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“Lula nunca pediu para baixar preços dos combustíveis”, diz CEO da Petrobras

O CEO da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou nesta sexta-feira (24/11) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nunca pediu ou cobrou que a empresa reduzisse ou segurasse os preços dos combustíveis. Ele negou que haja pressão do Planalto por um corte e disse que Lula sabe que há um processo a ser observado para um reajuste. A informação é do site Poder 360.

“O presidente jamais me pediu para abaixar, aumentar ou segurar o preço do combustível. Ele sabe que há um rito para isso. Há um procedimento para dar ordem à empresa. Existe um fórum e uma forma certa de fazer isso. E ele jamais infringiu isso“, disse Prates em entrevista sobre o Plano Estratégico 2024-2028 da empresa, que soma US$ 102 bilhões em investimentos.

O CEO da estatal disse que foi ele quem solicitou as reuniões realizadas nesta semana com Lula no Planalto para tratar do plano. Afirmou que o presidente não recebeu o detalhamento dos investimentos, mas foram discutidos conceitos gerais.

Segundo Prates, um dos pedidos do presidente, que já está contemplado na nova estratégia da empresa, é ampliar a contratação de fornecedores nacionais, sobretudo na indústria naval. Ele citou as 14 plataformas previstas no plano e 4 navios petroleiros que serão operados pela Transpetro.

Prates fez uma defesa da atual política de preços, implantada em maio deste ano, e comemorou a estabilidade nos valores que há desde então. Afirmou ainda que a mudança não impactou nos resultados financeiros da empresa, se mostrando acertada.

“Nossa nova estratégia comercial deu fim a era de subordinação automática do PPI, que é o Preço de Paridade de Importação, com reajustes em tempo real e em dólar num país autossuficiente em produção e quase autossuficiente em refino. Conseguimos promover estabilidade de preços inédita recentemente, sem impacto no nosso resultado“, disse.


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Segundo o CEO, com a antiga política de preços, a Petrobras estava perdendo uma fatia do mercado por se igualar “aos importadores mais ineficientes do mercado” que vendiam seguindo o PPI. Logo, com a mudança na política, a participação da estatal aumentou.

Ele reafirmou que a Petrobras não venderá mais refinarias e que pretende investir nas unidades existentes. o  plano estratégico da estatal contempla 5 novas plantas para produção de diesel.

“Vamos investir nas refinarias para se tornarem um parque industrial, mais modernas e com produção de combustíveis e produtos em geral de baixo carbono. Já começamos, por exemplo, a produzir diesel com conteúdo renovável, e no plano que apresentamos isso será ampliado”, afirmou.

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O CEO da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou nesta sexta-feira (24/11) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nunca pediu ou cobrou que a empresa reduzisse ou segurasse os preços dos combustíveis. Ele negou que haja pressão do Planalto por um corte e disse que Lula sabe que há um processo a ser observado para um reajuste. A informação é do site Poder 360.

“O presidente jamais me pediu para abaixar, aumentar ou segurar o preço do combustível. Ele sabe que há um rito para isso. Há um procedimento para dar ordem à empresa. Existe um fórum e uma forma certa de fazer isso. E ele jamais infringiu isso“, disse Prates em entrevista sobre o Plano Estratégico 2024-2028 da empresa, que soma US$ 102 bilhões em investimentos.

O CEO da estatal disse que foi ele quem solicitou as reuniões realizadas nesta semana com Lula no Planalto para tratar do plano. Afirmou que o presidente não recebeu o detalhamento dos investimentos, mas foram discutidos conceitos gerais.

Segundo Prates, um dos pedidos do presidente, que já está contemplado na nova estratégia da empresa, é ampliar a contratação de fornecedores nacionais, sobretudo na indústria naval. Ele citou as 14 plataformas previstas no plano e 4 navios petroleiros que serão operados pela Transpetro.

Prates fez uma defesa da atual política de preços, implantada em maio deste ano, e comemorou a estabilidade nos valores que há desde então. Afirmou ainda que a mudança não impactou nos resultados financeiros da empresa, se mostrando acertada.

“Nossa nova estratégia comercial deu fim a era de subordinação automática do PPI, que é o Preço de Paridade de Importação, com reajustes em tempo real e em dólar num país autossuficiente em produção e quase autossuficiente em refino. Conseguimos promover estabilidade de preços inédita recentemente, sem impacto no nosso resultado“, disse.


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Ele reafirmou que a Petrobras não venderá mais refinarias e que pretende investir nas unidades existentes. o  plano estratégico da estatal contempla 5 novas plantas para produção de diesel.

“Vamos investir nas refinarias para se tornarem um parque industrial, mais modernas e com produção de combustíveis e produtos em geral de baixo carbono. Já começamos, por exemplo, a produzir diesel com conteúdo renovável, e no plano que apresentamos isso será ampliado”, afirmou.

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