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Nunes Marques assume vice-presidência do TSE e comandará a eleição presidencial de 2026

Nesta segunda-feira (3), o ministro Nunes Marques assume a vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele sucede a ministra Cármen Lúcia, que será empossada como presidente da Corte em cerimônia realizada na noite desta segunda-feira (3/6). O mandato de Cármen Lúcia se estenderá até agosto de 2026.

A transição ocorre a menos de dois meses da próxima eleição presidencial. A mudança faz parte do rodízio regular da presidência do TSE, que é sempre ocupada por um ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, por exemplo, Alexandre de Moraes assumiu a liderança da Corte pouco antes da eleição, e sua gestão se destacou pelo combate à desinformação e pela defesa da integridade do processo eleitoral.

Cada membro do TSE possui um mandato de dois anos, renovável por igual período. Em 2026, quando Nunes Marques assumir a presidência do TSE, seu vice será André Mendonça, atualmente ministro substituto. Mendonça passará à composição efetiva a partir da saída de Moraes.

Saiba mais:


Eleição geral 2026

A próxima eleição geral, que definirá o presidente da República, será supervisionada por uma dupla de magistrados indicada ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Tanto Nunes Marques quanto André Mendonça são conhecidos por suas posições mais conservadoras em julgamentos sensíveis na Corte.

Os dois votaram, por exemplo, para manter como crime o porte de maconha para uso pessoal e pela validade da tese do marco temporal de terras indígenas. No TSE, sob a liderança de Moraes, Nunes Marques costuma se alinhar à ala que defende menor intervenção da Justiça Eleitoral, prestigiando os resultados das urnas.

Atuação de Nunes Marques no TSE

Nunes Marques foi voto vencido nas duas condenações que resultaram na inelegibilidade de Bolsonaro, posicionando-se ao lado do ministro Raul Araújo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele também relatou a proposta aprovada em fevereiro que determina a distribuição proporcional do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral aos candidatos indígenas, destacando a importância de corrigir a dívida histórica com as populações originárias.

Para Nunes, é essencial que ações para garantir igualdade às populações indígenas ocupem as agendas de todos os poderes constituídos, dado o “inegável vácuo legislativo” na promoção do ingresso dos povos originários na política.

André Mendonça, ao ter seu nome confirmado como titular do TSE, elogiou a gestão de Alexandre de Moraes na Justiça Eleitoral, destacando sua firmeza e competência em enfrentar desinformação nas redes sociais e questionamentos às urnas eletrônicas.

“Registro a gestão exitosa de Vossa Excelência à frente do TSE, conduzindo o tribunal em tempos de turbulências e questionamentos, com muita firmeza e competência”, afirmou Mendonça.

*com informações de CNN

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Nesta segunda-feira (3), o ministro Nunes Marques assume a vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele sucede a ministra Cármen Lúcia, que será empossada como presidente da Corte em cerimônia realizada na noite desta segunda-feira (3/6). O mandato de Cármen Lúcia se estenderá até agosto de 2026.

A transição ocorre a menos de dois meses da próxima eleição presidencial. A mudança faz parte do rodízio regular da presidência do TSE, que é sempre ocupada por um ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, por exemplo, Alexandre de Moraes assumiu a liderança da Corte pouco antes da eleição, e sua gestão se destacou pelo combate à desinformação e pela defesa da integridade do processo eleitoral.

Cada membro do TSE possui um mandato de dois anos, renovável por igual período. Em 2026, quando Nunes Marques assumir a presidência do TSE, seu vice será André Mendonça, atualmente ministro substituto. Mendonça passará à composição efetiva a partir da saída de Moraes.

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Os dois votaram, por exemplo, para manter como crime o porte de maconha para uso pessoal e pela validade da tese do marco temporal de terras indígenas. No TSE, sob a liderança de Moraes, Nunes Marques costuma se alinhar à ala que defende menor intervenção da Justiça Eleitoral, prestigiando os resultados das urnas.

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Para Nunes, é essencial que ações para garantir igualdade às populações indígenas ocupem as agendas de todos os poderes constituídos, dado o “inegável vácuo legislativo” na promoção do ingresso dos povos originários na política.

André Mendonça, ao ter seu nome confirmado como titular do TSE, elogiou a gestão de Alexandre de Moraes na Justiça Eleitoral, destacando sua firmeza e competência em enfrentar desinformação nas redes sociais e questionamentos às urnas eletrônicas.

“Registro a gestão exitosa de Vossa Excelência à frente do TSE, conduzindo o tribunal em tempos de turbulências e questionamentos, com muita firmeza e competência”, afirmou Mendonça.

*com informações de CNN

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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