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Flávio amplia rejeição, enquanto Lula enfrenta resistência, aponta Quaest

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) apresenta os índices de rejeição e potencial de voto das principais lideranças políticas do país para a eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra a maior rejeição entre os nomes testados, com 57%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 50%.

Foto: Reprodução

Rejeição a Flávio Bolsonaro chega a 57% em julho

De acordo com a pesquisa, a rejeição a Flávio, medida pelo percentual de entrevistados que afirmam conhecer o senador e não votariam nele de jeito nenhum, atingiu 57% em julho de 2026. O índice era de 52% em abril e de 56% em junho, segundo a Quaest.

O levantamento aponta ainda que 38% dos entrevistados afirmam conhecer Flávio Bolsonaro e votariam nele. Segundo a pesquisa, 50% dos entrevistados declaram conhecer Lula e não votariam nele, enquanto 47% afirmam que conhecem e votariam no presidente. Outros 3% dizem não conhecê-lo o suficiente para responder.

Caiado e Zema têm menor rejeição, mas maior desconhecimento

O levantamento também testou outros nomes fora da polarização entre governo e oposição. Ronaldo Caiado (PSD) registra 34% de rejeição, e Romeu Zema (Novo), 31%, os menores índices entre os políticos citados na pesquisa.

Segundo a Quaest, esses percentuais mais baixos de rejeição estão associados a um maior desconhecimento dos dois nomes: 44% dos entrevistados afirmam não conhecer Caiado, e 50% dizem não conhecer Zema.


Leia mais

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PL busca vice para Flávio Bolsonaro e amplia articulações com foco no eleitorado feminino


Outros nomes têm alto índice de desconhecimento

A pesquisa registra ainda os índices de Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, e de Renan Santos, do movimento Missão. Segundo o levantamento, 73% dos entrevistados afirmam não conhecer Joaquim Barbosa, que tem 9% de potencial de voto e 18% de rejeição. Renan Santos é desconhecido por 77% dos entrevistados, com 6% de potencial de voto e 17% de rejeição.

Dados da pesquisa

a pesquisa foi realizada pela Quaest entre os dias 10 e 13 de julho de 2026, com 2.004 entrevistas presenciais em 120 municípios, entre brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026 e teve custo de R$ 433.255,92, pago pelo Banco Genial.

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) apresenta os índices de rejeição e potencial de voto das principais lideranças políticas do país para a eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra a maior rejeição entre os nomes testados, com 57%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 50%.

Foto: Reprodução

Rejeição a Flávio Bolsonaro chega a 57% em julho

De acordo com a pesquisa, a rejeição a Flávio, medida pelo percentual de entrevistados que afirmam conhecer o senador e não votariam nele de jeito nenhum, atingiu 57% em julho de 2026. O índice era de 52% em abril e de 56% em junho, segundo a Quaest.

O levantamento aponta ainda que 38% dos entrevistados afirmam conhecer Flávio Bolsonaro e votariam nele. Segundo a pesquisa, 50% dos entrevistados declaram conhecer Lula e não votariam nele, enquanto 47% afirmam que conhecem e votariam no presidente. Outros 3% dizem não conhecê-lo o suficiente para responder.

Caiado e Zema têm menor rejeição, mas maior desconhecimento

O levantamento também testou outros nomes fora da polarização entre governo e oposição. Ronaldo Caiado (PSD) registra 34% de rejeição, e Romeu Zema (Novo), 31%, os menores índices entre os políticos citados na pesquisa.

Segundo a Quaest, esses percentuais mais baixos de rejeição estão associados a um maior desconhecimento dos dois nomes: 44% dos entrevistados afirmam não conhecer Caiado, e 50% dizem não conhecer Zema.


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a pesquisa foi realizada pela Quaest entre os dias 10 e 13 de julho de 2026, com 2.004 entrevistas presenciais em 120 municípios, entre brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026 e teve custo de R$ 433.255,92, pago pelo Banco Genial.

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