Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Maioria vê caso Jaques Wagner como desgaste na campanha de Lula, diz Quaest

A investigação envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo no Senado, já produz reflexos na percepção do eleitorado sobre a disputa presidencial de 2026. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (15) mostra que a maioria dos brasileiros acredita que o caso tem potencial para desgastar a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O levantamento perguntou aos entrevistados se as investigações contra Jaques Wagner impactam negativamente a candidatura de Lula. A maior parte (62%) respondeu que o episódio prejudica a campanha presidencial, seja de forma intensa ou moderada, enquanto uma parcela menor (22%) afirmou que o caso não provoca efeitos eleitorais relevantes.

A sondagem amplia o debate sobre os efeitos políticos do escândalo do Banco Master, que passou a atingir diretamente um dos principais aliados do presidente em meio à preparação para a corrida eleitoral de 2026.

Investigação aproxima escândalo do núcleo político de Lula

Jaques Wagner é investigado pela Polícia Federal por supostos benefícios recebidos em troca de apoio a medidas de interesse do Banco Master no Congresso Nacional. Entre as suspeitas estão pagamentos, vantagens econômicas e a aquisição de um imóvel de alto padrão. O senador nega qualquer irregularidade e não foi indiciado.

A operação ganhou repercussão nacional e internacional por envolver um dos políticos mais próximos de Lula. Wagner integra o círculo de confiança do presidente há décadas e é considerado uma das principais lideranças do PT.

O caso também ganhou dimensão política porque o Banco Master já havia aparecido no centro da disputa presidencial após virem à tona áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), outro pré-candidato ao Palácio do Planalto.


Leia mais

Lula lidera, mas Flávio Bolsonaro cresce, diz Quaest

Valdemar diz que Michelle poderia ser vice em chapa


Eleitorado divide responsabilidade pelo caso Jaques Wagner

Apesar de enxergar potencial de desgaste para Lula, a pesquisa mostra que os brasileiros não responsabilizam o presidente de forma unânime pelas investigações.

Quando questionados se o episódio representa uma questão pessoal de Jaques Wagner ou um problema institucional do governo Lula, 43% apontaram que o caso afeta o governo, enquanto 35% consideram que a responsabilidade é exclusivamente do senador. Os demais não souberam responder.

O resultado indica que, embora o escândalo tenha capacidade de contaminar o ambiente eleitoral, parte do eleitorado diferencia a conduta investigada da atuação do governo federal.

Conhecimento do caso

A Genial/Quaest também mediu o nível de conhecimento da população sobre as investigações. Mais da metade dos entrevistados, 54%, afirmou não ter ouvido falar das investigações. Outros 31% disseram estar bem informados sobre o assunto, enquanto 15% afirmaram conhecer o caso apenas superficialmente.

A pesquisa

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores em todo o país, com margem de erro estimada de 2 pontos percentuais, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

Os resultados sugerem que investigações envolvendo lideranças próximas aos principais candidatos tendem a permanecer no centro do debate eleitoral nos próximos meses, especialmente quando atingem figuras diretamente ligadas às campanhas presidenciais.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A investigação envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo no Senado, já produz reflexos na percepção do eleitorado sobre a disputa presidencial de 2026. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (15) mostra que a maioria dos brasileiros acredita que o caso tem potencial para desgastar a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O levantamento perguntou aos entrevistados se as investigações contra Jaques Wagner impactam negativamente a candidatura de Lula. A maior parte (62%) respondeu que o episódio prejudica a campanha presidencial, seja de forma intensa ou moderada, enquanto uma parcela menor (22%) afirmou que o caso não provoca efeitos eleitorais relevantes.

A sondagem amplia o debate sobre os efeitos políticos do escândalo do Banco Master, que passou a atingir diretamente um dos principais aliados do presidente em meio à preparação para a corrida eleitoral de 2026.

