Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Michelle Bolsonaro diz que prisão de Maduro representa um recado a “ditadores disfarçados de democratas”

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado (3/1) que os ataques dos Estados Unidos à Venezuela representam o “início do fim” do regime autoritário do país vizinho. À frente do PL Mulher, ela declarou que a ação americana seria um recado a “ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes”.

Michelle Bolsonaro manifestou apoio ao “povo de bem venezuelano” e afirma que a Venezuela estaria vivendo o início de um processo de libertação política. No comunicado, a ala feminina do Partido Liberal atribui esse cenário a uma operação das forças de segurança dos Estados Unidos, que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro e no desmonte de estruturas classificadas como um regime “narcoterrorista”.

De acordo com o PL Mulher, a ação representaria um marco histórico para a Venezuela e para a América do Sul, ao enfraquecer um governo acusado de promover autoritarismo, violência e violações de direitos humanos. A nota cita relatos de mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil, que teriam sofrido abusos durante a fuga do país, além de mencionar impactos sobre crianças, pessoas com deficiência e outros grupos vulneráveis.

O documento também faz críticas a governos de países vizinhos e associa líderes da região, incluindo o presidente do Brasil, ao Foro de São Paulo. Para o partido, a operação americana serviria como um alerta a governos sul-americanos que, segundo a nota, adotariam práticas autoritárias disfarçadas de defesa da democracia. O texto termina com um apelo por uma transição pacífica de poder na Venezuela, acompanhado de mensagens religiosas e pedidos de bênçãos ao povo venezuelano e ao Brasil.

Leia a nota na íntegra:

NOTA PÚBLICA

O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e à despeito da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo o início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.

Wiston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade” e essa é uma postura assumida por líderes, por pessoas públicas, que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não têm mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.

A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos e atingiu de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.

Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais tiveram que passar enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.

Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram se arriscar em uma fuga para o nosso país do que morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chavez e Maduro – ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.

A prisão do narcoterrorista e ditador, Nicolás Maduro, e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes – em especial do Cartel dos Soles que é composto por generais do regime – traz para o povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima.

A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro adotando, dentre outras, as seguintes práticas:

    • favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando-os como vítimas ou trabalhadores);
    • cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
    • imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando-as de defesa da democracia); e
    • cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.

O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a“Barba” de molho!

Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também daquelas pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime para que deponham as armas e se entreguem pacificamente, de modo a evitar o derramamento de sangue e propiciar uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.

Que Deus abençoe a Venezuela e o seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.

 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou neste sábado (3/1) que os ataques dos Estados Unidos à Venezuela representam o “início do fim” do regime autoritário do país vizinho. À frente do PL Mulher, ela declarou que a ação americana seria um recado a “ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes”.

Michelle Bolsonaro manifestou apoio ao “povo de bem venezuelano” e afirma que a Venezuela estaria vivendo o início de um processo de libertação política. No comunicado, a ala feminina do Partido Liberal atribui esse cenário a uma operação das forças de segurança dos Estados Unidos, que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro e no desmonte de estruturas classificadas como um regime “narcoterrorista”.

De acordo com o PL Mulher, a ação representaria um marco histórico para a Venezuela e para a América do Sul, ao enfraquecer um governo acusado de promover autoritarismo, violência e violações de direitos humanos. A nota cita relatos de mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil, que teriam sofrido abusos durante a fuga do país, além de mencionar impactos sobre crianças, pessoas com deficiência e outros grupos vulneráveis.

O documento também faz críticas a governos de países vizinhos e associa líderes da região, incluindo o presidente do Brasil, ao Foro de São Paulo. Para o partido, a operação americana serviria como um alerta a governos sul-americanos que, segundo a nota, adotariam práticas autoritárias disfarçadas de defesa da democracia. O texto termina com um apelo por uma transição pacífica de poder na Venezuela, acompanhado de mensagens religiosas e pedidos de bênçãos ao povo venezuelano e ao Brasil.

Leia a nota na íntegra:

NOTA PÚBLICA

O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e à despeito da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo o início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.

Wiston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade” e essa é uma postura assumida por líderes, por pessoas públicas, que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não têm mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.

A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos e atingiu de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.

Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais tiveram que passar enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.

Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram se arriscar em uma fuga para o nosso país do que morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chavez e Maduro – ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.

A prisão do narcoterrorista e ditador, Nicolás Maduro, e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes – em especial do Cartel dos Soles que é composto por generais do regime – traz para o povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima.

A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro adotando, dentre outras, as seguintes práticas:

    • favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando-os como vítimas ou trabalhadores);
    • cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
    • imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando-as de defesa da democracia); e
    • cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.

O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a“Barba” de molho!

Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também daquelas pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime para que deponham as armas e se entreguem pacificamente, de modo a evitar o derramamento de sangue e propiciar uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.

Que Deus abençoe a Venezuela e o seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.

 

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]