

A produção do Amazonas passará a ser a maior do país, atendendo 20% da demanda nacional e reduzindo a importação do potássio.

Crédito de carbono

Wilson Lima ressaltou a aprovação de 21 propostas de projetos de REDD+ (sigla para Redução de Emissões provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal) para Unidades de Conservação (UC) estaduais. A expectativa é gerar mais de 163 milhões de Toneladas de Carbono Equivalente (tCO2e) em créditos nos próximos 30 anos, uma expectativa financeira de mais de R$ 8 bilhões. As propostas habilitadas concorreram a um edital lançado pelo Estado em 2023.

O governador citou ainda que o Mercado de Carbono do Estado inclui um Sistema Jurisdicional focado na comercialização de 806,9 milhões de toneladas de créditos históricos de carbono disponíveis para venda, com potencial de captar R$ 2,4 bilhões.

*Com informações da assessoria

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O governador Wilson Lima (União Brasil) afirmou, nesta terça-feira (14/04), que a operação do potássio em Autazes (a 112 quilômetros de Manaus) já é uma realidade no Amazonas e com a promessa de baixa emissão de carbono. Conforme Lima, a exploração do minério e do gás natural integram novas matrizes econômicas incentivadas pelo Governo do Amazonas como alternativas econômicas para a região.

O destaque foi feito pelo governador no encontro do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), em Nova York, nos Estados Unidos, que tem como objetivo gerar negócios e alavancar investimentos no Brasil. Wilson Lima ressaltou ainda que, de acordo com a empresa Potássio do Brasil, o projeto de exploração do minério prevê a operação mais verde do mundo, com redução de emissões de gases de efeito, sem novas áreas desmatadas e atendendo às condicionantes ambientais do estado.

Segundo Wilson Lima, é importante pensar no desenvolvimento ambiental e socioeconômico do Estado para os próximos anos, mas sobretudo voltado em ações que melhorem a vida da população.

“O Estado do Amazonas tem feito algo diferente, que é atrelar essa geração de crédito de carbono a indicadores sociais, melhorando a vida das comunidades onde os projetos estão sendo implementados”, disse o governador.

“Com relação ao potássio, estamos avançando para que essa seja a operação mais verde do mundo. É importante para mudar a realidade de quem mora em Autazes, de quem mora no Amazonas”, completou Wilson Lima.

Ainda nesta terça, Wilson Lima também reuniu com o CEO e fundador da empresa Potássio do Brasil, Stan Bharti, e também com a CEO e fundadora da CD Capital, Carmel Daniele, acionista da Potássio, para tratar sobre o avanço do projeto de exploração do minério no Amazonas.

E além de Lima, participaram do painel “As Opções no Brasil para novos Investimentos Internacionais” governadores de outros estados e empresários. Acompanharam o governador do Amazonas, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Eduardo Taveira e o chefe da Casa Civil, Flávio Antony.


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Atualmente, 95% do potássio usado no Brasil vem do exterior. Com a fase de operação prevista para durar mais de 23 anos, o Projeto Potássio Autazes permitirá maior competitividade do produto feito na região em relação ao produto importado.

A produção do Amazonas passará a ser a maior do país, atendendo 20% da demanda nacional e reduzindo a importação do potássio.

Crédito de carbono

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O governador citou ainda que o Mercado de Carbono do Estado inclui um Sistema Jurisdicional focado na comercialização de 806,9 milhões de toneladas de créditos históricos de carbono disponíveis para venda, com potencial de captar R$ 2,4 bilhões.

*Com informações da assessoria

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