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Moraes dá 24 horas à Polícia Penal do DF para justificar atraso na volta de Bolsonaro à prisão domiciliar

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Penal do Distrito Federal tem 24 horas para explicar a demora em levar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de volta para a prisão domiciliar no último domingo (14/9), depois que Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília.

Moraes questiona por que o deslocamento não ocorreu de forma imediata após a liberação médica. “Oficie-se à Polícia Penal do Distrito Federal para que, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, envie aos autos relatório circunstanciado sobre a escolta realizada, com informações do carro que transportou o custodiado, agentes que o acompanharam no quarto e o motivo de não ter sido realizado o transporte imediato logo após a liberação médica”, registrou o ministro.


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Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 8h para a retirada de lesões de pele e recebeu alta às 14h. Ele só retornou à residência, onde cumpre prisão domiciliar, às 14h25. O ex-presidente esteve acompanhado dos filhos Carlos Bolsonaro (PL-RJ), vereador do Rio de Janeiro, e Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), vereador em Balneário Camboriú, além de seguranças e policiais penais.

Essa foi a primeira vez que Bolsonaro teve uma saída autorizada desde o decreto de sua prisão domiciliar, em 4 de agosto, por descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF. Ele foi condenado, na última quinta-feira (11/9), pela Primeira Turma do Supremo, a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

*Com informações da CNN Brasil.

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Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Penal do Distrito Federal tem 24 horas para explicar a demora em levar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de volta para a prisão domiciliar no último domingo (14/9), depois que Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília.

Moraes questiona por que o deslocamento não ocorreu de forma imediata após a liberação médica. “Oficie-se à Polícia Penal do Distrito Federal para que, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, envie aos autos relatório circunstanciado sobre a escolta realizada, com informações do carro que transportou o custodiado, agentes que o acompanharam no quarto e o motivo de não ter sido realizado o transporte imediato logo após a liberação médica”, registrou o ministro.


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*Com informações da CNN Brasil.

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