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Mendonça trava julgamento de recursos sobre Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (12) contra os recursos que questionam duas investigações que apuram a conduta do presidente Jair Bolsonaro. Pedidos de vista do ministro André Mendonça, indicado por Bolsonaro, resultaram na suspensão dos julgamentos.

Os processos referem-se ao recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra decisão de Moraes que determinou abertura de inquérito para apurar fala de Bolsonaro que ligou vacina contra a Covid ao risco de contrair HIV. Além disso, há recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) contra decisão de Moraes que, atendendo ao TSE, determinou a abertura de inquérito para apurar vazamento de dados sigilosos pelo presidente.

 

Leia mais:

Após voto pela condenação de deputado, André Mendonça reage a críticas nas redes sociais

 

Partido Novo pede ao STF que Mendonça não julgue PEC dos benefícios

 

 

Moraes é o relator das duas apurações e seus votos foram registrados no início do julgamento dos temas no plenário virtual, suspenso minutos depois pelo pedido de vista de Mendonça.

O plenário virtual permite que ministros analisem processos sem a necessidade de uma sessão presencial ou por videoconferência. Nesta modalidade, os votos são apresentados diretamente na página eletrônica da Corte.

Via g1

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (12) contra os recursos que questionam duas investigações que apuram a conduta do presidente Jair Bolsonaro. Pedidos de vista do ministro André Mendonça, indicado por Bolsonaro, resultaram na suspensão dos julgamentos.

Os processos referem-se ao recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra decisão de Moraes que determinou abertura de inquérito para apurar fala de Bolsonaro que ligou vacina contra a Covid ao risco de contrair HIV. Além disso, há recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) contra decisão de Moraes que, atendendo ao TSE, determinou a abertura de inquérito para apurar vazamento de dados sigilosos pelo presidente.

 

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O plenário virtual permite que ministros analisem processos sem a necessidade de uma sessão presencial ou por videoconferência. Nesta modalidade, os votos são apresentados diretamente na página eletrônica da Corte.

Via g1

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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