Investigação aproxima escândalo do núcleo político de Lula

Jaques Wagner é investigado pela Polícia Federal por supostos benefícios recebidos em troca de apoio a medidas de interesse do Banco Master no Congresso Nacional. Entre as suspeitas estão pagamentos, vantagens econômicas e a aquisição de um imóvel de alto padrão. O senador nega qualquer irregularidade e não foi indiciado.

A operação ganhou repercussão nacional e internacional por envolver um dos políticos mais próximos de Lula. Wagner integra o círculo de confiança do presidente há décadas e é considerado uma das principais lideranças do PT.

O caso também ganhou dimensão política porque o Banco Master já havia aparecido no centro da disputa presidencial após virem à tona áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), outro pré-candidato ao Palácio do Planalto.


Leia mais

Lula lidera, mas Flávio Bolsonaro cresce, diz Quaest

Valdemar diz que Michelle poderia ser vice em chapa


Eleitorado divide responsabilidade pelo caso Jaques Wagner

Apesar de enxergar potencial de desgaste para Lula, a pesquisa mostra que os brasileiros não responsabilizam o presidente de forma unânime pelas investigações.

Quando questionados se o episódio representa uma questão pessoal de Jaques Wagner ou um problema institucional do governo Lula, 43% apontaram que o caso afeta o governo, enquanto 35% consideram que a responsabilidade é exclusivamente do senador. Os demais não souberam responder.

O resultado indica que, embora o escândalo tenha capacidade de contaminar o ambiente eleitoral, parte do eleitorado diferencia a conduta investigada da atuação do governo federal.

Conhecimento do caso

A Genial/Quaest também mediu o nível de conhecimento da população sobre as investigações. Mais da metade dos entrevistados, 54%, afirmou não ter ouvido falar das investigações. Outros 31% disseram estar bem informados sobre o assunto, enquanto 15% afirmaram conhecer o caso apenas superficialmente.

A pesquisa

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores em todo o país, com margem de erro estimada de 2 pontos percentuais, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

Os resultados sugerem que investigações envolvendo lideranças próximas aos principais candidatos tendem a permanecer no centro do debate eleitoral nos próximos meses, especialmente quando atingem figuras diretamente ligadas às campanhas presidenciais.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Dino intima 21 partidos a explicarem uso de emendas parlamentares em 10 dias

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou nesta quarta-feira (15/7) uma decisão que intima os 21 partidos com representação no Congresso...

“Eu fui lá negociar”: Flávio Bolsonaro culpa Lula por tarifaço dos EUA

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a responsabilizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela crise...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Michelle tem mais apoio que Flávio após crise no PL, diz Quaest

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) saiu melhor avaliada que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após o embate público entre os dois sobre os rumos...

Flávio amplia rejeição, enquanto Lula enfrenta resistência, aponta Quaest

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) apresenta os índices de rejeição e potencial de voto das principais lideranças políticas do país para a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Quaest: Lula abre doze pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Flávio Bolsonaro (PL) como os dois...

Valdemar diz que Michelle poderia ser vice em chapa

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (14/7) que, em sua avaliação, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro poderia ter integrado uma...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Dino intima 21 partidos a explicarem uso de emendas parlamentares em 10 dias

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou nesta quarta-feira (15/7) uma decisão que intima os 21 partidos com representação no Congresso...

“Eu fui lá negociar”: Flávio Bolsonaro culpa Lula por tarifaço dos EUA

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a responsabilizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela crise...

Michelle tem mais apoio que Flávio após crise no PL, diz Quaest

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) saiu melhor avaliada que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após o embate público entre os dois sobre os rumos...

Flávio amplia rejeição, enquanto Lula enfrenta resistência, aponta Quaest

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) apresenta os índices de rejeição e potencial de voto das principais lideranças políticas do país para a...

Quaest: Lula abre doze pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Flávio Bolsonaro (PL) como os dois...

Valdemar diz que Michelle poderia ser vice em chapa

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (14/7) que, em sua avaliação, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro poderia ter integrado uma...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]