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Marcelo Serafim chama José Ricardo de ‘frouxo e covarde’ durante sessão na CMM

O vereador Marcelo Serafim (PSB) elevou o tom e chamou José Ricardo (PT) de “frouxo e covarde” durante sessão na Câmara Municipal de Manaus desta segunda-feira (23/3), que discutia apoio à mobilização nacional aos farmacêuticos pela criação de um piso salarial da categoria.

Na ocasião, vereadores destacavam a presença dos profissionais na Casa e manifestaram adesão à pauta. Profissionais presentes na galeria acompanharam o posicionamento dos parlamentares, que defenderam maior valorização da área da saúde.

Em sua fala, José Ricardo, que faz oposição, criticou a atuação da Prefeitura de Manaus por falta de fiscalização local e reforçou apoio aos trabalhadores da saúde. No entanto, o parlamentar sugeria que Marcelo Serafim, que também é farmacêutico de carreira, não atuasse em Manaus pela própria categoria.

Segundo ele, é responsabilidade dos vereadores cobrar diretamente da prefeitura por melhorias e valorização dos profissionais, em vez de focar apenas em articulações fora do município.

“Nós temos um retrocesso. Para valorizar realmente os profissionais, o município é que tem que ser o primeiro, e nós, vereadores, os primeiros a cobrar do prefeito. É bom dizer que tem um vereador farmacêutico, mas eu quase não vejo o vereador cobrar o prefeito em relação à categoria. Aí é fácil. É muito simples. Funcionário de carreira, tranquilo, está numa boa. Mas é eleito para fiscalizar, cobrar, que é isso que os profissionais precisam dos vereadores. A gente só quer falar com o deputado federal lá do outro estado, uma beleza, né? E aqui? Aqui, o que precisa? O vereador para defender essa categoria aqui”, criticou.

Como resposta, Marcelo Serafim usou a tribuna para destacar ações que desenvolveu em função da própria categoria e para rebater o petista.

No discurso, ele afirmou ter ouvido falas “inverídicas” a seu respeito, criticou a postura do colega e acusou-o de deixar o plenário após as declarações.

“Eu escutar o vereador José Ricardo falar algo totalmente inverídico em relação a mim é algo que eu não posso me calar. Eu vim para cá para olhar para ele, mas ele é tão frouxo que ele fala e ele sai”, rebateu.

Demanda categoria

Na sessão, foi solicitada autorização da presidência da Câmara para que representantes da categoria fossem recebidos em reunião institucional, com a participação de vereadores e membros da Comissão de Saúde. O objetivo é ouvir as demandas e reforçar o apoio político local à proposta.

Os parlamentares também apelaram aos colegas que possuem articulação com deputados federais para fortalecer a tramitação do projeto em Brasília. A estratégia inclui mobilizar a bancada federal e ampliar o diálogo com lideranças políticas que possam contribuir para a aprovação do piso salarial.

Segundo os vereadores, a valorização dos profissionais farmacêuticos é essencial para garantir melhores condições de trabalho e qualidade no atendimento à população.

A mobilização faz parte de um movimento nacional que busca reconhecimento e regulamentação salarial para diversas categorias da saúde.

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O vereador Marcelo Serafim (PSB) elevou o tom e chamou José Ricardo (PT) de “frouxo e covarde” durante sessão na Câmara Municipal de Manaus desta segunda-feira (23/3), que discutia apoio à mobilização nacional aos farmacêuticos pela criação de um piso salarial da categoria.

Na ocasião, vereadores destacavam a presença dos profissionais na Casa e manifestaram adesão à pauta. Profissionais presentes na galeria acompanharam o posicionamento dos parlamentares, que defenderam maior valorização da área da saúde.

Em sua fala, José Ricardo, que faz oposição, criticou a atuação da Prefeitura de Manaus por falta de fiscalização local e reforçou apoio aos trabalhadores da saúde. No entanto, o parlamentar sugeria que Marcelo Serafim, que também é farmacêutico de carreira, não atuasse em Manaus pela própria categoria.

Segundo ele, é responsabilidade dos vereadores cobrar diretamente da prefeitura por melhorias e valorização dos profissionais, em vez de focar apenas em articulações fora do município.

“Nós temos um retrocesso. Para valorizar realmente os profissionais, o município é que tem que ser o primeiro, e nós, vereadores, os primeiros a cobrar do prefeito. É bom dizer que tem um vereador farmacêutico, mas eu quase não vejo o vereador cobrar o prefeito em relação à categoria. Aí é fácil. É muito simples. Funcionário de carreira, tranquilo, está numa boa. Mas é eleito para fiscalizar, cobrar, que é isso que os profissionais precisam dos vereadores. A gente só quer falar com o deputado federal lá do outro estado, uma beleza, né? E aqui? Aqui, o que precisa? O vereador para defender essa categoria aqui”, criticou.

Como resposta, Marcelo Serafim usou a tribuna para destacar ações que desenvolveu em função da própria categoria e para rebater o petista.

No discurso, ele afirmou ter ouvido falas “inverídicas” a seu respeito, criticou a postura do colega e acusou-o de deixar o plenário após as declarações.

“Eu escutar o vereador José Ricardo falar algo totalmente inverídico em relação a mim é algo que eu não posso me calar. Eu vim para cá para olhar para ele, mas ele é tão frouxo que ele fala e ele sai”, rebateu.

Demanda categoria

Na sessão, foi solicitada autorização da presidência da Câmara para que representantes da categoria fossem recebidos em reunião institucional, com a participação de vereadores e membros da Comissão de Saúde. O objetivo é ouvir as demandas e reforçar o apoio político local à proposta.

Os parlamentares também apelaram aos colegas que possuem articulação com deputados federais para fortalecer a tramitação do projeto em Brasília. A estratégia inclui mobilizar a bancada federal e ampliar o diálogo com lideranças políticas que possam contribuir para a aprovação do piso salarial.

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